Lajinha | |
|---|---|
| Hino | |
| Gentílico | lajinhense |
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| Coordenadas: 20° 09′ 03″ S, 41° 37′ 22″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Minas Gerais |
| Municípios limítrofes | Chalé, Mutum e Durandé em Minas Gerais; Ibatiba e Iúna no Espírito Santo |
| Distância até a capital | 363 km |
| Fundação | 22 de junho de 1938 (88 anos) |
| Emancipação | 17 de dezembro de 1938 (87 anos) |
| Distritos | Lista
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| Governo | |
| • Prefeito(a) | Renato Cardoso de Laia (MDB, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total | 431,92 km² |
| • Urbana (IBGE/2019) | 3,06 km² |
| População | |
| • Total (Censo IBGE/2022) | 20 835 hab. |
| • Estimativa (IBGE/2025) | 21 502 hab. |
| Densidade | 48,2 hab./km² |
| Clima | tropical de altitude (Cwa) |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| IDH (PNUD/2010) | 0,661 — médio |
| PIB (IBGE/2023) | R$ 508 139,19 mil |
| • Per capita (IBGE/2023) | R$ 24 388,73 |
| Sítio | www.lajinha.mg.gov.br (Prefeitura) www.lajinha.mg.leg.br (Câmara) |
Lajinha é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Localiza-se na Zona da Mata Mineira, estando situado a cerca de 360 km a sudeste da capital estadual. Ocupa uma área de aproximadamente 430 km², sendo que 3 km² estão em área urbana, e sua população foi estimada em 21 502 habitantes em 2025.
Teve como núcleo inicial a antiga fazenda São Domingos, de propriedade de Francisco Tomás de Aquino Leite Ribeiro - o Comendador Leite.
Em 1882, o fazendeiro deu início ao patrimônio que, legado aos descendentes, veio mais tarde a formar a cidade de Lajinha. Após a morte do comendador e em decorrência da abolição da escravatura, a fazenda esteve em estado de abandono. Nos primeiros anos deste século, restava apenas uma cultura de café sem tratos.
Segundo a tradição, foi Francisco Mateus Laranja quem dirigiu os trabalhos de derrubada da mata onde viria a crescer o povoado. Em 1910, o desbravador, junto com José Lucas de Barros, recebeu de Antônio Pedro Garcia, genro do Comendador Leite, um alqueire de terra onde foi erguida uma capela em honra a Nossa Senhora de Nazaré.
Em 1916, a sede do distrito de Santana do José Pedro - atual município de São José do Mantimento, conforme lei Estadual N. 556, de 30 de agosto de 1911 - foi transferida para a povoação do Lajinha do Chalé. A redução do nome para Lajinha deu-se em 1929. Passou `a município em 1938, desmembrando-se de Ipanema, com parte de território do Município de Mutum.
O Município de Lajinha possui três datas comemorativas. A emancipação política do município se deu em 17 de dezembro de 1938. Para as comemorações da emancipação, foi nomeada uma comissão responsável para organizar os festejos. A comissão, por sua vez, publicou um panfleto convidando a população para a festa de emancipação da cidade que se realizaria no dia 1º de janeiro de 1939. Passado algum tempo foi criado e oficializado o Brasão de armas do Município e nele foi grafada a data de 1º de janeiro de 1939, data da festa, quando na realidade deveria ter sido 17 de dezembro de 1938, data da emancipação. Para a próxima festa da cidade, os organizadores contaram com o imprevisto das chuvas que aconteceram na região no período de dezembro a maio do ano seguinte, e então somente conseguiram realizar as festividades no mês de junho, no dia 22. Desde então os lajinhenses têm conhecimento de que o aniversário de Lajinha é 22 de junho. Em razão desse fato, a geração atual desconhece a data real do aniversário da cidade que é 17 de dezembro de 1938.
Localizada na altitude média de 500 m, está inserida na região geomorfológica da Serra do Caparaó. O centro do município, em linha reta, dista 35 km do Pico da Bandeira, terceira montanha mais alta do Brasil. A vegetação original é a floresta pluvial atlântica.
A economia da cidade é baseada na agricultura (cultivo de café) e no comércio. A exposição agrícola municipal é uma festa tradicional da cidade.
A cidade conta com diversas fortalezas rochosas como cercanias naturais que podem ser exploradas como turismo ecológico e radical. Do centro da cidade vê-se o Santuário Nossa Senhora da Conceição Aparecida situado no ápice da "Pedra da Baleia" numa altitude média de 680m. A cidade vem cumprindo anualmente para a melhoria da acessibilidade dos fiéis e a Igreja com a comemoração festiva e celebração de Missas principalmente no dia 12 de outubro. Os fiéis podem ir de carro, sentido Bairro Itá que dentro de 2 km haverá uma entrada à direita e mais 2,9 km de estrada ou a pé no sentido ao Bairro São Sebastião subir por 1,1 km. O marco da cidade disposto no Brasão é a "Pedra Torta" que com sua beleza pode ser vista de vários pontos da cidade na qual alcança uma altitude de aproximadamente 1.189m.