| Merrily We Live | |
|---|---|
Cartaz promocional | |
| Estados Unidos 1938 • p&b • 95 min | |
| Gênero | drama |
| Direção | Norman Z. McLeod |
| Produção | Milton H. Bren Hal Roach (não creditado) |
| Roteiro | Eddie Moran Jack Jevine |
| Baseado em | The Dark Chapter; a Comedy of Class Distinctions (romance) de E. J. Rath They All Want Something (peça de teatro) de Courtenay Savage |
| Elenco | Constance Bennett Brian Aherne Alan Mowbray |
| Música | Marvin Hatley |
| Direção de fotografia | Norbert Brodine |
| Direção de arte | Charles D. Hall |
| Efeitos especiais | Roy Seawright |
| Edição | William Terhune |
| Companhia produtora | Hal Roach Studios |
| Distribuição | MGM |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
Merrily We Live é um filme norte-americano de 1938, do gênero comédia, dirigido por Norman Z. McLeod e estrelado por Constance Bennett e Brian Aherne.
Numerosos críticos tem declarado erroneamente que o roteiro se baseia em My Man Godfrey de 1936, quando na verdade é um retrabralho de What a Man de 1930, que adaptou o romance de 1924 The Dark Chapter; a Comedy of Class Distinctions de E. J. Rath e da peça da Broadway de 1926 They All Want Something de Courtenay Savage.

Com o sucesso de Topper, que revitalizou a carreira declinante de Constance Bennett, o produtor Hal Roach reuniu-a novamente com vários membros da equipe daquele filme, com o intuito de obter novo sucesso. A fórmula funcionou e Merrily We Live, apesar de considerado mera cópia de My Man Godfrey, foi bem acolhido pelo público e pela crítica.
Exceto por dois outros filmes com O Gordo e o Magro, Merrily We Live concluiu a longa parceria entre Roach e a MGM. Suas produções passaram a ser distribuídas pela United Artists, que, ironicamente, viria a ser adquirida pela própria MGM anos mais tarde.
O filme recebeu cinco indicações ao Oscar, inclusive na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (para Billie Burke).
Segundo o crítico e historiador Ken Wlaschin, este é um dos dez melhores trabalhos de Constance Bennett no cinema.
Constance Bennett, Alan Mowbray, Billie Burke e o diretor Norman Z. McLeod, que estiveram juntos também em Topper, voltariam a ser reunidos por Hal Roach para a continuação deste, Topper Takes a Trip, realizado neste mesmo ano de 1938.
Matrona da alta sociedade, que tem mania de dar emprego a ex-condenados e vagabundos, acolhe o andarilho Wade Rawlins. Enquanto passa de mordomo a motorista, Wade vai de encontro à falsidade da família, mas a todos acaba por conquistar, inclusive a filha Jerry, que é a mais arrogante entre todos da casa.
| Patrocinador | Prêmio | Categoria | Situação |
|---|---|---|---|
| Academia de Artes e Ciências Cinematográficas | Oscar | Melhor Atriz Coadjuvante (Billie Burke) Melhor Fotografia Melhor Direção de Arte Melhor Canção Original Melhor Mixagem de Som |
Indicado Indicado Indicado Indicado Indicado |
| Ator/Atriz | Personagem |
|---|---|
| Constance Bennett | Jerry Kilbourne |
| Brian Aherne | Wade Rawlins |
| Alan Mowbray | Grosvenor |
| Billie Burke | Senhora Kilbourne |
| Patsy Kelly | Etta |
| Ann Dvorak | Minerva Harlan |
| Tom Brown | Kane Kilbourne |
| Clarence Kolb | Senhor Kilbourne |
| Bonita Granville | Marian Kilbourne |
| Marjorie Rambeau | Senhora Harlan |
| Phillip Reed | Herbert Wheeler |
| Willie Best | George |
| Sidney Bracey | Mordomo |
| Paul Everton | Senador Harlan |
| Marjorie Kane | Rosa |
| Kenneth Harlan | Mr. Remington (não creditado) |