| monochrom | |
|---|---|
| Tipo | Coletivo artístico |
| Fundação | 1993 |
| Sede | MuseumsQuartier, Viena, Áustria |
| Website | www |
monochrom é um coletivo artístico austríaco fundado em 1993 e sediado no MuseumsQuartier, em Viena. Sua atuação situa-se na interseção entre arte, tecnologia e teoria, com projetos em áreas como performance, intervenção artística, publicação, cinema, curadoria e organização de eventos.
O coletivo foi fundado por Johannes Grenzfurthner e Franz Ablinger. Em seus primeiros anos, o grupo se desenvolveu em torno de uma prática editorial e de publicação independente, expandindo depois sua atuação para formatos performáticos, audiovisuais e expositivos.
Desde 1997, o grupo mantém a editora edition mono, dedicada à publicação de livros ligados a arte, teoria, tecnologia e cultura popular.
Entre os projetos associados ao grupo estão Roboexotica, Arse Elektronika e Soviet Unterzoegersdorf.
Ao longo de sua trajetória, o monochrom desenvolveu trabalhos em diferentes mídias e contextos, sendo descrito por fontes externas como um coletivo voltado à crítica cultural, à experimentação com formatos midiáticos e à articulação entre arte e tecnologia. Em perfis publicados na imprensa austríaca, o grupo foi apresentado como uma presença duradoura da cena cultural vienense, associada a humor, teoria, cultura nerd e intervenção artística.
Alguns projetos do coletivo receberam cobertura internacional. O festival Roboexotica, ligado ao grupo desde o fim da década de 1990, foi abordado por veículos como Reuters e Wired, que destacaram sua combinação de robótica, humor e cultura de bar.
Em 2002, o nome do coletivo ganhou projeção internacional com o projeto do artista fictício Georg Paul Thomann, apresentado no contexto da Bienal de São Paulo. O episódio foi discutido como uma intervenção crítica sobre representação nacional e mecanismos de legitimação no sistema de arte contemporânea.
Outro projeto do grupo a receber cobertura internacional foi a série de performances Buried Alive, abordada pela revista Huck em 2016.