| Jeremy Thorpe | |||||
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| Nascimento | John Jeremy Thorpe 29 de abril de 1929 South Kensington | ||||
| Morte | 4 de dezembro de 2014 (85 anos) Londres | ||||
| Cidadania | Reino Unido | ||||
| Progenitores |
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| Cônjuge | Caroline Allpass, Marion Stein | ||||
| Filho(a)(s) | Rupert Thorpe | ||||
| Alma mater |
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| Ocupação | político, barrister | ||||
| Cargo(s) | Membro do 47.º Parlamento do Reino Unido (1974–1979) Membro do 46.º Parlamento do Reino Unido (1974–1974) Membro do 45.º Parlamento do Reino Unido (1970–1974) líder do Partido Liberal (1967–1976)
membro do Conselho Privado do Reino Unido (desde 1967) member of the 44th Parliament of the United Kingdom (1966–1970) member of the 43rd Parliament of the United Kingdom (1964–1966) Substituto da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (1960–1962) … | ||||
| Causa da morte | doença de Parkinson | ||||
Jeremy Thorpe (Surrey, 29 de abril de 1929 — Londres, 4 de dezembro de 2014) foi um advogado e político britânico, que serviu como Membro do Parlamento de 1959 a 1979 pelo condado de North Devon. Foi líder do Partido Liberal entre 1967 e 1976.
Em maio de 1979, foi julgado na corte de Old Bailey pela tentativa de assassinato de um ex-namorado, o modelo Norman Scott, que estaria chantageando o político para não tornar pública a relação que eles mantiveram no passado. Thorpe foi inocentado, mas a revelação de sua homossexualidade, assim como a cobertura sensacionalista do caso pela imprensa, colocaram um fim a sua carreira política.
Apesar de sua absolvição, Thorpe acabou sendo banido da vida pública. A partir de meados dos anos 1980, tornou-se inválido devido ao mal de Parkinson. Após uma longa aposentadoria, recuperou o prestígio dentro de seu partido e, à época de sua morte, era admirado por uma nova geração de líderes, que admiravam sua reputação como internacionalista, defensor dos direitos humanos e opositor do apartheid.
Os membros gays do partido, no entanto, tinham uma posição ambígua em relação ao político, pois por mais que houvesse sido vítima de homofobia, ele se recusava a discutir sua sexualidade em público, tendo permanecido no armário e casado com a pianista Marion Stein (com quem havia se unido seis anos antes do escândalo eclodir) até sua morte.
Sua história é retratada na primeira temporada da premiada série antológica da BBC One A Very English Scandal, onde foi interpretado por Hugh Grant.