| Unthinkable | |
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| No Brasil | Ameaça Terrorista |
| Em Portugal | O Dia do Juízo Final |
| Estados Unidos 2010 • cor • 97 min | |
| Gênero | suspense |
| Direção | Gregor Jordan |
| Produção |
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| Roteiro | |
| Elenco | |
| Música | Graeme Revell |
| Cinematografia | Oliver Stapleton |
| Edição | Scott Chestnut |
| Companhias produtoras |
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| Distribuição | Sony Pictures Home Entertainment |
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| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 15 milhões |
| Receita | US$ 5,5 milhões |
Unthinkable (prt: O Dia do Juízo Final; bra: Ameaça Terrorista) é um filme de suspense estadunidense de 2010, dirigido por Gregor Jordan e estrelado por Samuel L. Jackson, Michael Sheen e Carrie-Anne Moss. Foi lançado direct-to-video em 14 de junho de 2010.
Steven Arthur Younger, chamado Yusuf após sua conversão ao Islã, é preso depois de declarar ter plantado três bombas nucleares em três diferentes cidades dos Estados Unidos. Brody, um agente do FBI especializado em interrogatórios, é chamado para descobrir onde estão os dispositivos que ameaçam o país. No entanto, para forçar Yusuf a revelar-lhes os locais onde as bombas estão escondidas, os federais também chamaram um especialista em tortura: H. A seriedade da ameaça e o pouco tempo que resta antes das bombas explodirem garantem que "H" receba o endosso presidencial para obter, a todo custo, as confissões do terrorista, sem limite nos métodos a serem utilizados, apesar da relutância moral dos outros agentes. Assim, um problema surgirá quando os agentes da segurança nacional passam a discordar dos métodos para extrair as informações do perigoso criminoso extremista.
O consultor de políticas Charles V. Peña opina que "em última análise, [Unthinkable] é sobre a velha questão: 'Os fins justificam os meios?' ... No final, Unthinkable não responde à pergunta... mas fornece bastante alimento para reflexão". Apesar de elogiar seu valor dramático, o estudioso de cinema Matthew Alford argumenta que "o realismo estético e a aparente seriedade de Unthinkable é uma máscara para o absurdo de seu conteúdo e política reacionária", tornando-o não tanto um "cenário de pesadelo" e mais "um white paper de Freddy Krueger".