| Alok | |
|---|---|
Alok em 2025 | |
| Nome completo | Alok Achkar Peres Petrillo |
| Pseudônimo(s) | Alok |
| Nascimento | |
| Residência | São Paulo |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Progenitores | Mãe: Adriana Peres Franco Pai: Juarez Achkar Petrillo |
| Parentesco |
|
| Cônjuge | Romana Novais (c. 2019) |
| Filho(a)(s) | 2 |
| Ocupação | |
| Período de atividade | 2004–presente |
| Carreira musical | |
| Gênero(s) | |
| Instrumento(s) | |
| Gravadora(s) |
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| Religião | cristianismo |
| Website | aloklive |
Alok Achkar Peres Petrillo (Goiânia, 26 de agosto de 1991), é um DJ, produtor musical e empresário brasileiro, considerado o maior DJ do Brasil e um dos mais influentes do mundo. É atualmente o 3.º melhor DJ do planeta segundo a revista britânica DJ Mag, tendo sido o primeiro brasileiro a alcançar o top 5 da publicação em 2020 e atingido em 2025 sua melhor colocação histórica. É também o único artista brasileiro a integrar o Billboard Dance 100 e, segundo um relatório da Luminate de 2025, o artista brasileiro que mais gera streams fora do Brasil.
Filho dos DJs Swarup e Ekanta — pioneiros do psy trance no Brasil e idealizadores do festival Universo Paralello —, Alok cresceu em contato com a música eletrônica ao lado do irmão gêmeo Bhaskar. Iniciou a carreira profissional aos 12 anos com o projeto Lógica, duo formado pelos dois irmãos, que se dissolveu quando Bhaskar decidiu seguir carreira solo após se casar. Em 2010, Alok migrou do psy trance para o house music e começou a construir sua identidade solo. Em 2016, assinou com a gravadora holandesa Spinnin' Records e lançou "Hear Me Now", com Bruno Martini e Zeeba, que alcançou paradas internacionais e consolidou sua projeção mundial. Hoje é embaixador oficial do Tomorrowland no Brasil, tendo se apresentado em todas as edições do festival no país, e realizou sua estreia no Coachella em 2025.
Como artista, é conhecido por shows de grande escala tecnológica — incluindo espetáculos com centenas de drones e estruturas de pirâmides de LED — e por posicionamentos culturais como o movimento Keep Art Human, lançado em 2025 em defesa da criatividade humana diante da inteligência artificial. Em 2024, lançou o álbum O Futuro é Ancestral, com 50 artistas de 8 etnias indígenas, que rendeu duas indicações ao Grammy Latino. Venceu o Prêmio Multishow na categoria DJ do Ano em 2023 e 2024. Em 2025, foi incluído na lista TIME 100 Climate da revista TIME, sendo o único DJ entre os 100 líderes climáticos mais influentes do mundo.
Como filantropo, fundou em 2020 o Instituto Alok com uma doação inicial de R$ 27 milhões — o maior valor doado por um artista brasileiro da nova geração para fins sociais até então. Até 2026, investiu mais de R$ 40 milhões em ações sociais, segundo declaração pública do próprio artista. O Instituto, auditado pela KPMG, apoiou 110 projetos em 4 países, beneficiando mais de 1,6 milhão de pessoas no Brasil e 115 mil no exterior.
Como empresário, fundou em 2015 a Up Club Records e a Artist Factory em 2017. Em 2019, fundou a Controversia Records, sub-gravadora da Spinnin'. Em 2022, em parceria com a WAP, fundou a WAAW by Alok, marca de equipamentos de áudio.
Alok Achkar Peres Petrillo nasceu em 26 de agosto de 1991, em Goiânia, Goiás. Seu nome foi dado depois que seus pais viajaram à Índia, onde se encontraram com o guru espiritual Osho, que indicou que o menino deveria se chamar Alok — palavra que em sânscrito significa "luz". Possui origens italianas, libanesas e portuguesas.
