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| Peter Brook | |
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| Nascimento | Peter Stephen Paul Brook 21 de março de 1925 Chiswick |
| Morte | 2 de julho de 2022 (97 anos) Paris, França |
| Sepultamento | Cemetery of Jouars |
| Cidadania | Reino Unido, França |
| Cônjuge | Natasha Parry |
| Filho(a)(s) | Irina Brook, Simon Brook |
| Irmão(ã)(s) | Alexis Brook |
| Alma mater |
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| Ocupação | diretor de teatro |
| Distinções |
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| Empregador(a) | Théâtre des Bouffes du Nord |
| Obras destacadas | The Shifting Point: Forty Years of Theatrical Exploration, 1946-1987 |
| Página oficial | |
| http://www.newspeterbrook.com/ | |
Peter Stephen Paul Brook (Londres, 21 de março de 1925 – Paris, 2 de julho de 2022) foi um diretor de teatro e cinema britânico.
Estudou no Magdalen College, na Universidade de Oxford. Um dos mais respeitados profissionais de teatro da atualidade. Nasceu em Londres e estuda em Oxford. Começou a se interessar por teatro ainda na universidade, época em que foi influenciado pelo trabalho de dramaturgos como Bertolt Brecht e Antonin Artaud. Propõe um teatro de caracterização psicológica dos personagens que torne visível a "invisível" alma humana.
Procurou também imprimir caráter crítico e polêmico às montagens, substituindo a passividade do espectador pela participação do público no espetáculo. Fez sucesso a partir de 1955, quando dirigiu o ator Laurence Olivier na montagem de Titus Andronicus, de Shakespeare. A partir de 1962, tornou-se co-diretor da tradicional Royal Shakespeare Company, ao lado de Peter Hall.
Nos anos 70, fundou em Paris o Centro de Pesquisa Teatral. Sua carreira é marcada por encenação de peças no circuito teatral nova-iorquino do West End e da Broadway, além de em Paris e Londres. Levou o teatro e a literatura para o cinema com A Sombra da Forca (1953), peça de John Gay, Moderato Cantabile (1960), romance de Marguerite Duras, e O Senhor das Moscas (1962), romance de William Golding. Em 1966 montou Marat-Sade, de Peter Weiss, cuja filmagem também dirigiu.
Em 1966, foi agraciado com o Tony Award de melhor direção em peça de teatro pelo seu trabalho em Marat/Sade. Em 1968 transferiu-se para Paris e funda o Centro Internacional de Criação Teatral, no qual trabalhou até na direção de atores e em novas montagens.[carece de fontes] Em 1971, recebeu novamente o Tony na mesma categoria, dessa vez por dirigir A Midsummer Night's Dream. Seu último sucesso no cinema foi o filme Marabharata, de 1995.
Tem dois filhos: Irina Brook e Simon Brook.
A 26 de abril de 1991, foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, de Portugal.
Morreu em 2 de julho de 2022, aos 97 anos de idade, em Paris.
("É um dos dois maiores épicos clássicos da Índia, onde conta a história da Batalha de Kurukshetra")
The empty space
Brook, Peter (2007), O Espaço Vazio, Lisboa: Orfeu Negro.