| Razão social | TechCrunch Media LLC |
|---|---|
| Tipo de sítio | Notícias e análises sobre tecnologia |
| Proprietário(s) | AOL (2010–2017) Yahoo! Inc. (2017–2025) Regent LP (2025–presente) |
| Fundador(es) | Michael Arrington, Keith Teare |
| Editor(es) | Matthew Panzarino |
| Cadastro | Nenhum |
| Idioma(s) | Inglês Chinês Francês Japonês |
| Lançamento | 10 de junho de 2005 |
| Sede | São Francisco, Califórnia, Estados Unidos |
| Endereço eletrônico | techcrunch.com |
| Estado atual | Ativo |
TechCrunch é um jornal online dos Estados Unidos, de alcance global, voltado a temas de alta tecnologia e startups. Foi fundado em junho de 2005 pela Archimedes Ventures, comandada pelos sócios Michael Arrington e Keith Teare. Em 2010, a AOL adquiriu a empresa por aproximadamente US$ 25 milhões. Depois da aquisição da AOL e do Yahoo! pela Verizon, em 2015, o site pertenceu à Verizon Media de 2015 a 2021.
Em 2021, a Verizon vendeu seus ativos de mídia, entre eles AOL, Yahoo! e TechCrunch, à empresa de private equity Apollo Global Management. A Apollo reuniu esses ativos em uma nova entidade chamada Yahoo! Inc. Além da cobertura jornalística, a TechCrunch realiza a conferência anual Disrupt, um evento de tecnologia promovido em cidades dos Estados Unidos, da Europa e da China.
A TechCrunch foi fundada em junho de 2005 pela Archimedes Ventures, comandada pelos sócios Michael Arrington e Keith Teare. Em 2010, a AOL adquiriu a empresa por aproximadamente US$ 25 milhões. Em 2013, a TechCrunch estava disponível em inglês, chinês, cuja versão era administrada pela empresa chinesa de notícias de tecnologia TechNode, e japonês. A TechCrunch France foi integrada ao site principal TechCrunch.com em outubro de 2012. A Boundless, antiga Verizon Media Japan e subsidiária japonesa da empresa controladora da TechCrunch, encerrou a TechCrunch Japan em maio de 2022, como parte de sua "estratégia global".

Depois da aquisição da AOL e do Yahoo pela Verizon, a TechCrunch pertenceu à Verizon Media de 2015 a 2021. Em agosto de 2020, Ned Desmond, diretor de operações da TechCrunch, deixou o cargo após oito anos na empresa. Ele anunciou que entraria para a empresa de capital de risco SOSV em dezembro de 2020 como sócio operacional sênior. Suas antigas funções na TechCrunch passaram a Matthew Panzarino, ex-editor-chefe, e Joey Hinson, diretor de operações de negócios.
Em 2021, a Verizon vendeu seus ativos de mídia, entre eles AOL, Yahoo e TechCrunch, à empresa de private equity Apollo Global Management, que os reuniu em uma nova entidade chamada Yahoo! Inc. Na medição da SEMRush, a TechCrunch teve 12,12 milhões de visitantes mensais em setembro de 2024. Em março de 2025, a Yahoo! Inc. vendeu a TechCrunch à empresa de private equity Regent LP. Alguns meses depois, a Sifted publicou que o site havia encerrado suas operações na Europa. Michael Reinstein, presidente e publisher da TechCrunch, negou a informação mais tarde.
Desde 2010, quando o evento começou em Nova Iorque, a TechCrunch realiza anualmente a conferência de tecnologia TechCrunch Disrupt em cidades dos Estados Unidos e da Europa. O evento reúne empreendedores, investidores e entusiastas de tecnologia para assistir à apresentação de ideias de startups a um júri, participar de eventos de networking e acompanhar palestras e debates.
Startup Battlefield é uma competição de startups. Prêmios em dinheiro são entregues nas conferências TechCrunch Disrupt. A Startup Battlefield tem reputação de lançar algumas das empresas de maior sucesso do setor de tecnologia. Entre as startups que participaram da competição estão Dropbox, Intuit Mint, Yammer, Parallel Health e CrateDB.
De 2007 a 2015, a TechCrunch manteve o Crunchbase, um site e enciclopédia online com informações sobre startups, pessoas-chave, fundos, rodadas de financiamento e eventos. Em 2015, o Crunchbase tornou-se uma entidade privada e deixou de fazer parte da TechCrunch.
De 2007 a 2017, a TechCrunch patrocinou a cerimônia anual de premiação Crunchies, destinada a premiar startups e inovações da internet e da tecnologia. Na primeira cerimônia, em 2007, o Facebook recebeu o prêmio de melhor startup. A TechCrunch anunciou em 2017 que encerraria o Crunchies.
Em 2011, editores e redatores do site foram criticados por possíveis violações éticas. Entre as críticas estava a alegação de que os investimentos de Arrington em algumas empresas cobertas pelo site criavam conflitos de interesse. A controvérsia acabou levando à saída de Arrington, e outros redatores, entre eles Paul Carr e Sarah Lacy, foram para outra empresa de mídia voltada a investimentos em tecnologia.
Na TechCrunch Disrupt de 2013, a TechCrunch foi criticada por permitir a apresentação de um aplicativo móvel chamado Titstare, criado por dois desenvolvedores australianos. O aplicativo, que supostamente permitia aos usuários compartilhar fotos de homens olhando para os seios de mulheres, foi amplamente condenado como sexista e inadequado. O episódio recebeu cobertura negativa da mídia, incluindo a CNN e o The Guardian, e levou a TechCrunch a publicar um pedido de desculpas e prometer uma análise mais rigorosa do conteúdo em eventos futuros.
Em 2014, a TechCrunch Disrupt apareceu em um arco narrativo da série Silicon Valley, da HBO. A startup dos personagens, "Pied Piper", participa de uma competição de startups na TechCrunch Disrupt.