Seu pai, Juarez Achkar Petrillo (conhecido artisticamente como Swarup), e sua mãe, Adriana Peres Franco (Ekanta), são DJs pioneiros do psy trance no Brasil e idealizadores do Universo Paralello, festival de música eletrônica realizado anualmente na Praia de Pratigi, na Bahia. Os pais se separaram durante a infância de Alok. Alok tem também uma irmã, Jaya Petrillo, filha do segundo casamento do pai com Camilla Mota.

Alok viveu os primeiros anos de vida em Águas Claras, Distrito Federal. Ainda criança, mudou-se com a mãe e o irmão gêmeo Bhaskar para Amsterdã, na Holanda, onde Ekanta trabalhava como faxineira em uma boate. A família morava em um prédio ocupado por diversas famílias, e como a mãe muitas vezes não tinha com quem deixar os filhos, levava os dois às danceterias onde trabalhava. "Foi assim que a música entrou na minha vida, aos 6 anos de idade", contou Alok em entrevista.
Sobre a rotina nesse período, Alok recordou que seus pais nunca interromperam a carreira por causa dos filhos: os irmãos alternavam entre pai e mãe, acompanhando ambos. Com 9 anos, mudou-se para Alto Paraíso de Goiás, onde permaneceu até os 12 anos. Na adolescência, se radicou em Águas Claras.
Aos 10 anos, Alok e Bhaskar começaram a tocar no estúdio de ensaio da banda de Swarup. Com a ajuda dos DJs Zumbi e Pedrão, amigos da família, os irmãos aprenderam a mixar — cada um desenvolvendo uma especialidade, um no teclado, o outro na guitarra. Pouco depois, o produtor britânico Dick Trevor instalou o programa Logic Pro no computador de Swarup, aproximando os dois irmãos ainda mais da produção musical.
Após o ensino médio na escola La Salle, Alok iniciou um curso pré-vestibular e, aos 19 anos, ingressou no curso de relações internacionais na Universidade Católica de Brasília. Achava que a música era algo instável para construir uma carreira. No quarto semestre, precisou abandonar o curso por não conseguir conciliar os shows com os estudos. Para se aperfeiçoar, fez um curso de discotecagem em Londres, Inglaterra. Aos 24 anos, mudou-se para São Paulo, onde vive desde então.
Aos 12 anos, Alok e Bhaskar fundaram o projeto Lógica e começaram a trabalhar profissionalmente com música eletrônica. A primeira apresentação foi no Psycholand, espaço de shows em área rural do Distrito Federal, com público de cerca de 800 pessoas. Alok recorda que recebeu R$ 150 de cachê. Naquele mesmo ano, os irmãos se apresentaram no Universo Paralello pela primeira vez.
Com 15 anos, Alok e Bhaskar começaram a produzir suas próprias músicas. Com 17, já haviam viajado por cerca de 19 países em turnê. A primeira faixa lançada pela dupla Alok & Bhaskar saiu pela Holophonic Records, com participação do grupo britânico de eletrônica Cosmosis. Vieram depois as faixas "Good News", "Space" e "Influences", além de uma parceria com Burn in Noise, principal influência da dupla naquele período.
Pelo projeto Lógica, os irmãos assinaram com a Vagalume Records e a Liquid Records, lançando o álbum autoral Level Feature Rights e mais quatro EPs. Entre as faixas desse período estão "Bubble Brain", "Lola" (com Swarup), "Hey", "Sometimes" (com Zumbi) e um remix de "Hey Boy Hey Girl", do Chemical Brothers.
O projeto Lógica chegou ao fim quando os irmãos tomaram caminhos diferentes. Bhaskar decidiu deixar a dupla após se casar, optando por seguir carreira solo dentro do universo do psy trance que os dois haviam construído juntos desde a infância. Alok, por sua vez, queria um caminho diferente: migrar do psy trance para o house music. A decisão não teve o apoio dos pais de início. "Era um cenário diferente, no qual eles não tinham muito conhecimento e visibilidade. Eu estava saindo da zona de conforto deles", disse. Por um período, Alok continuou tocando também pelo Lógica sozinho, até encerrar definitivamente o projeto e se dedicar integralmente à carreira solo.
