A Seleka tinha uma orientação religiosa muçulmana (enquanto que a população do país é majoritariamente cristã: 80%) mas não possuía uma linha política definida, nem ideologia clara, nem reivindicações precisas.
Desde o golpe de Estado de 2013, o país atravessa uma crise humanitária e de segurança (manutenção da ordem e da segurança pública). Em janeiro de 2014, a ONU lançou um alerta sobre a possibilidade de um genocídio.
Aliança para o Renascimento e a Reconstrução (A2R), criada em outubro de 2012, tornou-se em 18 de março de 2013 o Movimento para o Renascimento e a Reconstrução / Movimento Político Alternativo na República Centro-Africana (M2R) (coordenador: Salvador Edjezekanne).
Seu efetivo teria sido de cerca de 20.000 homens em 2013.
Oficialmente, a coalizão foi dissolvida em setembro de 2013.