
Os zuavos eram soldados de Infantaria da Argélia e de outros territórios árabes, ao serviço do Exército Francês, nos séculos XIX e XX. O Exército Francês ainda mantém unidades, designadas honorificamente, de "zuavos".
Zuaves foram unidades de tropas coloniais sob o comando francês, ativas especialmente durante o século XIX, compostas principalmente de argelinos e outros árabes do Norte de África.

Durante o período monárquico brasileiro, companhias de voluntários negros apelidados de "Zuavos baianos" foram organizadas na Bahia, tendo combatido na Guerra do Paraguai.
Nas duas últimas guerras externas enfrentadas pelo Brasil durante o reinado de Pedro II, a do Uruguai e a do Paraguai. O governo decretou a criação de Corpos de Voluntários da Pátria e a libertação de escravos do Estado para combater nas guerras contra Aguirre e Solano.
Os presidentes das província da Bahia, Luís Antônio Barbosa de Almeida, e de Pernambuco, Antônio Borges Leal Castelo Branco, promoveram a criação de companhias de zuavos, por inspiração dos congeneres franceses, mas formados exclusivamente por homens negros, livres ou libertos, e que foram adidos aos Corpos de Voluntários da Pátria.
Como meio de angariar o apoio da população negra, invocaram a figura de Henrique Dias que lutou na libertação do nordeste do Brasil contra a ocupação holandesa.

A província da Bahia chegou formar 11 companhias:
Zuavos da Morte (pl: żuawi śmierci) uma unidade de revoltosos (Revolta de Janeiro) organizada por François Rochebrune em 1863.