Os dois irmãos seguiram trajetórias sólidas de forma independente. Ambos vieram a ser figuras relevantes da cena eletrônica brasileira, e a relação pessoal entre eles permaneceu próxima — Bhaskar dividiu o palco com Alok e com os pais durante o preview do projeto Rave the World no Greenvalley, em 2026.
O primeiro sucesso de Alok como projeto solo foi "Snoop Sings", com Icy Sasaki — um sample de "Signs", do Snoop Dogg com Charlie Wilson e Justin Timberlake. A canção acumulou 3 milhões de visualizações no YouTube. Também nesse período colaborou com Icy Sasaki em um remix de "Puro Êxtase", da banda Barão Vermelho.
Em 4 de junho de 2013, lançou "We Are Underground" no Soundcloud, que ultrapassou 1 milhão de audições na plataforma. A faixa funcionou como divisor de águas na carreira, levando Alok a ser requisitado por festivais ao redor do mundo. O videoclipe foi lançado em outubro do mesmo ano.
Em dezembro de 2014, foi eleito o melhor DJ do Brasil pela revista House Mag, o maior veículo de música eletrônica do país à época. Em março de 2015, estreou o programa New Design na rádio Jovem Pan FM, mais tarde migrado para a Energia 97.
Em maio de 2015, Alok fundou sua própria gravadora, a Up Club Records. A decisão veio após gravadoras europeias rejeitarem suas músicas por não se encaixarem no "padrão europeu" — e exigirem que ele mudasse o estilo para publicá-las. Alok recusou. "Ela continha minha autenticidade e personalidade", justificou.
Em dezembro de 2015, foi eleito pela segunda vez o melhor DJ do Brasil pela House Mag. No mesmo ano, entrou pela primeira vez no Top 100 DJs da revista britânica DJ Mag, na posição 44 — o único brasileiro no ranking, à frente de acts como Jack Ü e Daft Punk.

Em junho de 2016, Alok assinou contrato com a gravadora holandesa Spinnin' Records, após receber propostas de várias gravadoras de grande porte. Optou pela Spinnin' pelo planejamento de carreira mais estruturado. Passou também a ser agenciado pela William Morris Endeavor (WME).
Em outubro de 2016, lançou "Hear Me Now" com Bruno Martini e Zeeba pela Spinnin'. Em um mês, a música chegou ao topo do iTunes e do Spotify no Brasil, com 250 mil execuções diárias e 10 milhões de visualizações no YouTube. A canção alcançou o top 50 mundial do Spotify (posição 47) e tornou Alok o primeiro artista brasileiro a ultrapassar 100 milhões de audições na plataforma. Internacionalmente, chegou à posição #8 na Noruega, #11 na Suécia e #20 na tabela americana de eletrônica da Billboard. Foi certificada como disco de platina na Itália pela Federazione Industria Musicale Italiana (FIMI).
Em 2016, subiu para a posição 25 no Top 100 DJs da DJ Mag.
Em março de 2017, anunciou a criação da Artist Factory, agência em parceria com a Audiomix, voltada a músicos da cena eletrônica — especialmente artistas da Up Club Records. Entre os agenciados estavam o próprio Alok, Bhaskar, Liu, Sevenn e Selva.
Em 2019, tornou-se o primeiro personagem-celebridade brasileiro do jogo Free Fire, desenvolvido pela Garena. Seu personagem recebeu a habilidade "Drop the Beat", que cura aliados e aumenta a velocidade de movimento. Alok também se apresentou ao vivo na final do Free Fire World Series 2019, no Rio de Janeiro.
Alok iniciou sua expansão no mercado asiático em 2016 e nos anos seguintes se tornou um dos DJs ocidentais com maior presença regular no continente. Realiza turnês na China, Singapura, Indonésia, Filipinas e Vietnã, apresentando-se para dezenas de milhares de pessoas por show. Segundo a revista Exame, Alok chegou a cobrar cerca de US$ 200 mil por apresentação na Ásia — valor inédito para um artista brasileiro naquele mercado à época. Na China, estabeleceu parcerias com artistas locais e estrelou uma campanha da Budweiser para o mercado asiático.
