Supremacia

Tabuleiro e peças

Supremacia: O Jogo das Superpotências é um jogo de tabuleiro publicado originalmente em 1984 pela Supremacy Games. No Brasil o jogo foi distribuído pela Grow.

Objetivo

O jogo consiste na disputa militar e econômica entre superpotências. Seus principais pontos são o uso de dinheiro, recursos e bombas atômicas. O objetivo é a conquista global, através da captura, destruição e falência dos oponentes.

Tabuleiro

O mapa é similar a outros jogos de estratégia global, como War, dividido em territórios, com algumas diferenças:

O tabuleiro também possui um gráfico de bolsa de valores, no qual ilustra-se o preço dos recursos do jogo: cereal, minério e petróleo.

As superpotências

O jogo original dispôe de seis superpotências:

Recursos

Um dos principais objetivos do jogo é o acúmulo de recursos para a manutenção e construção de armas.

Os três recursos, em conjunto, também são gastos na construção de exércitos e armadas e na condução de guerra convencional.

Pode-se conseguir recursos das seguintes formas:

O jogador ainda pode realizar prospecção de novas cartas de recursos, usualmente localizadas em territórios neutros não explorados/ conquistados.

Unidades militares

O jogo possui duas unidades militares básicas:

Armas estratégicas

O jogo original possui dois tipos de armas estratégicas:

Para o jogador construir bombas atômicas ou laser-stars, ele deve primeiro realizar a prospecção da tecnologia, o que geralmente é um processo dispendioso. Logo após a prospecção bem-sucedida, uma para cada tipo de arma, o jogador é capaz de construir diretamente.

O ponto limite das armas estratégicas é em seu uso exagerado: ao detonar-se 12 bombas atômicas no tabuleiro, declara-se holocausto nuclear e o jogo termina empatado.

Pontos favoráveis e desfavoráveis

O jogo possui o grande atrativo do uso de dinheiro e armas nucleares. Seu principal ponto negativo são os jogos de iniciantes, que quase sempre terminam em holocausto.

O jogo é apreciado pelo grau de realidade na condução de ataques convencionais, quase sempre dispendiosos, e no gerenciamento econômico das superpotências.