| Low-Life | ||||
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| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 13 de maio de 1985 | |||
| Gravação | 1984 | |||
| Gêneros | Synthpop, new wave, alternative dance | |||
| Duração | 40:05 | |||
| Gravadora | Factory | |||
| Produção | New Order | |||
| Cronologia de New Order | ||||
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| Críticas profissionais | |
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| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| All Music Guide | |
Low-Life é o terceiro álbum de estúdio da banda de rock e música eletrônica britânica New Order, lançado em Maio de 1985. Neste álbum, o New Order aumentou bastante o uso de sintetizadores e samplers no seu som dance rock, em relação ao álbum anterior, "Power, Corruption and Lies".
O disco é frequentemente apontado como um marco na consolidação da identidade sonora do grupo, ao integrar de forma madura elementos do pós-punk com música eletrônica e cultura club.
Todas as faixas por New Order
| N.º | Título | Duração |
|---|---|---|
| 1. | "Love Vigilantes" | 4:18 |
| 2. | "The Perfect Kiss" | 4:49 |
| 3. | "This Time of Night" | 4:45 |
| 4. | "Sunrise" | 6:00 |
| 5. | "Elegia" | 4:56 |
| 6. | "Sooner Than You Think" | 5:12 |
| 7. | "Sub-Culture" | 4:58 |
| 8. | "Face Up" | 5:03 |
Após o sucesso crítico de Power, Corruption & Lies (1983), o New Order aprofundou seu uso de sintetizadores, sequenciadores e drum machines. Low-Life foi gravado principalmente no Britannia Row Studios, em Londres, refletindo o interesse do grupo por tecnologia musical e produção independente. O álbum foi produzido pela própria banda, mantendo o controle criativo característico do grupo.
Musicalmente, Low-Life apresenta uma fusão entre instrumentação tradicional — baixo, guitarra e bateria — e texturas eletrônicas avançadas para a época. As linhas de baixo melódicas de Peter Hook são um elemento central, combinadas com programações rítmicas precisas e sintetizadores atmosféricos.
As canções priorizam estruturas expansivas, repetição rítmica e construção gradual. Os vocais de Bernard Sumner, frequentemente tratados com efeitos, reforçam uma estética introspectiva e emocionalmente contida.
A capa do álbum foi criada por Peter Saville e marca uma mudança estética em relação aos lançamentos anteriores da banda. Diferentemente das capas abstratas anteriores, Low-Life apresenta fotografias dos integrantes do grupo, ainda que tratadas com abordagem gráfica estilizada.
O álbum recebeu críticas positivas e reforçou a posição do New Order como uma das bandas mais inovadoras dos anos 1980. Embora não tenha sido um grande sucesso comercial imediato, Low-Life passou a ser considerado um clássico ao longo do tempo. Em 1999, a Revista Spin colocou Low-Life na posição de número #10 em sua lista dos 25 melhores álbuns de todos os tempos. Em 2000, a Revista Q colocou o álbum na posição de número #97 em sua lista dos 100 melhores álbuns britânicos de todos os tempos . Low-Life também está incluído no livro 1001 Discos Para Ouvir Antes De Morrer.
Low-Life é amplamente reconhecido por sua capacidade de integrar rock alternativo e música eletrônica de forma coesa. O disco influenciou diversos artistas de synth-pop, indie eletrônico e música alternativa, e permanece como um dos trabalhos mais consistentes da discografia do New Order.