| Patria | ||||
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| Patria (bra) | ||||
| Estados Unidos 1917 • p&b • 15 capítulos, 310 min | ||||
| Gênero | ação | |||
| Direção | Leopold Wharton (capítulos 1-10) Theodore Wharton (capítulos 1-10) Jacques Jaccard (capítulos 11-15) | |||
| Codireção | James Gordon | |||
| Produção | Leopold Wharton Theodore Wharton William Randolph Hearst | |||
| Roteiro | J.B. Clymer Charles W. Goddard Louis Joseph Vance | |||
| Elenco | Irene Castle Milton Sills Warner Oland | |||
| Cinematografia | Levi Bacon John K. Holbrook Ray June Lew Tree | |||
| Direção de arte | E. Douglas Bingham Archer Chadwick | |||
| Companhia produtora | Whartons Studio | |||
| Distribuição | International Film Service Pathé Exchange | |||
| Lançamento | ||||
| Idiomas | filme mudo intertítulos em inglês | |||
| Orçamento | $90,000 aprox. | |||
| Cronologia | ||||
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Patria é um seriado estadunidense de 1917, em 15 capítulos, categoria ação, estrelado por Irene Castle, Milton Sills e Warner Oland, baseado no romance The Last of the Fighting Channings, de Louis Joseph Vance. “Patria” foi um seriado independente, financiado por William Randolph Hearst, na liderança para a entrada dos Estados Unidos na I Guerra Mundial. O filme, em sua forma original, continha um forte sentimento anti-nipônico, e foi investigado por uma Comissão do Senado. O enredo sugere que a recente Guerra Civil Mexicana foi fomentada por uma aliança profana entre os governos japonês e mexicano, com o propósito expresso de conquistar os Estados Unidos em nome do Japão.
Os capítulos 1, 2, 3, 4 e 10 estão preservados no Museum of Modern Art, em Nova Iorque.
Considera-se que Patria seja a primeira personagem heroica a vestir a bandeira americana como parte de seu traje. O seriado tem forte impacto nacionalista, e os títulos sugeridos nos demais países tendenciaram à observação dessa característica. O título dado ao seriado na Argentina, por exemplo, foi La Heroina de Nueva York.
Espiões do Japão conspiram para roubar a fortuna de Channing e invadir os Estados Unidos, começando por Nova York e, em seguida, aliando-se aos mexicanos através da fronteira. Eles são interrompidos pelos esforços da herdeira de fábrica de munições Patria Channing e pelo agente do U. S. Secret Service, Capitão Donald Parr.
Fonte:

Patria foi financiado em cerca de $90,000 por William Randolph Hearst. A trama deixava implícito que os Estados Unidos em breve poderiam estar em guerra com o Japão, apesar de ele ser um aliado dos Estados Unidos na época. O enredo original envolveu uma operação de um espião japonês nos Estados Unidos em busca de ouro e munições.
O Presidente Thomas Woodrow Wilson questionou Hearst para modificar o seriado e remover material anti-nipônico. Como resultado, o nome de personagem de Warner Oland em cartazes foi mudado para “Manuel Morales” e o personagem foi mostrado mais frequentemente vestido com um terno, embora os demais personagens japoneses mantivessem seus quimonos nos primeiros episódios. A ação foi mudada também para a fronteira do México no episódio 11, o que torna a trama passível de erros; Pancho Villa não aparece no filme, Barão de Huroki e um novo personagem, General Nogi, continuam como adversários de Patria e o Capitão Parr leva Huroki ao suicídio no episódio 15.
O seriado foi baseado no romance The Last of the Fighting Channings, de Louis Joseph Vance.
Jacques Jaccard dirigiu cenas na Califórnia, enquanto Leopold Wharton e Theodore Wharton dirigiram em Ithaca, Nova Iorque.
A produção foi investigada por uma "Comissão do Senado" como propaganda alemã após a I Guerra Mundial. Um propagandista alemão, cujos artigos tinham aparecido nos jornais de Hearst, havia escrito uma carta a Franz von Papen explicando o esquema para usar um filme para depreciar o Japão. Capitão G. C. Lester, da US Military Intelligence, testemunhou que “Patria” havia explorado a ideia que fora estabelecida nas instruções do propagandista.