| Torch Song | |
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Cartaz promocional do filme. | |
| No Brasil | Se Eu Soubesse Amar Se Eu Soubesse Amar… |
| Estados Unidos 1953 • cor • 90 min | |
| Gênero | musical drama romântico |
| Direção | Charles Walters |
| Produção | Henry Berman Sidney Franklin, Jr. |
| Produção executiva | Charles Schnee |
| Roteiro | John Michael Hayes Jan Lustig |
| Baseado em | Why Should I Cry? conto de 1949 de I. A. R. Wylie |
| Elenco | Joan Crawford |
| Música | Adolph Deutsch |
| Cinematografia | Robert H. Planck |
| Direção de arte | Cedric Gibbons E. Preston Ames |
| Efeitos especiais | Warren Newcombe |
| Figurino | Helen Rose |
| Edição | Albert Akst |
| Companhia produtora | Metro-Goldwyn-Mayer |
| Distribuição | Loew's, Inc. |
| Lançamento |
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| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 1.408.000 |
| Receita | US$ 1.668.000 |
Torch Song (bra: Se Eu Soubesse Amar ou Se Eu Soubesse Amar…) é um filme musical estadunidense de 1953, do gênero drama romântico, dirigido por Charles Walters, estrelado por Joan Crawford, e co-estrelado por Michael Wilding. O roteiro de John Michael Hayes e Jan Lustig foi baseado no conto "Why Should I Cry?" (1949), de I. A. R. Wylie.
A produção foi filmada em Technicolor. A voz cantada de Crawford foi dublada por India Adams. Crawford sincronizou seus lábios com a gravação que Adams havia feito originalmente para Cyd Charisse em um número descartado do filme "The Band Wagon" (1953). O filme "That's Entertainment! III" inclui um segmento apresentando os dois números lado a lado, em uma tela dividida.
O filme marcou o retorno de Crawford à MGM depois de sair do estúdio para ingressar na Warner Bros. em 1944. Suas gravações originais para a trilha sonora, que não foram usadas no filme, sobreviveram e foram incluídas em lançamentos de mídias domésticas.
Jenny Stewart (Joan Crawford), uma artista musical da Broadway de renome e perfeccionismo, possui a fama de ser uma mulher difícil e arrogante que não poupa ninguém de suas explosões temperamentais. Ela fica incomodada com o fato de que, nem mesmo Tye Graham (Michael Wilding) – o pianista cego que a acompanha e acredita ser capaz de romper o exterior resistente dela – começa a criticar seus modos de agir.
"Torch Song" foi o primeiro filme colorido de Joan Crawford, após 25 anos de carreira.
O título de produção do filme foi "Why Should I Cry?", o mesmo do conto em que foi baseado. A atriz Ann Sheridan foi escalada para o papel principal, mas abandonou o projeto e foi substituída por Crawford. Fred McLeod Wilcox também havia sido escalado como o diretor, mas foi substituído por Walters.
Otis Guernsey Jr., em sua crítica para o New York Herald Tribune, escreveu: "Joan Crawford tem outro de seus papéis de estrela ... ela é vívida e irritável, vulcânica e feminina ... Aqui está Joan Crawford em toda a tela, no comando, apaixonada e em cores, uma verdadeira estrela de cinema no que equivale a um show cuidadosamente produzido de uma mulher".
Para a jornalista e escritora brasileira Dulce Damasceno de Brito, Joan Crawford atua com sua "habitual maestria", mas Marjorie Rambeau lhe "rouba o filme" com sua interpretação. Ela deu ao filme 3/5 estrelas.
Um dos exemplos de dramalhões hollywoodiano, a produção é uma das favoritas entre os fãs de filmes "incrivelmente-ruins-porém-tremendamente-divertidos". Repleto de clichês, diálogos inacreditáveis e maquiagem exagerada, o filme ainda mostra uma sequência polêmica e problemática, com Crawford de blackface, vestindo um figurino extravagante e dançando uma coreografia confusa. Em outra sequência também considerada problemática, a personagem de Crawford finge ser cega para entender melhor a deficiência do personagem de Wilding.
Mesmo com suas cenas preconceituosas, o filme é considerado um ícone camp clássico e uma possível influência na interpretação de Faye Dunaway como Crawford em "Mommie Dearest" (1981).
De acordo com os registros da Metro-Goldwyn-Mayer, o filme arrecadou US$ 1.135.000 nacionalmente e US$ 533.000 no exterior, totalizando US$ 1.668.000 mundialmente. A produção fez o estúdio perder dinheiro, com um prejuízo de US$ 260.000.
| Ano | Cerimônia | Categoria | Indicado | Resultado |
|---|---|---|---|---|
| 1954 | Oscar | Melhor atriz coadjuvante | Marjorie Rambeau | Indicado |