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Partido Social Cristão | |
|---|---|
| Sigla | PSC |
| Número eleitoral | 20 |
| Presidente | Pastor Everaldo(Último Presidente) |
| Vice-presidente | Marcondes Gadelha |
| Fundação | 15 de maio de 1985 (41 anos) |
| Registro | 29 de março de 1990 (36 anos) |
| Dissolução | 15 de junho de 2023 (3 anos) |
| Sede | Brasília e Rio de Janeiro |
| Ideologia | |
| Espectro político | Direita à extrema-direita |
| Religião | Cristianismo |
| Think tank | Fundação da Liberdade Econômica Anteriormente: Fundação Instituto Pedro Aleixo (FIPA) |
| Ala de juventude | PSC Jovem |
| Ala feminina | PSC Mulher |
| Dividiu-se de | PDS |
| Fusão | Incorporou-se ao PODE |
| Cores | Verde |
| Slogan | "Meu Brasil conservador" |
| Página oficial | |
| psc | |
Partido Social Cristão (PSC) foi um partido político brasileiro fundado em 1985 e registrado definitivamente em 1990. Usava o Ichthys como simbologia. Em abril de 2023 possuía 405.903 filiados. Durante o governo de Jair Bolsonaro, o PSC apresentou alinhamento de 93% nas votações da câmara (até abril de 2021). No espectro político, era definido como de direita à extrema-direita.
Em 22 de novembro de 2022, anunciou a sua incorporação ao Podemos (PODE). No dia 8 de dezembro do mesmo ano, foi realizada a convenção conjunta dos partidos que formalizou o ato. Em 15 de junho de 2023, o TSE homologou a incorporação.
A história do PSC começou em 1970, com a criação do Partido Democrático Republicano (PDR). Em 1985, depois da reabertura política com o fim da ditadura militar, Vítor Nósseis deu continuidade ao trabalho da sigla com a fundação do PSC.[carece de fontes]

Em 1994, a legenda lançou o almirante reformado Hernani Goulart Fortuna como candidato a presidente. Ele logrou 0,38% dos votos e, consequentemente, a última colocação. Em 1998, o partido, que havia lançado Sérgio Bueno como presidenciável, conseguiu eleger dois deputados federais e 15 estaduais. Sérgio Bueno ficou em penúltimo lugar no pleito, com 124.659 votos. Em 2014, lançou a candidatura do pastor Everaldo Dias Pereira à presidência da República. Everaldo adotou um discurso economicamente liberal seguindo a Escola Austríaca e socialmente conservador em questões culturais e políticas públicas. No segundo turno, apoiou Aécio Neves, do PSDB.[carece de fontes]
Em março de 2016, filiou-se o deputado Jair Bolsonaro, do Rio de Janeiro, para ser candidato à presidência. Em janeiro de 2018, Luciano Bivar anunciou a filiação de Bolsonaro ao PSL. O partido decidiu tirar a candidatura do ex-presidente do BNDES, Paulo Rabello, à presidência da República, para indicá-lo como vice na chapa encabeçada pelo senador Alvaro Dias, do Podemos. Em 2018, o partido elegeu os governadores do Amazonas e do Rio de Janeiro, Wilson Lima e Wilson Witzel, respectivamente.
Nas eleições municipais de 2020, o partido elegeu 115 prefeitos (nenhum em capitais) e 1.510 vereadores.
Em 2022, o partido não conseguiu superar a cláusula de barreira nas eleições gerais. Consequentemente, iniciou negociações para realizar uma fusão ou ser incorporado a outro partido. Após não prosseguir em negociações com o PTB e com o Avante, em 22 novembro de 2022, anunciou a sua incorporação ao Podemos.
A convenção conjunta dos partidos, que formalizou a incorporação, foi realizada em 8 de dezembro de 2022. Em 16 de junho de 2023, a incorporação foi homologada pelo TSE.
A denominação "Social Cristão" vinha do que o partido definia como Doutrina Social Cristã, segunda a qual o cristianismo é um estado em que a sociedade que não segrega nem exclui, além de favorecer que as pessoas tomem decisões racionais em relação ao meio social.
O PSC defendia o conservadorismo social, se opondo ao aborto e à legalização das drogas. Na economia, apoiava a liberdade de mercado com a privatização de muitas das empresas estatais brasileiras conciliada com ampla seguridade social.
O PSC foi historicamente anticomunista.
Mandatos relevantes à época da incorporação
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Número de filiados
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| Legislatura | Bancada | % | ± |
|---|---|---|---|
| 49ª (1991–1995) |
5 / 503 |
0,99 | |
| 50ª (1995–1999) |
3 / 513 |
0,58 | |
| 51ª (1999–2003) |
2 / 513 |
0,38 | |
| 52ª (2003–2007) |
1 / 513 |
0,19 | |
| 53ª (2007–2011) |
9 / 513 |
1,75 | |
| 54ª (2011–2015) |
17 / 513 |
3,31 | |
| 55ª (2015–2019) |
13 / 513 |
2,53 | |
| 56ª (2019–2023) |
8 / 513 |
1,55 | |
| 57ª (2023–2027) |
6 / 513 |
1,16 |
Os números das bancadas representam o início de cada legislatura, desconsiderando, por exemplo, parlamentares que tenham mudado de partido posteriormente.
| Participação e desempenho do PSC nas eleições estaduais de 2022 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos. Em negrito estão os candidatos filiados ao PSC durante a eleição.Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PSC compôs. Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores. Não estão listados os futuros suplentes empossados.
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| Participação e desempenho do PSC nas eleições estaduais de 2018 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Candidatos majoritários eleitos (9 governadores e 13 senadores). Em negrito estão os candidatos filiados ao PSC durante a eleição.Os cargos obtidos na Câmara Federal e nas Assembleias Legislativas são referentes às coligações proporcionais que o PSC compôs. Tais coligações não são necessariamente iguais às coligações majoritárias e geralmente são menores. Não estão listados os futuros suplentes empossados.
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| Ano | Imagem | Candidato(a) a presidente | Candidato a vice-presidente | Coligação | Votos | Posição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1989 | Fernando Collor (PRN) |
Itamar Franco (PRN) |
Movimento Brasil Novo (PRN, PSC, PST, PTR) |
35.089.998 (53,03%) | 1ª | |
| 1994 | Hernani Fortuna (PSC) |
Vítor Nósseis (PSC) |
Sem coligação | 238.197 (0,38%) | 8ª | |
| 1998 | Sérgio Bueno (PSC) |
Ronald Abrahão Azaro (PSC) |
Sem coligação | 124.659 (0,18%) | 11ª | |
| 2010 | Dilma Rousseff (PT) |
Michel Temer (PMDB) |
Para o Brasil Seguir Mudando (PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PCdoB, PSC, PRB, PTC e PTN) |
55.752.529 (56,05%) | 1ª | |
| 2014 | Pastor Everaldo (PSC) |
Leonardo Gadelha (PSC) |
Sem coligação | 780.513 (0,75%) | 5ª | |
| 2018 | Alvaro Dias (PODE) |
Paulo Rabello de Castro (PSC) |
Mudança de Verdade (PODE, PRP, PSC e PTC) |
859.574 (0,8%) | 9ª |