| Silvia Machete | |
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| Informações gerais | |
| Nome completo | Silvia Machete |
| Nascimento | 27 de março de 1976 (50 anos) |
| Origem | Rio de Janeiro |
| País | Brasil |
| Gêneros | pop, MPB |
| Instrumento | vocal |
| Página oficial | www.silviamachete.com.br |
Silvia Machete (27 de Março de 1976 no Rio de Janeiro), é uma cantora, compositora, performer, malabarista e trapezista brasileira.
Nascida na cidade do Rio de Janeiro com o nome de Silvia Gabriela de Lima Machado, Silvia Machete começou sua carreira como artista de circo e street performer na França, tendo formado-se em Artes Circenses em Paris. Morou também nas cidades de Nova Iorque e São Francisco, nos Estados Unidos, locais onde se apresentou nos principais festivais de street performance. Apresentou-se também em vários países como Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Holanda, Itália, Israel, Austrália e Nova Zelândia. Ganhou prêmios em festivais de rua na Holanda e na França.
Depois da temporada fora do Brasil, em meados da década de 2000, voltou para o Rio de Janeiro, onde apresentava o show “Cabaré Bambolê”, em 2006.
Compôs músicas em parceria com importantes nomes brasileiros de música popular como Erasmo Carlos, Hyldon, Rubinho Jacobina, Edu Krieger e Fabiano Krieger, Marcio Pombo, entre outros. Gravou quatro CDs e dois DVDs. Considerada como a principal referência na cena musical e teatral pela critica brasileira, ganhou o prêmio de melhor show de 2010 pela APCA.
Ficou conhecida em Portugal, onde faz shows com frequência em Lisboa, Porto e Açores. Lançou músicas inéditas de compositores como Moraes Moreira, Eduardo Dussek, Jorge Mautner no disco Souvenir, lançado em 2014. Em junho de 2017, apresentou o show Dussek veste Machete com Eduardo Dussek, que também foi o produtor do espetáculo, apresentado no Theatro Net Rio, na cidade do Rio de Janeiro.
Em 2019, mudou-se para São Paulo e, no ano seguinte, gravou o álbum Rhonda, seu alter ego, com o qual passou a cantar em inglês e explorar sonoridades distintas da fase anterior. Nesse projeto, deixou de lado o aspecto tropical que marcava parte de sua trajetória, adotando uma estética mais internacional. O álbum Invisible Woman, também lançado sob o nome de Rhonda, integrou a trilogia do projeto e recebeu em 2025 o Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira na categoria Lançamento em Língua Estrangeira. Foi também incluído na lista de 50 melhores discos de 2024 da APCA.