Lancastre

Lancastre
Lencastre
Alencastro
Casa de Aveiro
Brasão dos Lancastre, Duques de Aveiro.
Brasão dos Lancastre, Duques de Aveiro.
Brasão do ramo Lancastre e Távora, Marqueses de Abrantes.
Brasão do ramo Lancastre e Távora, Marqueses de Abrantes.
Estado  Reino de Portugal
Título Duque de Coimbra
Duque de Aveiro
Duque de Torres Novas
Marquês de Torres Novas
Marquês de Abrantes
Origem
Fundador Jorge de Lancastre
Casa originária Avis (agnático)
Lencastre (cognático)
Atual soberano
Dissolução 1759 (Casa de Aveiro)
Linhagem secundária
Lancastre e Távora

Apelido português Lencastre que ocorre com as variações Lancastre, Alancastre ou, mais raramente, Alencastro e que resulta do aportuguesamento da palavra inglesa Lancaster. Observe-se que a forma Alencastro, hoje mais utilizada pela descendência brasileira é provavelmente a mais antiga, pois consta dos “Lusíadas” de Luiz de Camões. Consta também de genealogia manuscrita do séc. XVIII da Torre do Tombo “Alencastros da Caza de Aveiro”

O primeiro que usou deste apelido em Portugal foi D. Jorge de Lencastre, 2.º Duque de Coimbra (1481-1550), filho legitimado do Rei D. João II de Portugal e de D. Ana Furtado de Mendonça. Os reis e príncipes de Portugal não tinham sobrenome, intitulando-se apenas "de Portugal" ou eram designados pelo nome próprio (e.g. Senhor D. Duarte); quando foi preciso que D. Jorge adoptasse um apelido para o distinguir dos outros príncipes da família real, foi escolhido o nome Lencastre por ser o duque trineto da Rainha D. Filipa de Lencastre (1360-1415) princesa filha de João de Gante, Duque de Lancaster, filho do Rei Eduardo III de Inglaterra.

O Duque de Coimbra veio a ter numerosa descendência que usou e usa ainda hoje aquele sobrenome, nas suas diversas variantes.

Referências