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| Quilão de Esparta | |
|---|---|
איור משנת 1553 | |
| Pseudônimo(s) | Chilon of Sparta |
| Nascimento | 600 a.C. Esparta |
| Morte | 520 a.C. Pisa |
| Sepultamento | Heroon of Chilon at Sparta |
| Cidadania | Esparta |
| Ocupação | filósofo, escritor, poeta, político |
| Cargo(s) | éforo (556 a.C.–555 a.C.) |
Quilão ou Quílon de Esparta (Χείλων; século VI a.C.) foi um lacedemônio e um dos Sete Sábios da Grécia.
Quilão era filho de Damágeto, e viveu em direção ao início do século VI a.C. Heródoto fala dele como contemporário de Hipócrates, o pai de Pisístrato, e Diógenes Laércio declara que ele era um homem velho na 52ª Olimpíada (572 a.C.), quando estava no apogeu o fabulista Esopo, e que ele foi eleito éforo em Esparta na 56ª Olimpíada (556/5 a.C.). Alcidamas declarou que ele era um membro da assembléia espartana. Diógenes Laércio vai mesmo tão longe como clamar que Quilão foi também a primeira pessoa que introduziu o costume de unir-se os éforos aos reis como seus conselheiros. Diógenes informa que ele morreu devido ao excesso de alegria quando seu filho ganhou o prêmio de boxe nos Jogos olímpicos somado à fraqueza decorrente de sua idade avançada, e que seu funeral foi atendido por todos os gregos reunidos em assembléia no festival.
Diz-se que Quilão ajudou a sobrepujar a tirania em Sicião, que tornou-se um aliado espartano. Ele também é creditado com a mudança em política espartana levando ao desenvolvimento da Liga Peloponésia no século VI a.C.
Diógenes Laércio descreve-o como um escritor de poemas elegíacos, e atribui muitos ditados a ele:
Segundo Diógenes Laércio, em sua estátua havia a seguinte inscrição: