| The Social Reckoning | ||||
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| No Brasil | O Outro Lado das Redes | |||
| Em Portugal | O Veredito Social | |||
| Estados Unidos 2026 • cor • 112 min | ||||
| Direção | Aaron Sorkin | |||
| Produção | Todd Black Peter Rice Aaron Sorkin Tony A. Grier Stuart M. Besser | |||
| Roteiro | Aaron Sorkin | |||
| Elenco | ||||
| Música | Alexandre Desplat | |||
| Cinematografia | Jeff Cronenweth | |||
| Edição | Alan Baumgarten | |||
| Companhia produtora | Columbia Pictures | |||
| Distribuição | Sony Pictures | |||
| Lançamento |
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| Orçamento | US$ 30–42 milhões | |||
| Receita | US$ 14.3 milhões | |||
| Cronologia | ||||
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The Social Reckoning (bra: O Outro Lado das Redes; prt: O Veredito Social) é um longa-metragem estadunidense de suspense biográfico escrito, coproduzido e dirigido por Aaron Sorkin. Baseado no Vazamento de dados do Facebook de 2021 [en] pela denunciante Frances Haugen e por Jeff Horwitz, o longa-metragem é uma sequência independente de A Rede Social (2010). O filme é estrelado por Mikey Madison, Jeremy Allen White, Wunmi Mosaku, Betty Gilpin, Billy Magnussen, Bill Burr e Jeremy Strong.
Em múltiplas ocasiões, Sorkin havia expressado interesse em escrever uma sequência para A Rede Social, desde que o projeto envolvesse o diretor do filme original, David Fincher. A continuação entrou em desenvolvimento em junho de 2025, com Sorkin confirmado como roteirista e diretor. A escolha do elenco principal também teve início no mesmo mês. As filmagens principais começaram em outubro de 2025 em Vancouver, no Canadá, e foram finalizadas em dezembro.
The Social Reckoning foi lançado em 9 de outubro de 2026, com distribuição da Sony Pictures Releasing sob o selo Columbia Pictures. Inicialmente, a estreia no Brasil e em Portugal estava prevista para 8 de outubro, mas foi adiada para 22 de outubro de 2026. Durante o período entre o adiamento e a estreia comercial no Brasil, o filme foi selecionado e exibido na seção Perspectiva Internacional da 50.ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, realizada em São Paulo.
Frances Haugen (Mikey Madison), uma engenheira de dados que trabalha no Facebook, passa a questionar as práticas da empresa ao perceber que seus dirigentes priorizam o engajamento e os lucros em detrimento da segurança dos usuários. Incomodada com os impactos da plataforma na sociedade, ela entra em contato com Jeff Horwitz (Jeremy Allen White), jornalista investigativo do The Wall Street Journal, para compartilhar informações confidenciais e expor os problemas da rede social. À medida que a investigação avança, ambos enfrentam obstáculos para revelar suas descobertas, enquanto Mark Zuckerberg (Jeremy Strong) precisa lidar com as controvérsias envolvendo a empresa.
A escolha de elenco para o filme estava em andamento em junho de 2025, com o filme sendo visto como um veículo para muitas estrelas em ascensão, dado o status do filme anterior como um divisor de águas tanto para Jesse Eisenberg quanto para Andrew Garfield, que interpretaram respectivamente Zuckerberg e Eduardo Saverin . Permanecia desconhecido se Eisenberg reprisaria o papel. Em julho de 2025, foi anunciado que Mikey Madison, Jeremy Allen White e Jeremy Strong estavam sendo considerados para papéis no filme.
Em setembro de 2025, o The Hollywood Reporter noticiou que Bill Burr se juntou ao elenco como um personagem desconhecido no filme, com Strong, Madison e White confirmados para o elenco, com Strong substituindo Eisenberg. Eisenberg recusou reprisar o papel de Zuckerberg no filme, por sentir, entre outros motivos, que já havia superado o personagem. No dia seguinte, Garfield confirmou que também não reprisaria seu papel como Saverin no filme, citando o fato de o Saverin da vida real estar morando em Singapura para explicar sua ausência na trama, mas expressou seu interesse no projeto. Outros nomes no elenco, incluindo Wunmi Mosaku, Billy Magnussen, Betty Gilpin, Gbenga Akinnagbe, Tehmina Sunny e Portia Doubleday, foram anunciados ao longo de outubro.
