| Uso |
Refino de petróleo (en) |
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| Área |
218 000 m2 |
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| Localização | |
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| Coordenadas |
A Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste, também conhecida como Lubnor, foi inaugurada em 1966, em Fortaleza. Produz 235 mil toneladas/ano de asfaltos e 73 mil metros cúbicos por ano de lubrificantes naftênicos. A refinaria responde por cerca de 13% da produção de asfaltos do Brasil.
Todo o petróleo utilizado pela Lubnor é do tipo ultra pesado: 85% provenientes do Espírito Santo e o restante, 15%, do Ceará. Do total processado, 62% do volume é destinado à produção de asfalto, abastecendo todos os estados do Nordeste, e cerca de 16% são empregados na obtenção de lubrificantes naftênicos.
Em maio de 2022, foi concretizada a venda da refinaria para Grepar Participações Ltda., que a comprou por 34 milhões de dólares. A empresa foi a quarta refinaria vendida, no acordo feito entre a Petrobras e o Cade, que diminui a participação da estatal no mercado de refino.
Em junho de 2023, o Cade aprovou a venda da Lubnor para o Grepar.
Em novembro de 2023, a Petrobras anunciou a rescisão do contrato para a venda da refinaria, alegando pendências contratuais. A Grepar anúnciou que não prosseguiria com a transação.
A Lubnor é responsável por atender 10% do mercado de asfalto no Brasil. Em 2023, bateu o recorde de venda do produto, 223 mil toneladas. Juntamente com outras marcas históricas de outras unidades da Petrobras, a quantidade de asfalto vendida pela Lubnor colaborou para que a estatal batesse o recorde comercial geral. Naquele ano, a Petrobras vendeu 2,5 milhões de toneladas do produto.
Em março de 2024, a Petrobras comunicou um estudo para começar a descarbonizar a Lubnor. A ideia inicial era de substituir o gás natural pelo biometano (biocombustível gasoso renovável, obtido pela purificação do biogás) na geração de energia. Essa mudança significaria redução total das emissões diretas de CO2 na refinaria. A Petrobras também divulgou planos de produzir hidrogênio a partir do biometano.“O uso de biometano deve reduzir em 100% as emissões diretas de gás carbônico da refinaria (atualmente em 60 mil toneladas por ano)”, diz a companhia, em nota.
Também há estudos para produção de bioprodutos, todos com menor emissão de carbono:
A capacidade instalada é de 8.000 bbl/d.