| Sinibaldo de Mas | |||
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Retrat de Sinibald de Mas obra de Tomàs Moragas i Torras | |||
| Nascimento | 9 de novembro de 1809 Barcelona | ||
| Morte | 24 de novembro de 1868 (59 anos) Madrid | ||
| Residência | Barcelona, China | ||
| Cidadania | Espanha | ||
| Ocupação | fotógrafo, pintor, diplomata, linguista, escritor, poeta, autor | ||
| Cargo(s) | embaixador do Reino da Espanha no império chinês (1864–1865)
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Sinibaldo de Mas y Sanz (Barcelona, 1809 — Madrid, 1868), ou Sinibald de Mas em catalão, foi um sinólogo, pintor, calígrafo, escritor, diplomata, aventureiro e intelectual iberista espanhol, que também foi um dos pioneiros da fotografia.
Discípulo de Pablo Alabern em Barcelona, apresentou nas Cortes em 1821 umas provas práticas de caligrafia. Estudou idiomas, dos quais chegou a dominar cerca de vinte, bem como física. Traduziu a Eneida de Virgílio em hexâmetros castelhanos. Foi um bom pintor, sendo conhecidos os seus retratos de Manuel de Cabanyes e de Joaquín Roca y Cornet, realizados por volta de 1830.
Em 1831 publicou em Barcelona Veinticuatro poemas líricos e Aristodemo, uma tragédia em verso na qual tentou usar um interessante e peculiar sistema de métrica, que descreveu no seu ensaio intitulado Sistema musical de la lengua castellana (Barcelona, 1832). Também inventou um idioma universal.
Protegido pelo financeiro Gaspar Remisa, marquês de Remisa e visconde de Casa Sans, colaborou no periódico El Vapor até meados de 1834. Recomendado por Félix Torres Amat, obteve a protecção de Cea Bermúdez, Francisco Martínez de la Rosa e Javier de Burgos para ser nomeado tradutor encarregado de viajar pelo Oriente com a missão de recolher notícias e documentos literários e estatísticos, de política, comércio e de todo o género que pudessem interessar aos interesses e glórias nacionais.
Entre outras, Sinibald de Mas é autor das seguintes obras: