| Pazuzu | |
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| Rei dos demônios do vento Protetor das gestantes e mães | |
Estatueta assíria de Pazuzu, Museu do Louvre. | |
| Nome nativo | 𒀭𒅆𒊒𒍪𒍪 |
| Arma(s) | Ventos |
Na mitologia suméria, Pazuzu era o rei dos demônios do vento, filho do deus Hanbi. Ele também representava o vento sudoeste, que trazia as tempestades e a estiagem.
A origem de Pazuzu remonta a aproximadamente 1000 anos a.C, na Assíria, Mesopotâmia.
Pazuzu é frequentemente representado por uma criatura de corpo humano, mas com a cabeça de um leão ou cachorro, garras em vez de pés, dois pares de asas, cauda de escorpião e o corpo revestido de escamas. Normalmente essas representações vêm com a mão direita levantada e a esquerda abaixada, representando vida e morte, criação e destruição. A argola que fica sobre a cabeça das estatuetas indica que estas objetos eram usados em volta do pescoço ou pendurados nas casas, geralmente no local onde pessoas inválidas dormiam.
Pazuzu era conhecido por trazer a estiagem e a fome nas estações secas e as pragas nas estações chuvosas. Apesar de ser considerado um demônio, Pazuzu era invocado em amuletos para lutar contra a deusa Lamastu, um demônio feminino que se alimentava das crianças recém-nascidas e que acreditava-se ser o responsável por prejudicar a mãe durante o parto.
Pequenos amuletos, retratando Pazuzu, eram colocados no pescoço de mulheres grávidas a fim de protegê-las do demônio Lamastu. Tais amuletos eram também colocados na mobília do que era também invocado como proteção contra doenças trazidas pelos ventos, especialmente pelo vento oeste.