Aljustrel

 Nota: Para outros significados, veja Aljustrel (desambiguação).
Aljustrel
Vista panorâmica de Aljustrel
Brasão de Aljustrel Bandeira de Aljustrel
Localização de Aljustrel
Gentílico aljustrelense, vispascense
Área 458,47 km²
População 8 874 hab. (2021)
Densidade populacional 19,4  hab./km²
N.º de freguesias 4
Presidente da
câmara municipal
Fernando Ruas (PCP-PEV, 2025-2029)
Fundação do município
(ou foral)
1252
Região (NUTS II) Alentejo
Sub-região (NUTS III) Baixo Alentejo
Distrito Beja
Província Baixo Alentejo
Orago Santa Bárbara
Feriado municipal 13 de Junho
Código postal 7600
Sítio oficial mun-aljustrel.pt

geral@mun-aljustrel.pt

Aljustrel é um vila portuguesa sede do Município de Aljustrel pertencente ao Distrito de Beja, na região do Sul de Portugal.

O Município de Aljustrel tem 458,47 km² de área e 8 874 habitantes (2021), e está subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Ferreira do Alentejo, a leste por Beja, a sul por Castro Verde, a sudoeste por Ourique e a oeste por Santiago do Cacém.

A vila de Aljustrel tem cerca de 4 600 habitantes, e está situada na freguesia de Aljustrel e Rio de Moinhos.

Aljustrel é bastante conhecida, nacional e internacionalmente, pelas suas Minas, Património Industrial Mineiro e Geológico, onde é também conhecida pelo seu Santuário da Nossa Senhora do Castelo.

Freguesias

Freguesias do município de Aljustrel.
O Município de Aljustrel está dividido em 4 freguesias:


Caracterização

Geologia

Antiga área mineira junto à vila. O concelho de Aljustrel situa-se na Faixa Piritosa Ibérica, uma área rica em cobre, ferro e outros minerais.

A geologia de Aljustrel é caracterizada por um soco paleozóico da Zona Sul Portuguesa, representado pela Formação de Mértola, com cerca de 340 a 330 milhões de anos, e por um complexo Vulcano-Sedimentar da Faixa Piritosa Ibérica, com cerca de 352 a 330 milhões de anos. 

As rochas do soco evidenciam uma orientação noroeste-sudeste, e apresentam um forte controlo estrutural manifestado por cavalgamentos vergentes para sudoeste e por falhas tectónicas de orientação norte-sul e nordeste-sudoeste. Estes sistemas são representados, respetivamente, pelos desligamentos subverticais de movimentação direita de Azinhal, Feitais, Represa e Castelo, e pela falha da Messejana, de componente normal esquerda. A noroeste da falha da Messejana, o soco Paleozóico encontra-se coberto por sedimentos da Bacia Terciária do Sado, representados por areias, argilas, conglomerados e carbonatos.

Clima

A localização do município de Aljustrel na região alentejana e a fraca influência atlântica acentuam uma situação contrastante típica desta região, com baixa pluviosidade (564 mm é a pluviosidade média anual), elevadas amplitudes térmicas (16.4 °C é a temperatura média), invernos frescos e verões quentes. Da diferenciação entre a estação seca e estação húmida, ressalta o domínio do clima mediterrânico.

A temperatura média mensal varia entre 28 °C e os 30 °C no verão. No inverno, as temperaturas são relativamente baixas, sendo que a temperatura média anual situa-se entre os 15 °C e os 16 °C.

As temperaturas médias do ar são máximas em julho e agosto, com valores médios que variam entre os 19 °C e os 24 °C na zona de Beja, e mínimas em janeiro, variando entre 9 °C e 12 °C.

O número médio de dias no ano com temperatura máxima superior a 25 °C é de aproximadamente 100, não ocorrendo aquelas temperaturas nos meses de dezembro e janeiro. Os maiores valores são atingidos nos meses de julho e agosto. Assim, é relativamente elevado o número médio de dias nos meses de verão com temperaturas máximas superiores a 25 °C.

