Nelson Meurer | |
|---|---|
| Deputado federal pelo Paraná | |
| Período | 1 de fevereiro de 1995 até 2018 (6 mandatos consecutivos) |
| Prefeito de Francisco Beltrão | |
| Período | 1 de janeiro de 1989 até 31 de dezembro de 1993 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 23 de julho de 1942 Bom Retiro, SC |
| Morte | 12 de julho de 2020 (77 anos) Francisco Beltrão, PR |
| Partido | PDS (1981–1993) PP (1993–1995) PP (1995–2020) |
| Profissão | agropecuarista |
| Website | www.nelsonmeurer.com.br |
Nelson Meurer (Bom Retiro, 23 de julho de 1942 — Francisco Beltrão, 12 de julho de 2020) foi um agropecuarista e político brasileiro. Foi prefeito de Francisco Beltrão e deputado federal pelo Paraná.
Ocupou o cargo de prefeito de Francisco Beltrão, no interior do Paraná, de 1989 a 1993. Foi Deputado Federal, de 1995 até 2018, inicialmente pelo PPB e em 2003 pelo PP.
Em 14 de junho de 2016, apoiou o deputado Eduardo Cunha votando contra a sua cassação no comitê de ética da Câmara dos Deputados. Já na votação em plenário, que cassou o mandato de Cunha, em setembro de 2016, se absteve de votar. Votou a favor do Impeachment de Dilma Rousseff.
Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017, foi favorável à Reforma Trabalhista.
Em 2 de agosto de 2017, na votação sobre a admissibilidade da denúncia de corrupção passiva em desfavor do presidente Michel Temer, assinada pela PGR, votou pelo arquivamento.
Com o fim do mandato de deputado federal em 2018, Meurer não se candidatou para a reeleição ou para outro cargo nas eleições de outubro de 2018.
Morreu no dia 12 de julho de 2020 no hospital particular Policlínica São Vicente de Paula em Francisco Beltrão, Paraná, vítima da COVID-19. A época, o ex-deputado estava preso por condenação de corrupção.
Em 6 de março de 2015, foi incluído na lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato, e o Ministro Teori Zavascki do Supremo Tribunal Federal, autorizou a instauração dos Inquéritos PET 5294 e 5266, e a realização de instauração e diligências. Segundo a Procuradoria Geral da República, teria recebido 29,7 milhões de reais, 300 mil a cada mês entre 2006 e 2014; além de 4 milhões de reais em espécie e outros 500 mil reais na forma de doações eleitorais da construtora Queiroz Galvão.
No dia 29 de maio de 2018, foi condenado por unanimidade pelos ministros da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 13 anos e 9 meses de prisão em regime inicial fechado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Lava Jato
No dia 30 de outubro de 2019, o político e seu filho foram presos em Francisco Beltrão. Meurer foi levado para Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão para cumprir a condenação de 13 anos e 9 meses de prisão.