| Monster House | |
|---|---|
Cartaz de lançamento do filme. | |
| No Brasil | A Casa Monstro |
| Em Portugal | A Casa Fantasma |
| Estados Unidos 2006 • cor • 90 min | |
| Género | animação, comédia de terror sobrenatural, mistério |
| Direção | Gil Kenan |
| Produção | Steve Starkey Jack Rapke |
| Produção executiva | Robert Zemeckis Steven Spielberg Jason Clark |
| Roteiro | Dan Harmon Rob Schrab Pamela Pettler |
| História | Dan Harmon Rob Schrab |
| Elenco | Mitchel Musso Sam Lerner Spencer Locke Steve Buscemi Maggie Gyllenhaal Jason Lee Kathleen Turner |
| Música | Douglas Pipes |
| Direção de fotografia | Xavier Pérez Grobet |
| Efeitos especiais | Jay Redd |
| Edição | Adam P. Scott Fabienne Rawley |
| Companhias produtoras | Columbia Pictures ImageMovers Amblin Entertainment Relativity Media |
| Distribuição | Sony Pictures Releasing |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 75 milhões |
| Receita | US$ 141.861.243 |
Monster House (bra: A Casa Monstro; prt: A Casa Fantasma) é um filme americano de animação do gênero comédia de terror sobrenatural de 2006 dirigido por Gil Kenan, em sua estreia como diretor de cinema, a partir de um roteiro escrito por Pamela Pettler e a dupla de roteiristas Dan Harmon e Rob Schrab, sendo baseado em uma história concebida por Harmon e Schrab. Seu enredo gira em torno de um bairro sendo aterrorizado por uma casa mal-assombrada senciente durante as festividades do Halloween. O filme conta com os atuações de voz de Mitchel Musso, Sam Lerner, Spencer Locke, Steve Buscemi, Maggie Gyllenhaal, Kevin James, Nick Cannon, Jason Lee, Fred Willard, Jon Heder, Catherine O'Hara e Kathleen Turner.
Produzido pela Columbia Pictures e Relativity Media, em conjunto com os estúdios ImageMovers (de Robert Zemeckis) e Amblin Entertainment (de Steven Spielberg), os personagens humanos foram animados através da técnica da captura de movimento, que foi empregada anteriormente no filme anterior de Zemeckis, The Polar Express de 2004. Monster House foi o primeiro filme de animação por computador da Sony/Columbia, sendo co-produzido pela empresa subsidiária de efeitos especiais Sony Pictures Imageworks, bem como o primeiro filme de animação da Relativity.
Foi lançado comercialmente nos cinemas dos Estados Unidos pela Sony Pictures Releasing em 21 de julho de 2006. Recebeu críticas geralmente positivas e arrecadou quase US$ 142 milhões em todo o mundo contra um orçamento de US$ 75 milhões. A produção ganhou indicações ao Óscar de Melhor filme de animação e ao Globo de Ouro na categoria homônima, perdendo para Happy Feet e Carros, respectivamente.
Na véspera do Halloween, o jovem Dustin James "D.J." Walters espiona seu vizinho idoso, Sr. Epaminondas, que costuma assustar as crianças da rua que se aproximam de sua propriedade e rouba seus brinquedos. Os pais de D.J. viajam para uma convenção, deixando-o sob os cuidados de sua babá adolescente Elizabeth "Zee". Mais tarde, o melhor amigo de D.J., Charles "Bocão" Peterson, perde sua bola de basquete no quintal da frente de Epaminondas, e D.J. tenta recuperá-la. Epaminondas confronta D.J. furiosamente, mas parece sofrer um ataque cardíaco e é levado por uma ambulância, fazendo os meninos acreditarem que ele morreu.