História

Pré-história

A área correspondente ao concelho de Aljustrel terá sido local de passagem das comunidades de caçadores-recolectores, durante o período Paleolítico. Porém, as primeiras tentativas de povoamento só terão sido feitas a partir dos finais do terceiro milénio a.C., na colina de Nossa Senhora do Castelo, cujas populações extraíam e trabalhavam o cobre. Com efeito, devido à riqueza mineral e agrícola do território, a ocupação humana manteve-se de forma constante desde então.

Período romano

Nos finais do século I a.C., a região passou a ser controlada pelos romanos, iniciando uma nova fase na história de Aljustrel, com o forte crescimento da produção mineira, sendo a povoação então conhecida como Vipasca e a exploração mineira como Mettalum Vipascencis. Foram encontrados amplos vestígios da época romana, incluindo as ruínas de edifícios residenciais e uma oficina metalúrgica para o processamento do minério. Deste período destaca-se a descoberta das chamadas placas ou tábuas de Aljustrel, que são consideradas como os mais antigos textos jurídicos em território nacional.

Domínio islâmico e reconquista

O território continuou a ser ocupado após o final do domínio romano, embora sem deixar vestígios significativos, até ao século XI, quando passou a ser controlado pelos muçulmanos. A povoação islâmica, denominada inicialmente de Albasturil e posteriormente como Al-Lustre, foi constituída principalmente por habitantes oriundos do Norte de África. No século XI foi construído um castelo em taipa. Em 1234 o castelo foi reconquistado pelos cavaleiros da Ordem Militar de Santiago da Espada, aos quais o rei D. Sancho II doou os territórios recentemente tomados em 31 de Março de 1235, embora excluindo os direitos sobre os rendimentos das minas e das termas de São João do Deserto. O nome islâmico foi adaptado para o topónimo português Aljuster, tendo sido sob esta denominação que foi referida na carta de foral, emitida pela Ordem de Santiago em 16 de Janeiro de 1252, e confirmada pelo rei D. Afonso III, formando oficialmente o concelho. O nome de Aljustre perdurou até ao século XIX.

Ermida de Nossa Senhora da Assunção, na freguesia de Messejana.

Séculos XV e XVI

Nos finais do século XV, a vila de Aljustrel conheceu um importante desenvolvimento sob a liderança do seu alcaide-mor, Fernão de Mascarenhas, que incrementou a exploração mineira. Em 20 de Setembro de 1510 foi concedida uma nova carta de foral a Aljustrel, pelo rei D. Manuel, sendo o concelho então formado pelas freguesias de Aljuster, igualmente conhecida como São Salvador, e de São João de Negrilhos. Em 1 de Julho de 1512 Messejana também recebeu uma carta de foral. Assim, a vila conheceu um forte impulso durante o reinado de D. Manuel, devido ao novo foral, ao reavivar da produção mineira, e à crescente procura pelas Termas de São João do Deserto, então conhecidas como Fonte santa.

Em 1527 foi feito um recenseamento do território, onde se refere que a freguesia de Aljuster teria cerca de duzentos vizinhos, correspondendo a 1243 habitantes, sendo listadas três aldeias: Magras, com 35 vizinhos, Rey de Moinhos, com 30 vizinhos, e Corte Vicente Anes, com 18 vizinhos. Na segunda metade do século XVI foi construído um mosteiro franciscano em Messejana.

Gravura de Aljustrel, publicada em 1814.

Séculos XIX a XX

Em 1836 a freguesia de Ervidel passou a estar incorporada no concelho de Aljustrel, e em 1855 o município recebe parte do antigo concelho de Messejana. Foi também nessa época que se reavivou o interesse pelas minas, tendo em 1848 sido autorizada a concessão a um empresário espanhol, Sebastião Gargamala. Porém, acaba por perder a concessão, que é entregue à Lusitanian Mining Company, que igualmente teve pouco resultado. Estas primeiras tentativas fracassaram principalmente devido à falta de água e a graves problemas em termos de transportes.

