| The Southerner | |
|---|---|
Zachary Scott e Betty Field em cena do filme | |
| No Brasil | Amor à Terra |
| Em Portugal |
|
| Estados Unidos 1945 • p&b • 92 min | |
| Gênero | drama |
| Direção | Jean Renoir |
| Produção | Robert Akim David L. Loew Samuel Rheiner |
| Roteiro |
|
| Baseado em | Hold Autumn in Your Hand, de George Sessions Perry |
| Elenco | Zachary Scott Betty Field J. Carrol Naish |
| Música | Werner Janssen |
| Direção de fotografia | Lucien Andriot |
| Direção de arte | Eugene Lourie |
| Edição | Gregg C. Tallas |
| Companhia produtora | Loew-Hakim |
| Distribuição | United Artists |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
The Southerner (bra: Amor à Terra; prt: A Semente do Ódio, ou Semente de Ódio) é um filme norte-americano de 1945, do gênero drama, dirigido por Jean Renoir, com roteiro baseado no romance ''Hold Autumn in Your Hand, de George Sessions Perry.

Jean Renoir dirigiu seis filmes durante os sete anos em que ficou em Hollywood. Desses, The Southerner é o único bem-recebido pela crítica e o único sucesso de público. Também é (possivelmete) seu melhor momento no país, seu melhor filme da década de 1940, o único com o mesmo sentimento e intensidade dos seus filmes franceses e, por fim, seu filme norte-americano favorito.
Rodado nos campos de algodão do Vale de San Joaquin, o filme mostra a dureza da vida rural, com um realismo raramente visto nas telas. Em vez dos personagens estereotipados, comuns em Hollywood, os agricultores do filme são egoístas, ignorantes e mesquinhos, e mais atrapalham do que ajudam o protagonista.
O romance Hold Autumn in Your Hand, publicado em 1941, venceu o National Book Award. Na elaboração do roteiro, Renoir obteve a ajuda de William Faulkner e também de Zachary Scott, que foi criado em uma fazenda do Texas, o que trouxe maior precisão aos detalhes.
O filme deu a Renoir sua única indicação ao Oscar de melhor direção. Também o som e a música foram lembrados pela Academia. Seu maior feito, contudo, foi ter abocanhado o primeiro Leão de Ouro do Festival de Veneza.[carece de fontes]
Lloyd Binford atraiu atenção nacional ao proibir o longa-metragem alegando que os personagens sulistas eram retratados como “comuns, desprezíveis e ignorantes White trash”. O produtor David Loew, respondeu afirmando que “Binford devia estar cheirando magnólias demais”.

Um ano na vida do agricultor Sam Tucker. Cansado de trabalhar para os outros, ele leva a mãe, a esposa Nona e o filho pequeno até um pedaço de terra arruinada, onde constrói sua cabana e tenta plantar algodão. Apesar de ter de lutar contra um vizinho maldoso, os elementos da Natureza e a desnutrição, ele não desiste.
| Prêmio | Categoria | Recipiente | Situação |
|---|---|---|---|
| Oscar 1946 | Melhor direção | Jean Renoir | Indicado |
| Melhor trilha sonora | Werner Janssen | Indicado | |
| Melhor som | Jack Whitney | Indicado | |
| Festival de Veneza[quando?] | Leão de Ouro | Venceu[carece de fontes] | |
| Ator/Atriz | Personagem |
|---|---|
| Zachary Scott | Sam Tucker |
| Bett Field | Nona Tucker |
| J. Carrol Naish | Devers |
| Beulah Bondi | Vovó Tucker |
| Percy Kilbride | Hermie |
| Charles Kemper | Tim |
| Blanche Yurka | Mamãe Tucker |
| Norman Lloyd | Finlay |
| Estelle Taylor | Lizzie |
| Paul Harvey | Ruston |
| Noreen Nash | Becky Devers |
| Jack Norworth | Doutor White |
| Nestor Paiva | Bartender |
| Paul e. Burns | Tio Pete Tucker |
| Jay Gilpin | Jot Tucker |