Quando o namorado de Zee, Magrão, a visita, ele relembra que Epaminondas roubou sua pipa quando era criança e menciona rumores de que ele teria canibalizado sua falecida esposa. Após ser expulso da residência dos Walters por Zee por ser agressivo demais, Magrão vê sua pipa presa na porta da frente da casa de Epaminondas e tenta recuperá-la, mas acaba sendo sugado para dentro da casa. D.J. e Bocão investigam e concluem que a casa parece estar possuída pelo espírito vingativo de Epaminondas.
Na manhã seguinte, a dupla salva uma escoteira, Jennifer "Jenny" Bennett, da casa enquanto ela vendia doces. Jenny chama os policiais Landers e Lister, mas a casa permanece inativa durante a visita dos agentes, que acabam ignorando a denúncia. As crianças então consultam um especialista local em fenômenos sobrenaturais, Reginald "Cabeça" Skulinski, que especula que a casa é uma criatura sobrenatural rara que só pode ser derrotada se seu "coração" for destruído. Deduzindo que a fornalha é o coração - uma vez que a casa não para de emitir fumaça pela chaminé desde que Epaminondas se foi -, as crianças constroem um boneco recheado com remédios para resfriado e o oferecem à casa, na esperança de fazê-la dormir.
No entanto, Landers e Lister surgem repentinamente na rua e frustam o plano das crianças, sendo devorados junto com elas pela casa. Dentro da casa adormecida, as crianças descobrem um santuário dedicado à esposa de Epaminondas, Constance, cujos restos mortais estão presos no chão de cimento. A casa desperta e tenta engoli-los, mas Jenny agarra um conjunto de lustres pendurados em forma de úvula e faz a casa "vomitá-los" de volta para fora.
Epaminondas retorna do hospital vivo e revela que Constance "é a casa". Ele explica que, quando se conheceram, Constance era uma participante relutante de um show de horrores em um circo por ser obesa. Epaminondas a ajudou a fugir, casou-se com ela e começou a construir uma casa para os dois. Durante os festejos de Halloween, as crianças do bairro começaram a provocá-la, fazendo com que ela caísse no porão, onde foi acidentalmente sufocada por uma betoneira ligada durante a confusão. Após a conclusão da casa, o espírito vingativo de Constance se fundiu a ela, obrigando seu marido a assustar as crianças para protegê-la.
D.J. diz a Epaminondas que eles precisam libertar Constance. Ao ouvir isso, a casa usa duas árvores para se erguer de seus alicerces e começa a perseguir o idoso e as crianças. Eles a atraem até um canteiro de obras próximo, onde Bocão a enfrenta usando uma escavadeira. D.J. joga dinamite pela chaminé, destruindo a casa. O espírito de Constance se despede de Epaminondas antes de finalmente ascender ao além, libertando-se de seu sofrimento. Epaminondas então devolve todos os brinquedos que ele havia tomado das outras crianças da rua, enquanto D.J. e Bocão decidem sair para pedir doces no Halloween, algo que D.J. antes achava que eles já eram velhos demais para fazer. Enquanto isso, todas as vítimas da casa emergem do porão ilesas.

Monster House foi inicialmente criado na DreamWorks Animation SKG, com base em uma proposta do animador novato Gil Kenan. Tendo acabado de terminar a escola de cinema recentemente, Kenan vinha se reunindo com produtores de cinema por um tempo, mas não obteve sucesso, com um roteiro baseado na série de videogames Pac-Man não sendo produzido. Depois que Kenan recebeu o roteiro de Dan Harmon e Rob Schrab para a produtora ImageMovers, Kenan teve uma reunião com o chefe de história Bennett Schneir, onde ele pôde lançar sua visão para o filme. Schneir havia trabalhado para Robert Zemeckis como chefe de desenvolvimento na ImageMovers e Kenan teve uma reunião com Zemeckis logo depois, aparentemente devido aos cineastas quererem um diretor para o projeto o mais rápido possível. Após impressionar Zemeckis com sua proposta, Kenan então teve uma reunião com Steven Spielberg, onde ele apresentou o projeto para Spielberg em uma apresentação com alguns esboços e desenhos que ele havia desenhado antes de conhecer Zemeckis. Em 2004, o estúdio conseguiu tirar o projeto do papel após conseguir um acordo com a Sony Pictures Entertainment para a distribuição o filme, cuja produção teve início em 23 de agosto daquele ano com Zemeckis e Spielberg atuando como produtores executivos.