Alok é embaixador oficial do Tomorrowland no Brasil e se apresentou em todas as edições brasileiras do festival. Em 2019, ocupou três palcos na edição belga. Em 2022, seu set gerou mais de 3,6 milhões de visualizações na transmissão ao vivo. No Tomorrowland Brasil 2023, tornou-se o primeiro artista brasileiro a encerrar o festival, fazendo o último set do palco principal — transmitido pelo Multishow e pelo YouTube do Tomorrowland.
Em 2023, o Tomorrowland e a Amazon Music lançaram o documentário We Are Tomorrow, de 30 minutos, dirigido pelo belga Wim Bonte, com Alok como protagonista entre os "People of Tomorrow". O documentário venceu o Webby Award na categoria Melhor Vídeo — Eventos e Transmissões ao Vivo.
Em outubro de 2024, o Tomorrowland realizou pela primeira vez um espetáculo com 600 drones sobre o palco principal, em colaboração com Alok. O show foi coproduzido entre artista e festival, e eleito "Melhor Performance de 2024" pelo Electronic Dance Music Awards (EDMAs).
Em outubro de 2025, Alok quebrou o recorde latino-americano de uso de drones em um show de música ao vivo, com mais de 1.100 drones no Tomorrowland Brasil, formando uma flor luminosa sobre o público do Parque Maeda, em Itu (SP).
No Tomorrowland Winter 2026, realizado em Alpe d'Huez (França), Alok fez três apresentações com propostas distintas — no palco Orbyz a 2.100 metros de altitude, no Frozen Lotus e no palco principal, com transmissão ao vivo para milhões de espectadores.
Em setembro de 2021, Alok realizou uma performance de quase dez minutos em um palco montado em uma balsa ancorada no rio Amazonas, ao lado de artistas das etnias Huni Kuï, Yawanawá e Guarani Mbya, para o Festival Global Citizen. O evento foi transmitido para mais de 100 países, ao lado de artistas como Billie Eilish, BTS, Ed Sheeran e Elton John. As mesmas músicas foram apresentadas na Semana Climática no rooftop da sede da ONU em Nova York, em 2021, 2022 e 2023. O projeto é uma contribuição do Instituto Alok à Década Internacional das Línguas Indígenas, em cooperação com a UNESCO.
Em junho de 2022, Alok lançou "Deep Down" com Ella Eyre, Kenny Dope e Never Dull. A canção estreou no topo do Dance/Mix Show Airplay da Billboard, sendo a primeira liderança de todos os quatro artistas na parada americana de rádios dance. Com o resultado, Alok tornou-se o único artista brasileiro a integrar o Billboard Dance 100.
Em setembro de 2022, Alok se apresentou no Palco Mundo do Rock in Rio e exibiu no telão do festival a mensagem "Amazônia em Pé" durante o show.
No mesmo mês, esteve na Assembleia Geral das Nações Unidas para apresentar o movimento The Future is Ancestral, ao lado de pensadores e artistas indígenas brasileiros, em parceria com o Pacto Global das Nações Unidas.
Em outubro de 2022, Alok tornou-se membro da Academia Latina da Gravação (Academia do Grammy Latino), ao lado de Anitta, passando a votar nos indicados e vencedores da premiação por cinco anos.
Em agosto de 2023, Alok realizou o chamado "Show do Século" na Praia de Copacabana, reunindo aproximadamente 1 milhão de pessoas.
Em setembro de 2023, recebeu no Tribunal Superior do Trabalho (TST) a comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho no grau de Grande Oficial, por sua atuação social no terceiro setor.
Em novembro de 2023, venceu o Prêmio Multishow na categoria DJ do Ano, na 30ª edição da premiação.
Em abril de 2024, Alok lançou o álbum O Futuro é Ancestral, resultado de mais de 500 horas de gravações com cerca de 50 artistas de oito etnias indígenas — entre elas Yawanawá, Huni Kuï e Guarani. O projeto teve pré-lançamento no Grammy Museum em Los Angeles, em março de 2024, e foi disponibilizado nas plataformas no dia 19 de abril, Dia Internacional dos Povos Indígenas. Todos os royalties e receitas do álbum foram destinados às comunidades indígenas participantes.
