| O Grande Kilapy | |
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Cartaz promocional. | |
| Angola Brasil Portugal 2012 • cor • 100 min | |
| Género | comédia dramática |
| Direção | Zézé Gamboa |
| Codireção | Nuno Milagre |
| Produção | Fernando Vendrell |
| Coprodução | Tony Gamboa Assunção Hernandes |
| Produção executiva | Luís Alvarães Fernando Andrade |
| Roteiro | Luís Alvarães Luís Carlos Patraquim |
| Música | David Linx Diederik Wissels |
| Cinematografia | Mário Masini |
| Direção de arte | João Torres |
| Efeitos especiais | José André Luís Martins Luís Moreno Carlos Almeida |
| Figurino | Teresa Campos |
| Edição | Pascal Latil |
| Companhias produtoras | David & Golias Raiz Produções Cinematográficas Gamboa & Gamboa |
| Distribuição | David & Golias (Portugal e PALOP) Imovision (Brasil) |
| Lançamento | |
O Grande Kilapy é um filme luso-angolano-brasileiro do género comédia dramática, realizado por Zézé Gamboa e protagonizado por Lázaro Ramos, Pedro Hossi, João Lagarto, Patrícia Bull e São José Correia. Estreou-se nos cinemas de Angola a 9 de julho de 2013, no Brasil foi exibido a 23 de outubro, em Portugal a 30 de outubro de 2014 e em Moçambique a 9 de abril de 2015.
A palavra "kilapy" que dá título ao filme vem da língua Kimbundu e significa “golpe” ou “tramóia”.
O filme decorre nos últimos anos do colonialismo português em Angola, entre os finais da década de 1960 e 1975. Desenvolve-se através do testemunho, fictício, sobre a luta da libertação de Angola e a descolonização através do personagem de Joãozinho, um anti-herói apolítico.
Joãozinho estuda numa das Casas dos Império em Lisboa.