Este artigo não cita fontes confiáveis. (março de 2016) |
| William Styron | |||||
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William Styron (1989) | |||||
| Nascimento | 11 de junho de 1925 Virgínia, Estados Unidos | ||||
| Morte | 1 de novembro de 2006 (81 anos) Martha's Vineyard, Estados Unidos | ||||
| Residência | Newport News, Virgínia | ||||
| Sepultamento | West Chop Cemetery | ||||
| Nacionalidade | Norte-americano | ||||
| Cidadania | Estados Unidos | ||||
| Cônjuge | Rose Styron | ||||
| Filho(a)(s) | Susanna Styron, Alexandra Styron | ||||
| Alma mater |
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| Ocupação | Escritor | ||||
| Distinções | Prémio Pulitzer de Ficção (1968); National Book Award - Ficção (1980) | ||||
| Cargo(s) | Presidente do Júri no Festival de Cannes
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| Obras destacadas | Um leito nas trevas | ||||
| Causa da morte | pneumonia | ||||
William Clark Styron, Jr. (Newport News, Virgínia, 11 de junho de 1925 – Martha's Vineyard, Massachusetts, 1 de novembro de 2006) foi um escritor estadunidense.
William Styron ficou famoso por dois romances, As Confissões de Nat Turner, e A Escolha de Sofia. Este último foi adaptado para o cinema no início da década de oitenta, com Meryl Streep interpretando a personagem título, numa atuação antológica que lhe valeu o Óscar de Melhor Atriz. Embora tenham feito enorme sucesso, os dois livros foram bastante criticados, As Confissões de Nat Turner por supostamente 'distorcer' a história dos negros nos EUA, e A Escolha de Sofia por sua abordagem do drama dos judeus durante o Holocausto.
Morreu vitimado por pneumonia.