CBI (emissora de televisão)

Canal Brasileiro da Informação
Canal Brasileiro da Informação CBI Ltda.
TipoComercial
SedeSão Paulo
Área de transmissãoGrande São Paulo e Brasília
RedeTV Universal
Propriedade
Proprietário(s)Fernando Di Gênio Barbosa
Empresa-mãeGrupo Mix de Comunicação
Antigo(s) proprietário(s)João Carlos Di Genio (1995-2022)
PresidenteFernando Di Gênio Barbosa
Emissora(s) irmã(s)
História
Fundaçãojulho de 1995 (31 anos)
Fundador(es)João Carlos Di Gênio
Nome(s) anterior(es)Mega TV (2009-2022)
Rede(s) anterior(es)TV Shop Tour (1995-2005)
Informações técnicas
PrefixoZYB 877

CBI (sigla para Canal Brasileiro da Informação) é uma emissora de televisão brasileira sediada em São Paulo, capital do estado homônimo. Pertence ao Grupo Mix de Comunicação, que também detém a RBI TV. Lançado em 1995, a CBI ficou conhecida por sua atuação como um canal voltado ao varejo. Desde maio de 2022, a emissora transmite a programação da Igreja Universal do Reino de Deus.

História

Em 1995, com o fracasso da TV Jovem Pan, os empresários João Carlos Di Gênio e Hamilton Lucas de Oliveira transformaram o canal 16 UHF de São Paulo em um canal voltado a vendas, intitulado de Canal Brasileiro da Informação (CBI). Para isso, fechou uma parceria com o Shop Tour, de propriedade de Luiz Galebe, programa de vendas que já havia sido transmitido por diversas redes de TV aberta, que naquele momento passou a ser responsável por ocupar 22 horas diárias de programação do canal.

O CBI se tornou o canal UHF mais assistido na capital paulista, superando os concorrentes Canal 21 e até a MTV Brasil. De acordo com pesquisas da época, um em cada três telespectadores faziam compras ou pesquisavam preços por meio do programa.

Logotipo da emissora entre 2014 e 2022, quando se chamava Mega TV.

Em 2005, a Shop Tour conseguiu a concessão do canal 46 UHF na capital paulista, rompendo com a CBI no mês de março. Por sua vez, o canal passou a transmitir um programa de vendas muito semelhante ao Shop Tour, chamado MIX TV (com letras maiúsculas, para não ser confundido com o canal musical do mesmo nome, lançado em janeiro do mesmo ano), que foi proibido por alguns dias após Luiz Galebe conseguir uma liminar judicial contra o formato. Após algum tempo, o canal retornou com o formato de varejo, passando a transmitir programas de entrevistas. Em 15 de outubro de 2009, a emissora adotou o nome Mega TV.

Em março de 2014, o canal foi condenado por veicular publicidade excessiva, ultrapassando os 25% do tempo diário.

No final de abril de 2022, a Mega TV encerrou o seu departamento de vendas. Em 1º de maio, sua programação foi encerrada e no dia seguinte passou a retransmitir os programas da Igreja Universal. Com a mudança, o canal voltou a se chamar CBI.

Referências

  1. ↑ «Mega TV encerra programação e passa a transmitir conteúdo da Igreja Universal». Rafael Alves - portalintermedia.com. 2 de maio de 2022. Cópia arquivada em 9 de agosto de 2022
  2. ↑ «BALCÃO NA TV». TV-Pesquisa. 30 de março de 1995. Consultado em 12 de fevereiro de 2017
  3. 1 2 «PARA A AUDIÊNCIA CBI SE CHAMA 'CANAL SHOP TOUR'». TV-Pesquisa. 18 de abril de 1999. Consultado em 13 de fevereiro de 2017
  4. ↑ Daniel Castro (23 de março de 2001). «"SHOP TOUR" GANHA CANAL EM SP E ROMPE COM CBI». TV-Pesquisa. Consultado em 13 de fevereiro de 2017
  5. ↑ Daniel Castro (19 de maio de 2005). «CLONE». TV-Pesquisa. Consultado em 13 de fevereiro de 2017
  6. ↑ Caio Felipe (7 de outubro de 2014). «História da TV: O Grupo MIX chega a Televisão Brasileira!». TV a Cabo & Digital. Consultado em 15 de junho de 2016
  7. ↑ Carlos Franco (19 de abril de 2001). «SHOP TOUR VAI VIRAR REDE DE TELEVISÃO ABERTA». TV-Pesquisa. Consultado em 13 de fevereiro de 2017
  8. ↑ «Mega TV encerra programação e passa a transmitir o conteúdo da Igreja Universal». Portal Intermedia
  9. ↑ «Três emissoras são condenadas por excesso de publicidade» (aspx). Tela Viva. 6 de março de 2014. Consultado em 18 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 10 de março de 2014
  10. ↑ «Mega TV encerra programação e passa a transmitir conteúdo da Igreja Universal»
  11. ↑ Ricco, Flávio. «Midias sociais não podem se eximir de responsabilidades». entretenimento.r7.com

Ligações externas