| PL-7 | |
|---|---|
Um PL-7, operado pela Força Aérea Iraniana (na esquerda) | |
| Tipo | Míssil ar-ar de curto alcance |
| Local de origem | |
| História operacional | |
| Em serviço | 1987-presente |
| Guerras | Segunda Guerra do Congo |
| Histórico de produção | |
| Fabricante | Fábrica Nº 331 |
| Especificações | |
| Peso | 89 kg (200 lb) |
| Comprimento | 2,74 m (9,0 ft) |
| Diâmetro | 165 mm (6,5 in) |
| Envergadura | 66 mm (2,6 in) |
| Alcance operacional (míssil) | 7 km (4,3 mi) |
| Velocidade | Mach 1.2 |
| Sistema de orientação | infravermelhos |
O PL-7 (chinês: 霹雳-7; pinyin: Pī Lì-7; lit. "Relâmpago-7") é um míssil ar-ar de curto alcance guiado por infravermelho, produzido na Fábrica 331 (Fábrica de Aeromotores Zhuzhou) (中国株洲航空发动机厂). O PL-7 é a versão chinesa do míssil ar-ar francês R.550 Magic , sendo usado por caças chineses, não só no serviço ativo chinês, mas em outras forças aéreas, como a do Irã e Zimbábue.
O desenvolvimento do míssil iniciou em 1977, tendo como projetistas, Wu Shenduo e Wang Junkan. Em 1984, seis mísseis foram produzidos, sendo utilizados para provas, porém, estes sofriam de problemas técnicos, como espoletas instáveis, detonações prematuras e problemas no controle de qualidade. Até 1985, os problemas haviam sido resolvidos, voltando o míssil para a fase de provas. Em 1987, o míssil foi aprovado para produção.
O PL-7 é uma versão chinesa do R.550 Magic, na qual sofreu trabalhos de engenharia reversa durante os anos 70 e 80. Como o Magic, o PL-7 tem desempenho similar ao AIM-9J/H, utilizando canards para executar o seu controle. A cabeça de busca é resfriada por nitrogênio, utilizando um elemento Joule-Thompson.
Durante o fim de 2000 e 2001, BAE Hawks do Zimbábue teriam sido armados com mísseis PL-7 para mísseis de escolta contra possíveis MiG-21s da Uganda durante a sua implantação em apoio ao governo de Laurent Kabila.