| Oliver Coates | |
|---|---|
Oliver Coates em 2008 | |
| Informações gerais | |
| Nascimento | Londres, Reino Unido |
| Gêneros | Música eletrónica, música ambiente, música erudita contemporânea |
| Ocupação | Violoncelista, compositor, produtor |
| Instrumento | Violoncelo |
| Período em atividade | Década de 2000–presente |
| Gravadoras | Prah, Slip, RVNG Intl. [en], Invada [en] |
| Afiliação | London Contemporary Orchestra [en] |
| Página oficial | olivercoates |
Oliver Coates (Londres) é um violoncelista, compositor e produtor britânico. Com formação clássica na Royal Academy of Music, foi violoncelista principal de várias orquestras londrinas e desenvolveu em paralelo uma obra a solo de música eletrónica e música ambiente, editada sobretudo pela RVNG Intl. [en] É também autor de bandas sonoras para cinema e televisão, entre as quais a de Aftersun (2022).
Natural de Londres, Coates começou a tocar violoncelo por volta dos seis anos. Estudou na Royal Academy of Music, onde se formou com as classificações mais altas da história da instituição. Foi violoncelista principal da London Contemporary Orchestra [en], da Aurora Orchestra [en], da London Sinfonietta e da Britten Sinfonia [en]. Em 2011 recebeu o prémio de jovem artista da Royal Philharmonic Society e foi artista residente no Southbank Centre [en], em Londres.
Como músico de estúdio, tocou nas bandas sonoras de Jonny Greenwood para There Will Be Blood e The Master, de Paul Thomas Anderson, e na de Mica Levi para Under the Skin. Participou também no álbum A Moon Shaped Pool (2016), dos Radiohead. Em 2009 gravou com Mira Calix [en] uma versão de um tema dos Boards of Canada.
O primeiro álbum a solo, Towards the Blessed Islands, saiu em 2013 pela Prah, que editou também o segundo, Upstepping (2016). No mesmo ano lançou com Mica Levi o álbum Remain Calm. Assinou depois pela editora nova-iorquina RVNG Intl., que publicou Shelley's on Zenn-La (2018), skins n slime (2020) e Throb, shiver, arrow of time (2024). Pela mesma editora gravou, em violoncelo a solo com múltiplas camadas, Canticles of the Sky, de John Luther Adams [en], peça cuja estreia britânica dirigira em 2017 com 32 violoncelistas. Abriu concertos de Thom Yorke na Europa e nos Estados Unidos e dos Radiohead em Old Trafford, e curou duas edições do ciclo DEEP∞MINIMALISM no Southbank Centre.
A banda sonora de Aftersun, primeira longa-metragem de Charlotte Wells, valeu-lhe uma nomeação para o prémio de melhor música original nos Prémios do Cinema Independente Britânico de 2022. Compôs também a música de The Stranger [en] (2022) e do documentário Occupied City [en] (2023), de Steve McQueen, e a da série Mary & George. Depois de começar a carreira em Londres, fixou-se em Glasgow.