Em 1865 foi formada uma comissão para estudar os problemas das explorações mineiras em Aljustrel, que então se encontravam ao abandono, tendo-se considerado que uma das condições necessárias para o bom funcionamento das minas seria a ligação à rede ferroviária nacional. Em 1867 foi fundada a Companhia de Mineração Transtagana, que começou a operar no ano seguinte. Foi com esta empresa que se iniciou a exploração em larga escala, tendo construído uma rede ferroviária e equipamentos para o tratamento do minério. No entanto, algum tempo depois acabou por entrar em falência, tendo sido substituída pela Société Anonyme Belge des Mines d’Aljustrel. Esta foi constituída em 1898, precisamente para explorar os jazigos de Aljustrel, tendo herdado as infraestruturas da empresa anterior. A produção iniciou-se logo no ano seguinte, mas em 1901 a empresa entrou em conflito com os trabalhadores rurais, que acusavam as minas de prejudicar a agricultura, devido à forte poluição e consumo de água.

José Garcia de Lima, na sua obra Arquivo Histórico de Portugal, publicada em 1889, refere que o concelho era «pequeno em área e escasso em população», sendo composto por quatro concelhos: Ervidel, com orago de São Julião, Messejana, com orago de Nossa Senhora dos Remédios, e São João de Negrilhos, dedicado a São João Baptista. Do ponto de vista da economia, as minas eram a «principal riqueza local, mas carecem de mais larga exploração», referindo igualmente que as terras eram muito pobres do ponto de vista do potencial agrícola, produzindo-se principalmente azeite e gado. A vila teria cerca de quinhentos fogos, tendo-a classificado como «pobrissima», habitada essencialmente por jornaleiros, com pouco comércio e indústria, sendo o principal edifício a escola primária. Em 25 de Novembro de 1892, o próprio concelho de Aljustrel foi eliminado, passando a fazer parte do município de Beja, medida que revertida cerca de três anos depois, em 13 de Janeiro de 1898. A vila conheceu uma forte expansão nos finais do século XIX e inícios do XX, absorvendo a aldeia de Magras, que até então se situava nos seus limites.

Na sequência da Revolução de 5 de Outubro de 1910, que instaurou a república em Portugal, Aljustrel aderiu imediatamente ao novo regime, tendo uma das principais figuras da nascente república sido o médico e jornalista Manuel de Brito Camacho, nascido em Aljustrel. Durante grande parte do século, a vila conheceu um franco desenvolvimento devido à produção mineira, com a introdução de serviços para os mineiros e as suas famílias, por parte das empresas exploradoras. Por exemplo, organizou os Serviços de Assistência à Família no Centro Material Infantil, que em Setembro de 1962 atenderam 275 filhos de mineiros e 265 filhos de trabalhadores rurais. Outro importante marco foi a fundação em 1933 do Sport Clube Mineiro Aljustrelense, formado pelos trabalhadores das minas.

Porém, Aljustrel continuou a ter graves problemas em termos de comunicações. Por exemplo, em 1914 não era possível viajar de automóvel entre Lisboa e o Algarve, porque ainda faltava construir vários lanços de estrada, incluindo entre Aljustrel e Ervidel. Em 1914, os automóveis ainda não conseguiam ir de Lisboa ao Algarve, uma vez que ainda faltavam construir vários quilómetros de estrada entre Ervidel e Aljustrel e entre Almodôvar e São Brás de Alportel. Nesse ano, começaram as primeiras carreiras de autocarros até Penacova, durando cerca de uma hora. p. 183

No Inverno de 1922 deu-se uma grande greve dos mineiros em Aljustrel, integrada num período de grande agitação laboral e de crise económica após o final da Primeira Guerra Mundial. Em 2 de Junho de 1929 entrou ao serviço o Ramal de Aljustrel, para substituir um caminho de ferro de via estreita que ligava as minas de Aljustrel ao Apeadeiro de Figueirinha.

