Silvye Alves | |
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| Deputada federal por Goiás | |
| Período | 1º de fevereiro de 2023 em exercício |
| Legislatura | 57ª legislatura (2023 — 2027) |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Silvye Alves da Silva |
| Nascimento | 8 de novembro de 1980 (45 anos) Goiânia, GO |
| Nacionalidade | brasileira |
| Progenitores | Mãe: Mary Alves de Aguiar Silva Pai: Carlos Roberto da Silva |
| Partido | UNIÃO (2022-presente) |
| Profissão | Jornalista, apresentadora de televisão, redatora, repórter |
| Ocupação | política |
Silvye Alves da Silva (Goiânia, 8 de novembro de 1980) é uma política, jornalista, apresentadora de televisão, redatora e repórter brasileira filiada ao União Brasil (UNIÃO). É deputada federal por Goiás.
Começou em afiliadas da Globo, como TV Anhanguera e TV Integração, onde apresentou por anos o MGTV. Em 2010, foi para a Europa, onde trabalhou na italiana RAI, uma das maiores emissoras do continente e a maior da Itália.
Em junho de 2014, com a transferência para a nova sede da emissora, todos os programas locais foram reformulados e ganharam novos cenários. Em 6 de julho de 2015, a RecordTV Goiás estreou a versão local do Cidade Alerta, apresentado por Silvye Alves.
Em junho de 2021, a apresentadora foi agredida pelo ex-namorado. A partir de então, se tornou combatente contra à violência contra as mulheres.
Em 3 de junho de 2022, Silvye Alves deixou a apresentação do Cidade Alerta para seguir carreira política, filiada ao União Brasil, para a disputa de uma cadeira na Câmara dos Deputados, e em seu lugar, assumiu o repórter Douglas Branquinho.
Nas eleições de 2022, foi eleita deputada federal por Goiás, com 245.653 votos, sendo a mais votada pelo estado.
Em setembro de 2025, Sylvie Alves esteve entre os parlamentares que votaram a favor da PEC da Blindagem, proposta que retomava a exigência de autorização das Casas Legislativas para processar criminalmente deputados e senadores, prevendo votação secreta e prazo máximo de 90 dias para a deliberação. Após a repercussão negativa, Silvye gravou um pedido de desculpas e disse que chegou a votar contra o projeto em sua primeira votação, mas que foi coagida após receber telefonemas de "pessoas influentes" a mudar de posição.
“Eu fui covarde, cedi à pressão, por volta de quase 23h mudei meu voto. Eu não tive, naquele momento, força para fazer o correto”
— Sylvie Alves, 2025