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| Nuri al-Said | |
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| Nascimento | dezembro de 1888 Bagdá |
| Morte | 15 de julho de 1958 (69–70 anos) Bagdá |
| Cidadania | Iraque |
| Cônjuge | Naima al-Said |
| Filho(a)(s) | Sabah |
| Alma mater |
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| Ocupação | político, militar |
| Distinções |
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| Cargo(s) | Primeiro-ministro do Iraque (1954–1957) Primeiro-ministro do Iraque (1950–1952) Primeiro-ministro do Iraque (1949–1949) Primeiro-ministro do Iraque (1946–1947) Primeiro-ministro do Iraque (1941–1944) Minister of Foreign Affairs (1940–1941) Primeiro-ministro do Iraque (1938–1940) … |
| Religião | islamismo, sunismo |
Nuri Pasha al-Said (1888 – 15 de julho de 1958) (em árabe: نوري السعيد) foi um político iraquiano durante o mandato britânico e durante o Reino do Iraque. Atuou em várias posições-chave no gabinete, e serviu sete mandatos como primeiro-ministro do Iraque.
Desde sua primeira nomeação como primeiro-ministro sob o mandato britânico em 1930, Nuri foi uma importante figura política no Iraque sob a monarquia. Durante seus muitos mandatos, esteve envolvido em algumas das decisões políticas fundamentais que moldaram o Estado iraquiano moderno. Em 1930, durante seu primeiro mandato, assinou o Tratado Anglo-Iraquiano, que, como um passo em direção a uma maior independência, a Grã-Bretanha concedeu o direito ilimitado de estação de suas forças armadas e trânsito de unidades militares através do Iraque. Igualmente deu legitimidade ao controle britânico da indústria petrolífera do país. Enquanto o tratado nominalmente reduziu envolvimento britânico em assuntos internos do Iraque, este foi apenas na medida em que o comportamento do Iraque não entrava em conflito com os interesses econômicos ou militares britânicos. Este acordo abriu o caminho para a independência nominal quando o mandato terminou em 1932. Ao longo de sua carreira Nuri foi um defensor de um papel britânico contínuo e extensivo dentro do Iraque. Estas políticas sempre foram assuntos de grande contenção.
Nuri foi uma figura controversa, com muitos inimigos, e teve que fugir de seu país em duas ocasiões distintas, ligadas a dois diferentes golpes. Até a derrubada da monarquia, em 1958, ele foi altamente impopular. Suas políticas, consideradas como pró-britânicas, foram consideradas como a maior responsável pelo mal progresso sócio-econômico do país. A pobreza e a injustiça social foram generalizadas, e Nuri tornou-se símbolo de um regime que não conseguiu resolver estas questões, escolhendo a repressão a fim de melhor proteger os interesses britânicos.
Em 15 de julho de 1958, um dia depois da revolução republicana, ele tentou fugir do país disfarçado de mulher, mas foi capturado e morto.