Em 1973 a Sociedade Belga deixou de ser responsável pelas minas, que passaram a ser exploradas pela empresa Pirites Alentejanas, de capital quase totalmente estatal. Em 1985 a aldeia de Rio de Moinhos foi desanexada da freguesia de Aljustrel, formando uma freguesia própria.

Século XXI

Em 2001 as minas de Aljustrel foram transferidas para a firma canadiana EuroZinc, que por seu turno as vendeu ao grupo português ALMINA em 2009.

Em 16 de Junho de 2026 foi oficialmente inaugurada a variante a Aljustrel, consistindo num novo corredor rodoviário a Norte da vila, e que veio constituir uma alternativa ao trânsito automóvel pelo centro da vila, principalmente para o tráfego de veículos pesados das explorações mineiras, melhorando desta forma as condições de circulação e de vida das populações.

Personalidades ilustres

Gastronomia

A gastronomia regional alentejana é extremamente rica e variada. Condicionada pela escassez de meios, os alentejanos tiveram de ser criativos: a base da gastronomia sul-alentejana são o pão, a água e os temperos.

A diferença está: no bom pão alentejano, com fermento da massa e cozido em forno de lenha; nos condimentos e ervas aromáticas, dos quais se destacam a hortelã da ribeira, os orégãos, os coentros, a hortelã e a salsa; na qualidade dos ingredientes; e, sobretudo, na velha arte da confecção que passa de geração em geração. Estes fatores completam um todo que produz resultados conhecidos: os gaspachos, as migas, as açordas, os cozidos de grão e de feijão, e as sopas e ensopados são alguns dos pratos mais característicos da cozinha tradicional de Aljustrel.

Património

Sino na Igreja de Nossa Senhora do Castelo, em Aljustrel.

Aljustrel

Ervidel

Messejana

São João de Negrilhos

Política

Eleições autárquicas

Data % V % V % V % V % V % V % V % V % V % V Participação
FEPU/APU/CDU PS AD UDP PPD/PSD CDS-PP PPM PSD/CDS CH A
1976 58,72 3 35,13 2
76,96 / 100,00
1979 66,14 4 21,49 1 8,92 - 1,29 - AD AD AD
83,11 / 100,00
1982 61,57 4 21,62 1 11,42 - 1,61 -
80,34 / 100,00
1985 61,67 5 31,04 2 3,49 -
70,70 / 100,00
1989 55,16 5 31,09 2 8,64 -
58,67 / 100,00
1993 58,05 5 33,48 2 3,53 - 1,40 -
65,46 / 100,00
1997 60,53 4 29,99 1 4,88 -
62,41 / 100,00
2001 57,02 3 33,81 2 5,08 -
61,30 / 100,00
2005 54,15 3 40,11 2 2,82 - AD AD AD
68,22 / 100,00
2009 46,79 2 49,07 3 CDS-PP PPD/PSD 2,04 -
69,39 / 100,00
2013 38,55 2 57,83 3 1,24 -
72,99 / 100,00
2017 36,57 2 58,93 3 1,72 -
68,71 / 100,00
2021 45,91 2 47,54 3 2 1,52 - AD
68,75 / 100,00
2025 46,72 3 45,02 2 6,00 -
71,17 / 100,00

