| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Antônio Monfrini Neto | |
| Data de nascimento | 23 de junho de 1950 | |
| Local de nascimento | São Paulo, São Paulo, Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Data da morte | 10 de dezembro de 2025 (75 anos) | |
| Local da morte | São Paulo, São Paulo, Brasil | |
| Apelido | Manfra | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | aposentado | |
| Posição | ex-meio-campista | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1967–1972 1972–1973 1973–1975 1976–1979 1980–1981 |
Ponte Preta Palmeiras Fluminense Botafogo Juventus-SP |
4 (4) 157 (61) 25 (5) |
Antônio Monfrini Neto, mais conhecido como Manfrini (São Paulo, 23 de junho de 1950 – São Paulo, 10 de dezembro de 2025), foi um empresário e futebolista brasileiro, que atuou como meia-atacante.
Sua carreira teve início em Campinas, pela Ponte Preta, clube que defendeu de 1967 a 1972. Seu primeiro gol foi na vitória da Ponte sobre a AA Votuporanguense por 1 a 0.
Teve uma rápida passagem pelo Palmeiras, pelo qual jogou quatro partidas e marcou quatro gols.
Em 1973, chegou ao clube onde mais se destacou, o Fluminense. Foi o artilheiro do Campeonato Carioca de Futebol daquele ano, com 13 gols, dois dos quais contra o Flamengo na final, sob uma forte chuva — fato que lhe rendeu os apelidos de "Craque da Chuva" e "Gene Kelly", em alusão ao filme Cantando na Chuva.
Nos seus três anos no Tricolor ganhou dois campeonatos cariocas (1973 e 1975), além de chegar a uma semifinal, no Campeonato Brasileiro de 1975.
Dois anos depois, ajudou a conquistar mais um título estadual, e mais uma vez na artilharia. Naquele mesmo ano, transferiu-se para o Botafogo, encerrando uma história de 157 jogos e 61 gols pelo tricolor carioca.
Em 1981, encerrou a carreira em sua cidade natal, defendendo o Clube Atlético Juventus.
Em 2009, o escritor Marcelo Pitanga citou Manfrini como um dos maiores ídolos do Fluminense, em seu livro Fluminense (Meu) Eterno Amor. O jogador assinou o texto da contracapa.
Atualmente, Manfrini mora no Tradicional bairro da Mooca, de onde administrava sua empresa dada como falida, Gráfica Pinhal, dada como falida em agosto daquele ano.
Manfrini morreu na madrugada do dia 10 de dezembro de 2025, em São Paulo, aos 75 anos. As causas da morte não foram divulgadas.