| Luis de Haro y Guzmán | |||||||||
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Luis Méndez de Haro y Guzmán, VI marquès del Carpio, gravat de Joannes Meyssens. | |||||||||
| Nascimento | Luis de Haro y Guzmán 17 de fevereiro de 1598 Valladolid | ||||||||
| Morte | 26 de novembro de 1661 (63 anos) Madrid | ||||||||
| Cidadania | Espanha | ||||||||
| Progenitores |
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| Cônjuge | Catharina Fernandez de Córdoba y Aragon | ||||||||
| Filho(a)(s) | Doña Maria de Haro y Guzmán, Gaspar de Haro y Guzman (7. Marqués del Carpio), Juan Domingo Méndez de Haro y Fernández de Córdoba | ||||||||
| Irmão(ã)(s) | Enrique de Guzmán Haros | ||||||||
| Ocupação | político, militar, diplomata | ||||||||
| Cargo(s) | caballerizo mayor del rey (1648–1661)
favorito (1643–1661)
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| Título | Marquês del Carpio | ||||||||
Luís de Haro y Guzmán, VI marquês de Carpio, I Duque de Montoro, II Conde-Duque de Olivares (Valladolid, 17 de fevereiro de 1598 — Madrid, 26 de novembro de 1661) foi uma figura política do Império Espanhol e General do exército espanhol durante o período da Guerra da Restauração.
Destacou-se militarmente durante a Revolta da Catalunha e foi um dos principais negociadores do Tratado dos Pirenéus, no âmbito da Guerra dos Trinta Anos. Pelo contrário, durante a Guerra da Restauração a sua prestação foi considerada uma completa derrota, principalmente depois de liderar o exército espanhol na Batalha das Linhas de Elvas, no dia 14 de Janeiro de 1659.[carece de fontes]
Em 2014, a história de Dom Luís de Haro, foi integrada num novo projeto do Ministério da Defesa Nacional, criado com o apoio do Turismo de Portugal, chamado Turismo Militar, que apresenta roteiros históricos baseados em heróis portugueses.