Em setembro de 2024, o álbum recebeu duas indicações ao Grammy Latino na categoria inédita de Melhor Performance de Música Eletrônica Latina: a faixa "Pedju Kunumigwe", com os Guarani Nhandeva, e "Drum Machine", com DJ Pickle. Alok se apresentou na cerimônia, em Miami, acompanhado de representantes dos povos indígenas parceiros.
Em setembro de 2024, Alok e os artistas indígenas se apresentaram no Global Citizen, no Central Park em Nova York, no bloco "Defend The Planet", ao lado de Chris Martin do Coldplay e dos atores Hugh Jackman e Whoopi Goldberg.
Em dezembro de 2024, venceu o Prêmio Multishow na categoria DJ do Ano pela segunda vez consecutiva.
Em abril de 2025, Alok fez sua estreia no festival Coachella, na Califórnia. No palco Sahara Tent, substituiu os telões tradicionais por mais de 40 dançarinos ao vivo do grupo italiano Urban Theory, que formaram painéis humanos sincronizados à música. Frases como this is not AI e keep art human foram exibidas durante o show, levando parte do público a acreditar inicialmente que se tratava de computação gráfica. A apresentação foi coberta pelo The Hollywood Reporter.
A partir da experiência no Coachella, Alok lançou o movimento e manifesto Keep Art Human, que defende a preservação da criatividade humana diante do avanço da inteligência artificial nas artes, propondo que a tecnologia sirva como ferramenta — não como substituto — do artista.
Em 28 de junho de 2025, apresentou o espetáculo Keep Art Human na Arena Mercado Livre Pacaembu, em São Paulo, para mais de 30 mil pessoas. O show incluiu 1.080 drones desenhando figuras humanas no céu, participação de Gilberto Gil em versões eletrônicas de "Tempo Rei" e "Palco", e artistas indígenas do projeto O Futuro é Ancestral. O evento foi transmitido pelo Multishow.
O espetáculo também foi apresentado no Rock in Rio 2026, em 11 de setembro, com 1.500 drones e 45 bailarinos no palco.
Em março de 2025, Alok foi nomeado pela revista TIME como um dos 100 líderes climáticos mais influentes do mundo na lista TIME 100 Climate, sendo o único DJ da seleção, ao lado de nomes como o Papa Leão XIV, o Rei Charles III e o presidente Lula.
Alok atua como embaixador oficial do Brasil na COP30, realizada em Belém. Em novembro de 2024, realizou um show para 250 mil pessoas em Belém com uma pirâmide de LED de dez andares de altura, marcando a contagem regressiva para a conferência climática.
O Réveillon de Copacabana de virada para 2026, com Alok como headliner, foi certificado pelo Guinness World Records como a maior celebração de Ano Novo do planeta, reunindo 2,5 milhões de pessoas na praia, com 1.200 drones e 19 balsas de fogos de artifício.
Em maio de 2026, Alok apresentou um preview exclusivo do projeto Rave the World no Greenvalley, em Camboriú (SC), com ingressos esgotados. O conceito central é a Rave Box, estrutura de palco desenvolvida para dissolver as fronteiras entre o artista e o público, transformando o espectador em parte ativa da experiência. A proposta resgata os valores originários da cultura rave — respeito, diversidade e liberdade — ressignificados para a nova geração. Ao final do set, Alok reuniu no palco seus pais, Swarup e Ekanta, e o irmão Bhaskar.
A estreia oficial do Rave the World foi marcada para 5 de junho de 2026 no O2 Academy Brixton, em Londres — o mesmo bairro onde Alok viveu no início da carreira internacional, quando trabalhava como barback em um pub local antes de conseguir suas primeiras apresentações como DJ. O projeto foi descrito pela Billboard Brasil como uma mudança em relação à era Keep Art Human, com foco renovado na conexão humana e na presença coletiva como centro da experiência.
