Este artigo não cita fontes confiáveis. (agosto de 2021) |
| Tipo | |
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| Fundação | |
| Estilo | |
| Arquiteto | |
| Renovação |
até |
| Patrocinador | |
| Proprietário |
Baviera (a partir de ) |
| Estatuto patrimonial |
monumento do patrimônio arquitetônico da Baviera (d) |
| Estado de conservação |
preservado (d) |
| Localização |
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| Coordenadas |
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O Palais Holnstein é a residência do arcebispo de Munique e Frisinga desde 1818. Está localizado ao norte da cidade velha de Munique (Altstadt), na rua Kardinal-Faulhaber-Straße 7.
O arquiteto François de Cuvilliés construiu a mansão entre 1733 e 1737 para Sophie Caroline von Ingenheim, condessa de Holnstein, uma amante do príncipe-eleitor Carlos Alberto da Baviera, mais tarde imperador do Sacro Império Romano-Germânico, e para o filho de ambos, Franz Ludwig, 1º conde de Holnstein. A decoração interior foi feita por Johann Baptist Zimmermann.
É conhecido como o melhor exemplo que há em Munique de um palácio em estilo rococó, sendo o único palácio aristocrático na cidade com a distribuição original das salas. A fachada e muitos espaços internos se mantêm em seu estado original e dado que o palácio se encontra fechado para visitação pública, somente é possível contemplar a magnífica e elegante fachada.
De 1977 até 1982, o palácio serviu de residência ao arcebispo-cardeal Joseph Ratzinger (mais tarde, eleito Papa com o nome de Bento XVI), que se alojou ali durante sua última visita à arquidiocese em setembro de 2006.