Yoo Young-chul (nascido em 18 de abril de 1970) é um assassino em série sul-coreano e um canibal assumido. Apesar de ter admitido matar 21 pessoas, a maior parte prostitutas e idosos ricos, o tribunal de Seul condenou-o por 20 assassinatos (um dos assassinatos foi excluído por uma questão técnica). Yoo queimou três e mutilou pelo menos 11 das vítimas, admitindo que comeu os fígados de algumas delas. Cometeu os seus crimes entre setembro de 2003 e julho de 2004, até ser preso. Yoo explicou os seus motivos perante uma câmara de televisão dizendo: "As mulheres não devem ser vagabundas, e os ricos devem saber o que fizeram". Ele foi sentenciado à morte em 19 de junho de 2005, pelo Supremo Tribunal.
O seu caso, que chocou os sul-coreanos, acendeu o debate sobre a pena de morte na Coreia do Sul. Apesar da pena de morte ser ainda permitida por lei, não era levada a cabo desde 1997. Pensa-se que a pena de morte pode ser abolida após a prisão de Yoo, mas o apoio à mesma tem aumentado desde então.
O tribunal de Seul disse: "Assassinatos de pelo menos 20 pessoas são raros na nossa nação e são crimes muito sérios. A pena de morte é inevitável para Yoo à luz da imensa dor infligida nas famílias afetadas e em toda a sociedade".