Eleições legislativas

Data %
PCP PS PSD CDS UDP APU/

CDU

AD FRS PRD PSN BE PAN PSD
CDS
L CH IL
1976 55,66 31,48 4,37 2,22 0,99
1979 APU 22,87 AD AD 1,79 58,87 12,05
1980 FRS 1,33 55,54 15,76 21,69
1983 27,81 7,65 2,34 1,24 57,09
1985 21,31 7,88 1,62 2,44 54,43 8,04
1987 CDU 21,43 16,18 1,54 1,30 49,62 4,04
1991 28,38 21,91 1,83 40,46 0,43 0,73
1995 43,80 8,54 2,25 0,86 40,72
1999 43,51 8,01 2,75 39,02 0,18 1,52
2002 40,87 12,91 2,49 36,25 2,10
2005 45,18 6,51 1,73 37,38 4,99
2009 33,73 6,91 3,60 42,23 9,62
2011 31,52 13,45 4,63 37,81 5,22 0,56
2015 36,85 CDS PSD 36,29 7,84 0,64 11,25 0,19
2019 39,98 6,25 1,39 34,03 8,72 1,92 0,46 1,44 0,14
2022 46,36 7,83 0,64 28,15 3,95 0,60 0,49 7,85 1,09
2024 34,35 AD AD 22,62 8,55 4,65 1,11 1,27 20,99 1,44
2025 30,44 CDS PSD 21,32 1,82 1,08 11,86 1,68 26,41 1,20

Evolução da População do Município

Por decreto de 18/04/1871, foi desanexada deste concelho a freguesia de Alvalade, tendo passado para o concelho de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal.

Número de habitantes *
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011 2021
5 948 7 788 7 455 8 214 12 272 12 437 15 276 17 299 18 214 18 181 13 473 12 870 11 990 10 567 9 257 8 874
Número de habitantes por Grupo Etário **
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011 2021
0-14 Anos 2 585 4 436 4 668 5 097 5 722 5 631 5 364 3 570 2 805 2 145 1 370 1 063 1 059
15-24 Anos 1 612 2 211 2 200 3 219 3 190 3 374 3 098 2 170 1 969 1 679 1 378 898 774
25-64 Anos 3 742 5 136 4 996 6 229 7 447 7 902 8 544 6 685 6 013 5 887 5 374 4 938 4 500
= ou > 65 Anos 394 477 498 616 853 1 023 1 175 1 280 2 083 2 279 2 445 2 358 2 541

Cultura

Desporto

O Sport Clube Mineiro Aljustrelense é o clube da vila. Dentro deste clube, praticam-se 4 desportos:

Feiras e eventos

Heráldica

Brasão: Escudo a negro, fonte de ouro repuxada a prata. Em chefe, um crescente de ouro acompanhado de duas cruzes de Santiago, perfiladas a ouro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com a legenda a maiúsculas a negro: "VILA DE ALJUSTREL".
Bandeira: Esquartelada de púrpura e branco, cordões e borlas de prata e púrpura. Haste e lança de ouro.

Ver também

Geminações

A vila de Aljustrel está geminada com a seguinte cidade:

Referências

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  3. ↑ INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_ALENTEJO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27 de julho de 2013. Cópia arquivada em 24 de dezembro de 2025
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  5. ↑ INE (2013). Anuário Estatístico da Região Alentejo 2012 (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 31. ISBN 978-989-25-0214-4. ISSN 0872-5063. Consultado em 5 de maio de 2014. Cópia arquivada em 17 de julho de 2024
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  10. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 «História». Junta de Freguesia de Aljustrel. Consultado em 3 de Julho de 2026. Cópia arquivada em 13 de abril de 2026
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  14. 1 2 LOBATO, 1983:338-339
  15. ↑ GUIMARÃES, 2001:91
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  28. ↑ «De Luto». Diário de Lisboa. Ano 19 (5947). Lisboa: Renascença Gráfica. 13 de Junho de 1939. p. 2. Consultado em 30 de Agosto de 2023. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2026 – via Casa Comum / Fundação Mário Soares
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  35. ↑ Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  36. ↑ INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  37. ↑ INE - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_indicadores&indOcorrCod=0011166&contexto=bd&selTab=tab2
  38. 1 2 «Ordenação heráldica do brasão e bandeira de Aljustrel». www.ngw.nl. Consultado em 4 de julho de 2017

Bibliografia

Leitura recomendada

Ligações externas

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