| Kingzobullshitbackinfulleffect92 | ||||
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| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 1992 | |||
| Gravação | 1992 | |||
| Gêneros | Rock and roll Hip hop Metal Avant-garde metal Hardcore Funk Reggae Samba Rock gaúcho | |||
| Duração | 38:37 | |||
| Gravadora | Cogumelo Records | |||
| Cronologia de DeFalla | ||||
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Kingzobullshitbackinfulleffect92 é o quinto álbum da banda gaúcha DeFalla, lançado em 1992 pelo selo Cogumelo Records.
O álbum também aparece com o título contendo algumas palavras separadas: "Kingzobullshit Backinfulleffect 92".
Considerado o registro mais experimental da banda, "Kingzo" consegue explorar o crossover thrash do trabalho anterior We Give a Shit! (Kickin' Ass for Fun) e misturá-lo com baterias eletrônicas, samplers, percussão brasileira, pedais duplos (de bumbo), passagens em teclado. E passando pelo hip hop, reggae, hardcore punk, samba, funk e metal extremo.
Este disco foi um marco histórico, consolidou uma nova categoria de banda no Brasil: a banda “alternativa” ou “independente”, relevante e atuante no mercado normal. Antes as bandas independentes existiam perdidas por aí, eram ignoradas pelo mercado.
O álbum marca o ápice e declínio comercial da banda visto que, ao mesmo tempo em que leva a banda ao Hollywood Rock 93, para um público de aproximadamente 100 mil pessoas (abrindo para o Alice in Chains, L7, Nirvana, Red Hot Chilli Peppers), culmina na saída do vocalista Edu K para sua carreira solo.
O álbum contém a regravação de "Its fuckin Borin to death", música que fazia parte do segundo álbum da banda.
No ano de lançamento desse álbum, a banda recebeu alguns prêmios pela revista Bizz, uma das mais importantes revistas de música da época, como de 'Melhor Grupo', 'Melhor Disco', 'Melhor Vocalista' e 'Melhor Letrista' (Edu K). Além da indicação na catergoria de 'Melhor Música Nacional' (onde ficaram em 3º lugar com o single "Caminha"). O álbum recebeu o prêmio de Melhor Capa (2º lugar).
O álbum Kingzobullshitbackinfulleffect92 influenciou o rock brasileiro dos anos 1990, como chegaram a afirmar Chico Science, da Nação Zumbi, e Marcelo D2, do Planet Hemp.
Foi considerado um dos discos que mudou a história do rock brasileiro.
John Ulhoa, guitarrista da banda Pato Fu, define a obra como fenomenal.