| Serau-de-sumatra | |||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Estado de conservação | |||||||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||
| Nome trinomial | |||||||||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||||||||
Distribuição territorial do serau-de-sumatra | |||||||||||||||||||||
O serau-de-sumatra (Capricornis sumatraensis sumatraensis), também conhecido como serau-do-sul, é uma subespécie do serau-de-crina (Capricornis sumatraensis) que habita as regiões montanhosas da Península da Malásia e a ilha de Sumatra. Está presente na Tailândia, na Malásia e na Indonésia.
O serau-de-sumatra é menor que as subespécies serau-do-himalaia (C. s. thar) e serau-chinês (C. s. milneedwardsii), com altura dos ombros de cerca de 91 cm, e também tem chifres menores. A cor da pelagem é negra no geral, com as partes inferiores preto-amarronzadas e o pelo acima dos cascos é castanho. A crina é composta por pelos pretos, brancos e castanhos. Os lábios, queixo e garganta são beges.
Esta subespécie está em perigo de extinção. Seus números foram severamente reduzido devido à caça persistente pela população local, com uso de armadilhas e uso de cães de caça. Sua distribuição territorial é constantemente diminuída à medida que perde seu habitat para a agricultura e a ocupação humana.