| The Further Side | |
|---|---|
Capa do álbum | |
| Álbum de estúdio de Nova Collective | |
| Lançamento | 10 de março de 2017 |
| Gravação | 2014–2016 |
| Gêneros | Metal progressivo, rock progressivo, jazz fusion |
| Duração | 47min52s |
| Gravadora | Metal Blade |
| Singles de The Further Side | |
| |
The Further Side é o álbum de estreia e, até 2026, o único do supergrupo anglo-estadunidense de metal progressivo Nova Collective, lançado em 10 de março de 2017 pela Metal Blade. Foi promovido pelo single "Dancing Machines", lançado anteriormente em 31 de janeiro.
O Nova Collective foi formado em 2014 pelo guitarrista inglês Richard Henshall (Haken, To-Mera ) e pelo baixista estadunidense Dan Briggs (Between the Buried and Me). Depois de trocarem demos e fazerem sessões jam, juntaram-se a eles o baterista estadunidense Matt Lynch (Cynic, Trioscapes) e o tecladista inglês Pete Jones (ex-Haken). O grupo anunciou em dezembro daquele ano que estava trabalhando em seu álbum de estreia, então previsto para o dia 3 de março de 2017.
O grupo se autodefine como uma mistura de jazz fusion e rock progressivo; críticos também viram elementos de ambos os gêneros e de metal progressivo em seu som, com alguns apontando toques de jazz latino, samba e world music.
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| Metal.de | 9/10 |
| Prog | |
| Sea of Tranquility | |
| Classic Rock | |
| Metal Injection | 9/10 |
O álbum foi aclamado pela crítica. Escrevendo para a revista Prog, Chris Cope disse que ele "vai muito além dos seus (da banda) grupos musicais habituais, mas ainda assim capta sutil e inteligentemente fragmentos das suas paletas vibrantes e coloridas" e concluiu dizendo que "é por vezes sombriamente demoníaco, mas totalmente inspirador, desafiante mas coeso, excêntrico mas focado. Mas é também quase certamente um dos lançamentos progressivos mais empolgantes dos últimos anos."
Sua colega da Future plc, Jo Kendall, na revista Classic Rock, escreveu que Henshall e Briggs "não fazem prisioneiros" no álbum, que ela chamou de "uma emocionante viagem de jazz-fusion [...]. Produção impecável, musicalidade sublime e algumas surpresas [...] apresentam uma nova unidade de tirar o fôlego."
Escrevendo para o site alemão Metal.de, Michael disse que o álbum "combina a espontaneidade americana com a natureza intransigente do prog (jazz) britânico clássico" e o considerou um trabalho "cuja enorme finesse técnica nunca se torna um fim em si mesma, mas sempre serve à música". Ele elogiou a produção do lançamento, comentando que "cada instrumento é soberbamente detalhado e recebe espaço suficiente para não ofuscar os demais. Como resultado, 'The Further Side' soa nítido e dinâmico, tornando fácil imaginar o NOVA COLLECTIVE arrasando ao vivo". Ele concluiu dizendo que "este supergrupo certamente fez jus ao seu status de 'super' e entregou uma estreia verdadeiramente impressionante. [...] O resultado é uma aventura musical diversificada que é surpreendentemente muito mais agradável do que se poderia esperar."
No site estadunidense Metal Injection, o autor Greg Kennelty iniciou sua resenha afirmando que o Nova Collective "compôs um álbum de estreia que resume magistralmente o rock progressivo e o metal modernos em seis músicas sucintas". Ele comentou que o poder do álbum "reside no reaparecimento de temas abrangentes ao longo de cada música e nas diferenças entre cada composição" e concluiu dizendo que "The Further Side é um ótimo álbum. Ele mantém a loucura espasmódica controlada do Between The Buried And Me, as reflexões eternamente estranhas e semiétnicas do Haken e os golpes sempre bombásticos e com forte influência de jazz do Trioscapes, mas adiciona um elemento temático e com forte influência de fusion à mistura que só pode ser classificado agora como Nova Collective."
Escrevendo para o site Echoes and Dust, Liam Savage considerou o álbum "uma abordagem moderna aos clássicos pesos-pesados do jazz fusion e do prog dos anos 1970". Ele ponderou que o som do baixo "não é colocado em primeiro plano de forma alguma neste álbum", enquanto "todos os outros membros têm tempo para mostrar seus respectivos instrumentos" e concluiu dizendo que "seria impossível pensar que, com a história e o talento de todos os membros da banda, este projeto não resultaria em algo além de pura genialidade, e é exatamente isso o que recebemos."
Em uma resenha de 5 estrelas para o Sea of Tranquility, o gerente do site Pete Pardo, descreveu o som como "uma fusão altamente intrincada, porém melódica, com músicas aventureiras, mas envolventes e acessíveis" e concluiu que "a magnitude de quão bom The Further Side realmente é me surpreendeu um pouco. Este pode muito bem ser o lançamento instrumental de prog/fusion de 2017, pessoal... é bom nesse nível."
O álbum foi eleito um dos melhores álbuns progressivos de 2017 pelo site The Prog Report e foi nomeado "Álbum Instrumental do Ano" pelo portal Sonic Perspectives.
| Faixas de The Further Side | |||
|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | |
| 1. | "Dancing Machines" (Máquinas Dançantes) | 09:46 | |
| 2. | "Cascades" (Cascatas) | 06:54 | |
| 3. | "Air" (Ar) | 06:51 | |
| 4. | "State of Flux" (Estado de Fluxo) | 09:40 | |
| 5. | "Ripped Apart and Reassembled" (Despedaçado e Remontado) | 05:42 | |
| 6. | "The Further Side" (O Outro Lado) | 08:59 | |
| Duração total: | 47:52 | ||