Este artigo não cita fontes confiáveis. (outubro de 2020) |
| Raimundo Nonato | |
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| Religioso, Presbítero e Confessor | |
| Nascimento | 1204 Portell, Comarca de Segrià, Principado da Catalunha, Coroa de Aragão |
| Morte | 31 de agosto de 1240 (36 anos) Cardona, Bages, Principado da Catalunha, Coroa de Aragão |
| Veneração por | Igreja Católica |
| Beatificação | 9 de maio de 1626 por Papa Urbano VIII |
| Canonização | 13 de agosto de 1657 Roma por Papa Alexandre VII |
| Festa litúrgica | 31 de agosto |
| Padroeiro | Baitoa, República Dominicana; parto; crianças; grávidas; pessoas acusadas falsamente; febre; crianças; parteiras; recém-nascidos; obstetras |
Raimundo Nonato (Sant Ramon, c. 1204 – Cardona, 31 de agosto de 1240) foi um religioso espanhol, membro da Ordem de Nossa Senhora das Mercês, e santo da Igreja Católica, que viveu no século XIII. Destacou-se por sua dedicação à libertação de cristãos mantidos em cativeiro, atividade que exerceu no contexto da missão da Ordem Mercedária de resgatar pessoas capturadas e escravizadas. Segundo a tradição, chegou a oferecer a própria liberdade para obter a libertação de outros cativos.
Seu epíteto Nonato (“não nascido”) está relacionado à tradição segundo a qual teria vindo ao mundo por meio de uma cesariana após a morte de sua mãe. É venerado como padroeiro das gestantes, das parturientes, parteiras e daqueles que desejam proteção durante o parto. Sua vida e seu culto estão particularmente associados à espiritualidade mercedária e à prática da misericórdia para com os cativos.
Em 1224 entrou na Ordem de Nossa Senhora das Mercês, que era dedicada a resgatar os cristãos capturados pelos muçulmanos levados para prisões na Argélia. Mas ele não queria apenas libertar os escravos, lutava também para manter viva a fé cristã dentro deles.
Capturado e preso na Argélia, converteu presos e guardas, mas teve a boca perfurada e fechada por um cadeado para não pregar mais. Após sua libertação, foi nomeado em 1239 cardeal pelo Papa Gregório IX, todavia no início de seu caminho a Roma padeceu violentas febres pela qual morreu.
Raimundo Nonato foi canonizado pelo Papa Alexandre VII em 1657. Sua memória litúrgica é celebrada em 31 de agosto.