Alok e a médica baiana Romana Novais se conheceram em 2014. O relacionamento passou por uma separação em 2017, mas o casal reatou alguns meses depois. Em maio de 2018, Alok anunciou publicamente que ele e Romana haviam sofrido um aborto espontâneo — episódio que marcou profundamente o casal e foi compartilhado com os seguidores nas redes sociais. Meses depois, em julho de 2018, durante uma viagem à Grécia, Alok pediu Romana em casamento.
O casamento foi celebrado em 15 de janeiro de 2019, às 5h30 da manhã, aos pés do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro — tornando-se o primeiro casal a realizar uma cerimônia ao amanhecer no monumento. A celebração foi intimista, reunindo família e amigos próximos. Romana vestiu um traje assinado por Samuel Cirnansck, com mangas longas, gola alta e bordados delicados, e substituiu o tradicional buquê de flores por uma única rosa branca.
Em 10 de janeiro de 2020, nasceu o primeiro filho do casal, Ravi, de parto normal. Menos de um ano depois, em 2 de dezembro de 2020, nasceu a segunda filha, Raika — em parto prematuro, após o casal contrair COVID-19 dias antes. Romana e Alok haviam anunciado o diagnóstico publicamente no início daquela semana. O nascimento antecipado causou apreensão, mas mãe e filha receberam alta após período de cuidados. Romana escreveu nas redes sociais: "Tudo aconteceu muito rápido e graças a Deus ela nasceu muito bem. Nós duas estamos bem assistidas e em oração para uma boa recuperação." Alok comentou: "Jamais imaginei que meus dois filhos nasceriam no mesmo ano… Tudo muito intenso, mas nada acontece sem a intervenção divina."
Alok cita como suas maiores influências seus pais, Ekanta e Swarup, além dos rappers Criolo e Emicida, Arnaldo Antunes, Natiruts, Racionais e GOG — artistas que, segundo ele, "transmitem personalidade na música". Na eletrônica, cresceu ouvindo Daft Punk, Gorillaz, The Chemical Brothers e The Prodigy. Em 2015, revelou ser fã de Skrillex e Diplo, e declarou o desejo de produzir com Gui Boratto e Deadmau5.
Antes de fundar o Instituto Alok, o artista já realizava doações individuais. É apoiador da organização não governamental Fraternidade sem Fronteiras, com projetos no Brasil, Madagascar, Moçambique e Senegal. Em 2018, doou R$ 400 mil para a construção de uma escola em Maputo, Moçambique, R$ 100 mil para os Hospitais Pequeno Príncipe e GRAACC, e R$ 150 mil para o Projeto Axé, em Salvador, para apoiar o trabalho com crianças de rua.
Em outubro de 2019, doou integralmente seu cachê à AMIFEST, em Igrejinha (RS).
Em dezembro de 2020, Alok criou o Instituto Alok, destinando R$ 27 milhões — o maior valor já doado por um artista brasileiro da nova geração para fins sociais até então — para projetos de combate à exclusão social, com foco em jovens e mulheres em situação vulnerável. O fundo foi constituído com recursos pessoais e com os resultados financeiros da parceria com o jogo Free Fire.
O Instituto, auditado pela KPMG, investe 80% dos recursos no Brasil, com foco em empreendedorismo de mulheres negras, microcrédito rural, formação de jovens da periferia em tecnologia, saúde infantil, povos indígenas e combate à fome. Até 2024, apoiou 110 projetos em quatro países, beneficiando 1,625 milhão de pessoas no Brasil e cerca de 115 mil no exterior.
Em 2022, o Monitor das Doações, mantido pela Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR), apontou Alok como o artista que mais realizou doações no Brasil naquele ano.
Em abril de 2026, durante show em Teresina (PI), Alok declarou publicamente: "Nos últimos seis anos, eu investi mais de R$ 40 milhões em ações sociais."
Em 2024, o Instituto Alok lançou o Programa Água de Beber, investindo R$ 1 milhão para levar acesso a água potável a 23 cidades de oito estados do Nordeste, em parceria com a UNICEF e a startup social Água Camelo. O programa também alcançou 13 comunidades indígenas na Bahia e beneficiou cerca de 20 mil pessoas em sua primeira fase. Em 2025, o programa foi expandido para aldeias indígenas na Amazônia e para o Xingu.