O roteiro original de Monster House era, nas palavras de Kenan, "absolutamente brilhante e hilário". Devido à sua experiência como contador de histórias, Kenan decidiu preservar todos os personagens e o tom da história de Harmon e Schrab, mas acrescentou a ideia de que a casa era possuída por uma alma, levando à criação da personagem Constance e à história de fundo da casa. Para ajudá-lo a revisar o roteiro e introduzir Constance e Epaminondas na trama, Kenan trouxe Pamela Pettler após ver seu trabalho de escrita em A Noiva Cadáver (2005). Eles trabalharam no roteiro na casa dela e, para cumprir o prazo estabelecido, finalizaram um rascunho rapidamente e o enviaram para Amy Pascal, presidente da Columbia Pictures, subsidiária da Sony. Enquanto o trabalho no roteiro estava em andamento, em poucos meses de preparação, Kenan reuniu uma equipe de artistas de storyboard liderada por Simeon Wilkins em Studio City, Los Angeles, para montar pranchas rudimentares com diálogos improvisados e trilhas sonoras temporais, com Khang Lee e Chris Appelhans colaborando nas pinturas do filme.
O filme foi rodado usando captura de movimento, no qual os atores realizaram os movimentos e falas dos personagens enquanto estavam ligados a sensores, um processo pioneiro de Zemeckis para seu filme de 2004 The Polar Express. Zemeckis estava no processo de começar a filmar The Polar Express quando conheceu Kenan, que visitou o set para ver como o filme foi filmado e discutiu com Kenan como eles iriam filmar exatamente Monster House, decidindo que eles deveriam priorizar a história antes da tecnologia de filmagem, embora Kenan sempre tenha sentido que a história deveria usar animação para criar um mundo com uma casa viva, pois ele opinou que tornar a casa uma ameaça viável e ao mesmo tempo um "personagem" funcionaria melhor em um cenário animado. Monster House foi o primeiro longa-metragem de animação a usar o software de renderização Arnold (co-desenvolvido pela Sony Pictures Imageworks) e o primeiro longa-metragem inteiramente renderizado com path tracing.
A escalação de dubladores para o longa foi um processo trabalhoso, especialmente para o trio principal, que foi interpretado por Mitchel Musso, Sam Lerner e Spencer Locke. Kenan concordou com o chefe de animação Troy Saliba que os atores eram necessários para retratar os papéis de uma forma crível. Muitos dos artistas do filme interpretaram os papéis no set e aprimoraram os atores principais por meio de animação posada que impulsionou os exageros de suas performances para fazê-las parecer sutis e reais.
Ed Verreaux atuou como designer de produção de Monster House. Para projetar o bairro onde a história se passa, Verreaux percebeu que o cenário do filme precisava se assemelhar ao de filmes dos anos 1980, como E.T. O Extraterrestre (lançado em 1982 por Spielberg). Durante suas discussões com Harmon e Schrab, Kenan foi informado de que o cenário do filme foi inspirado no de Wisconsin e Minneapolis. Verreaux e Kenan fizeram uma viagem de reconhecimento juntos para projetar os locais do filme, que envolveu uma visita aos estúdios da Universal, durante a qual eles tiveram acesso à rua suburbana que serviu de cenário para o filme The 'Burbs (1989), bem como ao bairro que serviu de locação do seriado Desperate Housewives e à casa de Psycho (1960).
