| Tryton | |
|---|---|
Uma tela do GNU Health, que se utiliza do Tryton | |
| Desenvolvedores | Cédric Krier e a comunidade Tryton |
| Lançamento estável | |
| Repositório | |
| Escrito em | Python |
| Sistema operacional | BSD, GNU Linux, Mac OS X, Windows |
| Plataforma | PostgreSQL |
| Disponível em | múltiplos |
| Tipo | Sistema integrado de gestão empresarial, Framework |
| Licença | GPLv3 |
| Website | www |
Tryton é uma plataforma de aplicação de propósito geral, construída em três camadas, sobre a qual é construído um sistema de gestão empresarial por meio de um conjunto de módulos. A arquitetura em três camadas consiste no cliente Tryton, no servidor Tryton e em um sistema de gerenciamento de bancos de dados (destacadamente PostgreSQL).
A plataforma, assim como os módulos oficiais, são software livre, licenciados de acordo com GPLv3.
Os módulos oficiais abrangem as seguintes funcionalidades:
O cliente e o servidor são desenvolvidos em Python. O cliente utiliza GTK+ como biblioteca gráfica. Tanto o cliente como o servidor estão disponíveis em Linux, OS X, e Windows. Uma versão standalone, que inclui cliente e servidor, existe e é chamada de Neso.
O núcleo do sistema provê os fundamentos técnicos necessários à maior parte das aplicações de negócios. Entretanto, o Tryton não está adstrito a nenhum campo de funcionalidades particular. Constitui, portanto, uma plataforma de propósito geral.
Como se trata de uma plataforma, o Tryton pode ser usado para o desenvolvimento de quaisquer outras soluções, não se restringindo a ERPs. Um exemplo muito conhecido é o GNU Health, um sistema de gerenciamento de saúde e hospitalar baseado no Tryton.
O Tryton se originou como um fork da versão 4.2 do TinyERP (que depois foi renomeado para OpenERP e, por fim, para Odoo). A primeira versão foi publicada em novembro de 2008

Em contraste com o projeto inicial e outras soluções abertas de negócio, os fundadores do Tryton evitaram a criação de uma rede de parceiros, por temerem a geração de um conflito entre os parceiros e a comunidade de voluntários. Foi seguido o exemplo do PostgreSQL example, conduzido por uma federação de empresas. Em agosto de 2015, Tryton é apoiado por 17 empresas: Françe 3, Espanha 3, Colômbia 2, Alemanha 2, Argentina 1, Austrália 1, Bélgica 1, Brasil 1,Índia 1, México 1, Suíça 1.
Desde dezembro de 2012, o projeto é apoiado pela fundação sem fins lucrativos Tryton, sediada na Bélgica. Os objetivos da fundação são:
O processo de liberação é feito em séries. Uma série é composta por um conjunto de versões com os dois primeiros números iguais (e.g. 1.0 ou 1.2) que compartilham a mesma API e a mesma estrutura de banco de dados. Uma nova série é liberada a cada seis meses, e versões corretivas são mantidas para séries antigas.
O nome Tryton se refere ao deus grego Tritão (filho de Posídon e Anfitrite) e a Python, a linguagem de implementação.