Em maio de 2025, o Instituto Alok firmou parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica para o projeto Floresta Áurea, que prevê o plantio de aproximadamente 18,5 mil mudas de espécies nativas para restaurar cerca de 12 hectares de áreas degradadas nos municípios de Anhembi e Barra Bonita, no interior de São Paulo.
Em 2022, o Instituto Alok apoiou, em parceria com a Recode, a formação de 360 jovens como programadores full stack júnior. Dos 285 concluintes, 80,3% foram contratados por 57 empresas.
Em 2023, o Instituto lançou o Recode Pro Aldeia, programa de formação em programação full stack com 540 horas exclusivamente voltado a jovens indígenas de todo o Brasil, em parceria com a Recode, a Osklen, o Instituto-E e o Pacto Global da ONU no Brasil.
Em junho de 2024, os Institutos Alok e Vini Jr. lançaram o projeto Base Ancestral, inaugurando Centros de Tecnologias Educacionais (CTs Base) em duas escolas públicas quilombolas — a Escola Municipal Professora Lydia Sherman, em Búzios (RJ), e a Escola Municipal Altina Ana da Conceição, em Ituberá (BA).
Desde 2020, o Instituto documenta ações emergenciais de socorro a desastres naturais e apoio a populações vulneráveis. Entre as iniciativas estão doações de alimentos, sementes, equipamentos médicos e de infraestrutura em resposta a enchentes no Acre (2021), Bahia (2021 e 2022), Pernambuco e Ceará (2022), Litoral Norte de SP (2023), Rio Grande do Sul (2024) e Zona da Mata Mineira (2026).
| Ano | Prémio | Categoria | Indicação | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| 2016 | International Dance Music Awards | DJ Revelação | Ele mesmo | Indicado | |
| 2017 | Prêmio Contigo! Online | Revelação Musical | Indicado | ||
| Capricho Awards | Revelação Nacional | Venceu | |||
| Prêmio Jovem Brasileiro | Melhor Show | Indicado | |||
| Meus Prêmios Nick | Hit do Ano do Brasil | "Hear Me Now" | Indicado | ||
| Gato Trendy | Ele mesmo | Indicado | |||
| MTV Millennial Awards | Guru do Beat | Indicado | |||
| MTV Europe Music Awards | Melhor Artista Brasileiro | Indicado | |||
| 2018 | MTV Millennial Awards Brasil | Melhor Artista Musical | Indicado | ||
| Clipe do Ano | "Big Jet Plane" (com Mathieu Koss) | Indicado | |||
| MTV Europe Music Awards | Melhor Artista Brasileiro | Ele mesmo | Indicado | ||
| Prêmio Jovem Brasileiro | Hit do Ano | "Paga de Solteiro Feliz" (com Simone & Simaria) | Indicado | ||
| Meus Prêmios Nick | Gato Trendy | Ele mesmo | Venceu | ||
| 2019 | International Dance Music Awards | Melhor Artista Pop/Eletrônico Masculino | Indicado | ||
| MTV Millennial Awards Brasil | Melhor Artista Musical | Indicado | |||
| Prêmio Jovem Brasileiro | Melhor DJ Masculino | Venceu | |||
| 2020 | Dance Music Awards | Melhor Remix | "Piece of Your Heart" (Alok Remix) | Venceu | |
| MTV Millennial Awards Brasil | DJ Lanso a Braba | Ele mesmo | Indicado | ||
| Live das Lives #BREAKTHEINTERNET | Indicado | ||||
| 2022 | Prêmio iBest | Influenciador Goiás | Venceu | ||
| 2023 | Venceu | ||||
| Influenciador da Música | Venceu | ||||
| 2023 | Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho | Grande Oficial | Venceu | ||
| 2024 | Grammy Latino | Melhor Performance de Música Eletrônica Latina | "Pedju Kunumigwe" (com Guarani Nhandeva) | Indicado | |
| "Drum Machine" (com DJ Pickle) | Indicado | ||||
| 2025 | TIME 100 Climate | 100 Líderes Climáticos Mais Influentes | Ele mesmo | Venceu |