| The Funeral | |
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| No Brasil | Os Chefões |
| Estados Unidos 1996 • cor • 99 min | |
| Gênero | drama criminal |
| Direção | Abel Ferrara |
| Produção | Mary Kane |
| Roteiro | Nicholas St. John |
| Elenco | |
| Música | Joe Delia |
| Cinematografia | Ken Kelsch |
| Edição | Mayin Lo Jim Mol Bill Pankow |
| Distribuição | October Films |
| Lançamento |
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| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 12,5 milhões |
| Receita | US$ 1 412 799 (globalmente) |
The Funeral (bra: Os Chefões) é um filme estadunidense de drama criminal lançado em 1996, dirigido por Abel Ferrara e estrelado por Christopher Walken, Chris Penn, Annabella Sciorra, Isabella Rossellini, Vincent Gallo, Benicio del Toro e Gretchen Mol.
A narrativa acompanha o funeral de um dos três irmãos de uma família de gângsteres que vivia em Nova Iorque na década de 1930. Por meio de diversos flashbacks, o longa revela o passado dos irmãos e de suas famílias.
Chris Penn recebeu a Copa Volpi de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Veneza de 1996 por sua atuação. O filme também foi indicado a cinco categorias no prêmio Independent Spirit: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator, Melhor Roteiro e Melhor Fotografia.
O filme começa com o funeral de um dos três irmãos Tempio, um grupo de criminosos violentos. Chez e Ray lamentam a morte do querido irmão Johnny. Ray é frio e calculista, enquanto Chez é temperamental. Flashbacks mostram que Johnny era mais sensível. A exposição a reuniões comunistas como espião influencia as opiniões de Johnny. O principal suspeito do assassinato de Johnny é o gangster rival Gaspare Spoglia.
Ray e Chez juram vingança. A esposa de Ray, Jeanette, opõe-se à campanha de retaliação e à violência que ela trará, enquanto a esposa de Chez, Clara, luta para lidar com a natureza obsessiva do marido.
Ray manda sequestrar Gaspare para interrogá-lo e eles vão ver o corpo de Johnny. Ele fica satisfeito com a alegação de inocência de Gaspare, em parte porque este diz que os gângsteres são supersticiosos, acreditando que os ferimentos do cadáver começarão a sangrar na presença do assassino. Portanto, o assassino não entrará de bom grado na presença da vítima morta. Gaspare se sente à vontade na presença da vítima, assim como o assassino. Ray liberta Gaspare, mas instrui seus homens a assassiná-lo mais tarde.
Como se descobriu, Johnny não foi assassinado por gângsteres rivais, mas por um homem que alegava que Johnny havia estuprado sua namorada. Os homens de Ray o identificam rastreando o carro que ele usou para cometer o crime. Pressionado por Ray, o assassino confessa que queria vingança porque Johnny o espancou na frente de seus amigos e da namorada. Ray o mata.
Enquanto enterra o assassino, Chez reflete sobre a vida de seus irmãos antes da tragédia. Em seguida, ele retorna à casa de Ray e atira, matando Ray e seus dois guarda-costas. Chez então atira em Johnny, que jaz morto no caixão, antes de colocar a arma na própria boca e cometer suicídio enquanto as mulheres da família choram sobre o corpo agonizante de Ray.
Vincent Gallo alegou que Ferrara estava "sob efeito de crack" enquanto dirigia este filme.
A recepção da crítica foi positiva, com The Funeral tendo uma aprovação de 79% no Rotten Tomatoes com base em 34 avaliações. O consenso dos críticos do site diz: "Abel Ferrara se reúne com Christopher Walken para criar outra saga de gângsteres assombrosa, oferecendo uma exploração brutal da vingança".
Roger Ebert deu três estrelas de quatro para The Funeral elogiando especialmente a atuação. Janet Maslin, do The New York Times, também fez uma crítica positiva, chamando-o de "impulsivo" e "bem atuado". Na Entertainment Weekly, Ken Tucker descreveu o filme como "excelente, reflexivo e impactante". David Parkinson, da Empire, deu quatro estrelas de cinco, elogiando os "personagens complexos" e o "elenco impressionante".