| Manon 70 | |
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1968 • cor • 105 min | |
| Gênero | comédia romântica |
| Direção | Jean Aurel |
| Produção | Robert Dorfmann Yvon Guézel |
| Roteiro | Jean Aurel Cécil Saint-Laurent |
| Baseado em | Manon Lescaut do abade Prévost |
| Elenco | Catherine Deneuve Elsa Martinelli Sami Frey Robert Webber Paul Hubschmid Jean-Claude Brialy |
| Música | Serge Gainsbourg |
| Cinematografia | Edmond Richard |
| Edição | Anne-Marie Cotret |
| Companhias produtoras | Les Films Corona Transinter Films Roxy Films Panda Films |
| Distribuição | Valoria Films (França) CIDIF (Itália) |
| Lançamento | 21 de fevereiro de 1968 (França) 18 de abril de 1968 (Itália) 17 de maio de 1968 (Alemanha Ocidental) |
| Idioma | francês |
| Receita | US$ 3.253.380 |
Manon 70 é um filme de comédia romântica de 1968 dirigido por Jean Aurel e estrelado por Catherine Deneuve, Elsa Martinelli, Sami Frey, Robert Webber, Paul Hubschmid e Jean-Claude Brialy. O roteiro de Aurel e Cécil Saint-Laurent é vagamente baseado no romance de 1731, Manon Lescaut, de Antoine François Prévost. A música original foi composta por Serge Gainsbourg.
Manon é um espírito livre e amoral que usa o sexo para se cercar em um ambiente relativamente luxuoso. O jornalista François a vê no aeroporto e se apaixona por ela. Assim que eles pousam em Paris, ele faz sua jogada e a rouba do homem com quem ela estava viajando. François e Manon se apaixonam, mas o irmão de Manon quer viver da irmã e causa problemas. Manon tenta sair com um homem rico ao mesmo tempo que François.
Deneuve disse mais tarde que queria trabalhar com Jean Aurel porque gosta de seu filme De l'amour (1964). Sobre Manon 70, ela disse:
"Tenho muita estima por Jean Aurel. Se Manon não é um grande sucesso, provavelmente é porque o diretor não estava em sua melhor forma. Nem eu. Não considero Manon um fracasso, ou se for, quero apenas considerar o aspecto instrutivo." - Catherine Deneuve, Le Nouveau Cinémonde, 1970.
O filme teve uma recepção polarizada, com discussões acerca do caráter de Manon e se ela era uma aproveitadora ou uma mulher emancipada, representante dos ideais feministas. Com o tempo, o filme tornou-se um clássico do cinema francês, sendo lembrado pelo seu estilo como os penteados, as roupas e mesmo as boinas francesas.