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Aelton Freitas | |
|---|---|
| Deputado Federal por Minas Gerais | |
| Período | 1.º- 1.º de fevereiro de 2007 até 1.º de fevereiro de 2019 2.º- 1.º de janeiro de 2021 até 1.º de fevereiro de 2023 |
| Antecessor(a) | 2.º- Margarida Salomão |
| Senador por Minas Gerais | |
| Período | 1.º de janeiro de 2003 até 1.º de fevereiro de 2007 |
| Antecessor(a) | José Alencar |
| Prefeito de Iturama | |
| Período | 1.º de janeiro de 1993 até 1º de janeiro de 1997 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Aelton José de Freitas |
| Nascimento | 15 de dezembro de 1961 (64 anos) Iturama, Minas Gerais, Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Alma mater | Universidade de São Paulo (USP) |
| Prêmio(s) | |
| Esposa | Luciana Corrêa Queiroz de Freitas |
| Partido | PMDB (1980-2002) PL (2002-2006) PR (2006-2019) PL (2019-2022) PP(2022-atualidade) |
| Religião | catolicismo |
| Profissão | produtor rural, empresário, engenheiro agrônomo, político |
Aelton José de Freitas GOMM • GOMA (Iturama, 15 de dezembro de 1961) ou simplesmente Aelton Freitas é um produtor rural, empresário, engenheiro agrônomo e político brasileiro, filiado ao Progressistas. Foi prefeito de sua cidade natal, além de ter exercido mandatos de senador e deputado federal por Minas Gerais.
Formado em engenharia agronômica pela Escola Superior de Agricultura e Ciências de Machado (ESACMA) do Centro Superior de Ensino e Pesquisa de Machado (CESEP) e pós-graduado pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) bem como formado em Administração pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado pela Universidade Paris-Sorbonne francesa, Aelton possui fazendas de cultivo bem como para criação de gado que são suas empresas rurais.
Aelton foi prefeito de Iturama de 1993 a 1997.
Em 1998, foi eleito 1° suplente do senador José Alencar a partir de fevereiro de 1999, tendo assumido a vaga deste em fevereiro de 2003 com a sua renúncia. Em 2005, foi admitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Ordem do Mérito Militar com o grau de Grande-Oficial especial.
Em 2006, foi eleito deputado federal pela primeira vez por Minas Gerais sendo o 35° mais votado no estado com 85.362 votos (0,87% dos válidos, à época). Em 2010, foi eleito a um novo mandato sendo o 28° mais votado com 106.192 votos (1,03% dos válidos de então) e reeleito em 2014 sendo o 39° mais votado com 91.103 votos (0,9% dos válidos). Não conseguiu a reeleição em 2018, obtendo 54.704 votos e ficando na primeira suplência, mas assumiu o mandato em 2021, graças a eleição de Margarida Salomão (PT) como prefeita de Juiz de Fora. Em 2022, agora filiado ao Progressistas, não conseguiu a reeleição, obtendo 50.777 e ficando como 3º suplente do partido.
No processo de destituição de Dilma Rousseff em 17 de abril de 2016, Aelton anunciou que seguiria a orientação do comando do partido de opor-se ao impedimento. De acordo com o portal O Antagonista, o apoio foi dado em troca de R$250 milhões do fundo partidário. De acordo com o próprio deputado, o apoio foi dado em troca de verba para a urbanização do perímetro urbano de Uberaba. O deputado cumpriu a sua parte na barganha e opôs-se à destituição com o seu voto. Dilma retribuiu no dia seguinte liberando R$50,5 milhões aos deputados do PR, dentre os quais Aelton.
Já no governo Temer, posicionou-se favorável à PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017, posicionou-se favorável à Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017, opôs-se ao processo em que pedia-se abertura de investigação a respeito do presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.
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