| Rhescyntis | |||||||||||||||||
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Fotografia de Rhescyntis hippodamia (Cramer, 1777) na Costa Rica; espécie-tipo do gênero Rhescyntis. | |||||||||||||||||
Fotografia de Rhescyntis hermes (Rothschild, 1907); espécime encontrado no Equador. | |||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Espécie-tipo | |||||||||||||||||
| Rhescyntis hippodamia (Cramer, 1777) | |||||||||||||||||
| Espécies | |||||||||||||||||
| Sinónimos | |||||||||||||||||
Machaerosema Rothschild, 1907 | |||||||||||||||||
Rhescyntis é um gênero de mariposas neotropicais pertencentes à família Saturniidae e subfamília Arsenurinae, contendo espécies de hábitos noturnos, encontradas na floresta tropical e subtropical úmida da América do Sul e em habitat de cerrado. Foi classificado por Jacob Hübner em 1819, na obra Verzeichniss bekannter Schmettlinge; a sua espécie-tipo, Rhescyntis hippodamia, classificada em 1777 por Pieter Cramer com o nome Phalaena hippodamia. Suas lagartas possuem coloração esverdeada e são desprovidas de cerdas urticantes, se alimentando de plantas dos gêneros Otoba, Virola (família Myristicaceae) ou Ligustrum (família Oleaceae). Como uma regra mais ou menos geral nessa família o tamanho do corpo desses insetos é relativamente pequeno em relação ao tamanho de suas asas.
De acordo com o Global Biodiversity Information Facility/BOLD Systems; com asterisco (*) estão as espécies registradas para o Brasil (fonteː SiBBr - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira; entre parênteses os cientistas que tiveram os nomes originais de seus gêneros modificados para Rhescyntis).
Atirro, Cartago, Costa Rica.
Atirro, Cartago, Costa Rica.
Planta hospedeira: Virola, Myristicaceae.