Alexandre Desplat foi confirmado em março de 2026 para fornecer a trilha sonora do filme, substituindo Trent Reznor e Atticus Ross do filme anterior. Este será o primeiro filme dirigido por Aaron Sorkin sem trilha sonora de Daniel Pemberton.
The Social Reckoning teve sua estreia mundial no Curzon Mayfair Cinema, em Londres, em 29 de setembro de 2026, e foi lançado nos Estados Unidos em 9 de outubro pela Sony Pictures Releasing, sob o selo da Columbia Pictures.
Nos Estados Unidos e no Canadá, o filme estreou arrecadando US$ 5 milhões em 2.606 cinemas, terminando em quinto lugar. A estreia foi consideravelmente inferior à de A Rede Social, que arrecadou US$ 22 milhões em outubro de 2010. Isso foi atribuído, em parte, à chegada do furacão Isaias à região do Golfo, bem como à diminuição do interesse do público pelas redes sociais em comparação com uma década antes.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 54% das 248 avaliações dos críticos são positivas, com uma classificação média de 5.9/10. O consenso do site afirma: "Um alerta urgente que parece chegar um pouco tarde demais, a sequência espiritual de Aaron Sorkin para uma de suas maiores realizações é uma crítica válida à onipresença das redes sociais, mas ainda assim fica muito aquém de seu antecessor." Metacritic, que utiliza uma média ponderada, atribuiu ao filme uma pontuação de 51 em 100, com base em 57 críticas, indicando avaliações "mistas ou medianas". O público entrevistado pelo CinemaScore deu ao filme uma nota média de "B−", em uma escala de A+ a F, abaixo da nota B+ recebida por seu antecessor. Já entre os espectadores entrevistados pelo PostTrak, 75% avaliaram o filme positivamente, enquanto 59% disseram que definitivamente o recomendariam.
David Rooney, do The Hollywood Reporter, elogiou o filme, afirmando que "esta sequência, ao menos em termos de nome, proporciona um entretenimento perspicaz, mesmo que deixe no espectador a conclusão deprimente de uma história de advertência que aborda uma praga que já é tarde demais para combater". Ele também destacou o roteiro de Sorkin por seus "diálogos característicos, rápidos e prolixos", que evitam se transformar em uma "palestra pedante".
Peter Bradshaw, do The Guardian, atribuiu três de cinco estrelas a The Social Reckoning, escrevendo que o filme "avança em um ritmo divertido, embora apresente algumas notas destoantes". Entre elas, mencionou a ausência de referências a Donald Trump e o fato de os maneirismos característicos da escrita de Sorkin "apagarem as diferenças entre todos os personagens", com exceção de Zuckerberg. Bradshaw observou que ele é "basicamente maligno [...] como se toda a energia dos diálogos espirituosos, inteligentes e tipicamente sorkinianos do primeiro filme tivesse sido drenada no início da meia-idade e distribuída entre os insurgentes do novo elenco".
Guy Lodge, da revista Variety, comparou negativamente The Social Reckoning a seu antecessor, The Social Network, tanto em relação às mensagens transmitidas quanto às atuações dos protagonistas. Ele afirmou que "a nota de triunfo provisório do filme é, na melhor das hipóteses, ingênua e está longe de ser satisfatória". Em seguida, acrescentou: "Jesse Eisenberg interpretou brilhantemente Zuckerberg como um jovem sociopata, com todos os nervos à flor da pele enquanto construía sua armadura; aqui, na interpretação de Strong, ele atingiu sua forma definitiva, emocionalmente reprimido a um grau absurdo. Pode haver alguma verdade nisso; dramaticamente, porém, é um beco sem saída".
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