Assim como ocorreu em The Polar Express, uma versão 3D estereoscópica do filme foi criada e teve um lançamento especial limitado em estéreo 3D digital junto com a versão "plana". Enquanto The Polar Express foi produzido para o formato de filme gigante 3D IMAX 70mm, Monster House foi lançado em aproximadamente 200 cinemas equipados para a nova projeção estereoscópica RealD 3D. O processo não foi baseado em filme, mas foi puramente digital. Como o material de origem original foi "construído" em 3D virtual, ele criou um ambiente estereoscópico muito rico. Para o lançamento desse formato, o estúdio o apelidou de "Imageworks 3D".
O longa estreou nos cinemas americanos em 21 de julho de 2006 juntamente com Clerks II, Lady in the Water e My Super Ex-Girlfriend, arrecadando US$ 22,2 milhões em seu fim de semana de estreia, ficando em segundo lugar nas bilheterias norte-americanas, atrás de Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest. O filme encerrou sua temporada nos cinemas em 22 de outubro de 2006, tendo arrecadado US$ 73,7 milhões na América do Norte e US$ 68,2 milhões no exterior, totalizando US$ 141,9 milhões em todo o mundo, contra um orçamento de produção de US$ 75 milhões.
O portal de críticas cinematográficas Rotten Tomatoes dá ao filme uma taxa de aprovação de 74%, com base em 160 avaliações, onde obtém a classificação média de 6,8/10; o consenso crítico do site diz: "Monster House dá as boas-vindas a crianças e adultos ao mundo do terror através de uma casa cheia de diversão inteligente e monstruosa". No Metacritic, o filme tem a pontuação 68/100 com base em 32 críticos, indicando "avaliações geralmente favoráveis". O público dos cinemas pesquisado pelo CinemaScore deu ao filme uma nota média "B" em uma escala de "A+" a "F".
O crítico Roger Ebert avaliou muito bem o filme, dando-lhe quatro estrelas de quatro em sua crítica, chamando-o de "um dos filmes de animação mais originais e emocionantes que já vi em muito tempo", comparando-o às obras de Tim Burton. Ian Freer, crítico de cinema da Empire, deu ao filme 4 de 5 estrelas, afirmando: "Uma espécie de Goonies para os anos 2000, Monster House é um passeio de emoção visualmente deslumbrante que atinge alturas maiores por meio de seus personagens vencedores e emoções pungentemente gravadas. Um filme assustador, afiado e engraçado, este é o melhor filme infantil do ano até agora". Jane Boursaw, da Common Sense Media, também deu 4 estrelas de 5, dizendo: "Este é um daqueles filmes em que todos os planetas se alinham: uma equipe de primeira linha (diretor Gil Kenan; produtores executivos Steven Spielberg e Robert Zemeckis), vozes memoráveis que se encaixam perfeitamente nos personagens; e uma ótima história com plano de fundo engenhoso e um final cheio de reviravoltas". Roger Moore do jornal Orlando Sentinel também deu ao filme quatro estrelas de cinco, dizendo: "Essa Casa Monstro é uma verdadeira casa divertida. É um filme infantil de animação 3D construído em linhas clássicas de terror gótico, um Goonies brincalhão e assustador para o novo milênio". Scott Bowles, crítico do USA Today, deu ao filme uma crítica positiva, dizendo que: "[O filme] trata as crianças com respeito. Os pré-adolescentes de Monster House são sarcásticos, acham que são mais espertos que seus pais e estão ficando loucos pelo sexo oposto". O apresentador Michael Medved chamou o filme de "engenhoso [...], astuto, inteligente [e] engraçado", ao mesmo tempo em que alertou os pais sobre deixar crianças pequenas vê-lo devido à sua natureza assustadora e intensa, acrescentando que uma "classificação PG-13 teria sido mais apropriada do que um PG". Em resenha para o The New York Times, o crítico A. O. Scott comentou: "Um dos arquétipos assustadores da imaginação infantil - a casa escura e misteriosa do outro lado da rua - é literalmente trazido à vida em Monster House, um filme de animação maravilhosamente assustador dirigido por Gil Kenan".
