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| Sigla | UNIFEI |
|---|---|
| Lema | "Revelemo-nos, mais por atos do que por palavras, dignos de possuir este grande país." -- Prof. Theodomiro Carneiro Santiago |
| Nomes anteriores | Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá - IEMI Instituto Eletrotécnico de Itajubá - IEI Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI |
| Fundação | 23 de novembro de 1913 (112 anos) (como instituto) 16 de abril de 1968 (58 anos) (como escola) 24 de abril de 2002 (24 anos) (como universidade) |
| Tipo | Universidade pública federal |
| Mantenedora | Ministério da Educação |
| Afiliações | RENEX e Faubai |
| Atlética | Associação Atlética Acadêmica UNIFEI Associação Atlética Acadêmica UNIFEI Itabira |
| Faculdades | 10 Institutos |
| Orçamento anual | R$ 243,28 milhões (2020) |
| Funcionários técnico-administrativos | 964 (2023) |
| Reitor(a) | Prof. Dr. Marcel Fernando da Costa Parentoni |
| Vice-reitor(a) | Profa. Dra. Janaina Roberta dos Santos |
| Docentes | 493 (2023) |
| Estudantes | 7 328 (2023) |
| Graduação | 6 547 (2023) |
| Pós-graduação | 525 (2023) |
| Doutorado | 256 (2023) |
| Localização | Itajubá, Minas Gerais |
| Campi | Campus Prof. José Rodrigues Seabra (Sede), Itajubá Campus Itabira, Itabira Campus Pouso Alegre,Pouso Alegre |
| Cores | Azul Cinza |
| Índice Geral de Cursos | 4 (2018 ENADE) |
| Página oficial | unifei |
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Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) é uma instituição de ensino superior pública federal brasileira com campi nas cidades de Itajubá, Itabira e Pouso Alegre no estado de Minas Gerais. É considerada a primeira universidade tecnológica e foi a décima escola de engenharia do país. Conceituada entre as universidades de engenharia do Brasil, atua há mais de 100 anos no ensino, com destaque para as áreas de Engenharia Elétrica -- possuindo um dos melhores institutos de pesquisa na área de sistemas de potência da América Latina -- Engenharia Mecânica, Engenharia Ambiental, Engenharia de Controle e Automação e Engenharia da Computação (curso este que, com poucos anos de existência, já figura entre os melhores do país).
Categorizada como Universidade Especializada na Área Tecnológica, a herança mais evidente dos ideais do fundador (Theodomiro Santiago) que a instituição carrega está no grande enfoque prático dado em seus cursos de graduação. Além disso, é notável a sua política de estímulo ao empreendedorismo, dentro de um contexto de formação, criação e aplicação tecnológica na esfera regional, nacional e internacional.
No IGC/2011 (Índice Geral de Cursos Superiores) do Ministério da Educação do Brasil (MEC) obteve nota 5, máxima, estando entre as 27 melhores instituições de ensino superior do país e entre as 10 melhores universidades e em 2013 recebeu o prêmio Sparks Award Brasil, da Microsoft, como a melhor instituição de ensino empreendedor do país.
Desde logo o IEMI se destacou na formação de profissionais especializados em sistemas de energia, notadamente em geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

O então instituto foi oficializado pelo Governo Federal em 5 de janeiro de 1917, por meio da Lei 3 232, sancionada pelo Presidente Venceslau Brás, que reconheceu o Curso de Engenheiros Eletricistas e Mecânicos. O curso tinha, inicialmente, a duração de três anos, tendo passado para quatro anos em 1923. Em 1936 foi alterado o currículo do curso, que passou a ter a duração de cinco anos, e o Instituto foi equiparado à Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Em 15 de março daquele ano, o nome da instituição foi alterado para Instituto Eletrotécnico de Itajubá - IEI. Em 30 de janeiro de 1956 o IEI foi federalizado (embora a denominação de Escola Federal de Engenharia só tenha sido adotada em 1968) pela Lei 2.721, sancionada por Nereu Ramos, presidente em exercício.
Em 16 de abril de 1968, o Decreto 62.567 alterou sua denominação para Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI e, em 24 de abril de 2002, foi transformada em Universidade, com a denominação atual, adotando a sigla UNIFEI, por meio da Lei 10.435, sancionada pelo então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. A primeira eleição para reitor deu-se em 2004, assumindo o Prof. Renato de Aquino Faria Nunes e seu vice, Prof. Paulo Shigueme Ide, os quais foram reeleitos em 2008.
Em novembro de 2010, foi tombado como patrimônio histórico do município de Itajubá o conjunto arquitetônico constituído por três edificações históricas: o prédio central da universidade, o laboratório de Máquinas Elétricas e o laboratório Termo-hidrelétrico.
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