| Luís Jardim | |
|---|---|
| Nome completo | Luís Inácio de Miranda Jardim |
| Nascimento | |
| Morte | |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Ocupação | Escritor e pintor |
| Prémios | Prêmio Humberto de Campos (1937) |
| Magnum opus | Maria Perigosa |
Luís Inácio de Miranda Jardim (Garanhuns, 8 de dezembro de 1901 — Rio de Janeiro, 1º de janeiro de 1987), ou Luís Jardim, como se tornou mais conhecido, foi um escritor, artista gráfico, ilustrador e pintor brasileiro.[carece de fontes]
Desolado com o assassinato de seu pai no ano anterior, mudou-se em 1918 para Recife, onde se empregou no comércio. Fez amizade com Osório Borba e Joaquim Cardozo, que exerceram grande influência na carreira literária de Luís Jardim. Em 1929, a convite do sociólogo Gilberto Freyre, de quem se tornou amigo, publicou, no jornal A Província, o artigo "Análise Estética da Pintura".
Paralelamente, foi convidado, em 1936, a expor suas aquarelas no Rio, para onde se mudaria.
Em 1937, O Boi Aruá e O Tatu e o Macaco (livro de figuras) recebem, respectivamente, o 1º e o 2º prêmios do concurso de literatura infantil do Ministério da Educação.[carece de fontes]
Luís Jardim é também o responsável pela tradução de A Morte do Caixeiro Viajante, de Arthur Miller, encenada pela Companhia Jaime Costa. Ilustrou capas de obras de vários autores, como Raquel de Queirós. Foi redator em jornais do Rio e colaborou com publicações do Recife.
Em Garanhuns, na casa onde viveu Luís Jardim, há uma placa comemorativa. Em sua homenagem, a prefeitura também criou o Espaço Cultural Luís Jardim.
Nos últimos anos de vida, afastou-se das homenagens e eventos, preferindo enclausurar-se em seu apartamento no Rio de Janeiro, onde morreria dormindo.