Ainda sim, o longa também recebeu críticas negativas. O jornalista Frank Lovece, num comentário para a revista Film Journal International, apesar de ter elogiado o diretor Gil Kenan como "um talento a ser observado", criticou a "lógica interna [do filme] que está sempre mudando [...] Os pais de D.J. estão viajando, e a casa não se torna monstruosa na frente de sua babá adolescente, Zee. Mas se torna monstruosa na frente do namorado dela, Magrão. Não se torna monstruosa na frente dos dois policiais da cidade até que, em outra cena, se torne". Em uma crítica desdenhosa, Todd McCarthy da revista Variety escreveu: "Os fãs atentos de Harry Potter notarão que o roteiro descaradamente exalta os principais traços de personalidade dos três personagens jovens mais importantes de J. K. Rowling para seu trio principal: D.J., alto, moreno e sério, é Harry, o meio-idiota Bocão é Ron, e sua nova companheira, a ruiva espertinha da escola preparatória Jenny, é Hermione... [Monster House] é um passeio em um parque temático, com choques e solavancos fornecidos com regularidade confiável. Ao longo de noventa minutos, no entanto, a experiência é dessensibilizante, desanimadora e maçante demais".
| Cerimônia | Categoria | Recipiente(s) | Resultado |
|---|---|---|---|
| Oscar 2007 | Melhor filme de animação | Gil Kenan | Nomeado |
| Annie Award | Melhor filme de animação | Monster House | Nomeado |
| Melhor direção em uma produção de longa-metragem de animação | Gil Kenan | Nomeado | |
| Melhor dublagem em uma produção de longa-metragem de animação | Maggie Gyllenhaal | Nomeado | |
| Sam Lerner | Nomeado | ||
| Spencer Locke | Nomeado | ||
| Melhor roteiro para uma produção de longa-metragem de animação | Dan Harmon, Rob Schrab e Pamela Pettler. | Nomeado | |
| Globo de Ouro 2007 | Melhor filme de animação | Gil Kenan | Nomeado |
| Prêmio Saturno | Melhor filme de animação | Monster House | Nomeado |
| Melhor ator/atriz jovem | Mitchel Musso | Nomeado | |
| Melhor trilha sonora | Douglas Pipes | Nomeado | |
| Prêmios da Associação de Críticos de Cinema de Dallas–Fort Worth | Melhor filme de animação | Gil Kenan | Nomeado |
| Critics' Choice Awards | Melhor filme de animação | Gil Kenan | Nomeado |
| Online Film Critics Society | Melhor filme de animação | Monster House | Nomeado |
| Producers Guild of America Awards | Melhor filme de animação | Jack Rapke e Steve Starkey | Nomeado |
| Círculo dos Críticos de Cinema da Flórida | Melhor filme de animação | Gil Kenan | Venceu |
Em 2008, o American Film Institute indicou Monster House para sua lista dos "10 melhores filmes de animação americanos", embora o filme não foi incuído na lista final.
Um jogo de videogame homônimo baseado no filme foi lançado pela THQ em 18 de julho de 2006 para PlayStation 2, Nintendo GameCube, Game Boy Advance e Nintendo DS.
Uma história em quadrinhos complementar foi lançada em 14 de junho de 2006, com o título Monster House. Uma das histórias foi escrita por Joshua Dysart com uma segunda história escrita e ilustrada por Simeon Wilkins. A história em quadrinhos era focada nas vidas dos personagens Magrão e Cabeça.
Em 23 de junho de 2006, uma novelização do filme intitulada Monster House: There Goes the Neighborhood foi lançada, sendo escrita por Tom Hughes.
Em 25 de março de 2024, ao promover Ghostbusters: Frozen Empire, o diretor Gil Kenan abordou a possibilidade de uma sequência ou um filme spin-off.