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| Nome | Associação Atlética Anapolina | |||
|---|---|---|---|---|
| Alcunhas | Rubra Xata Time Do Povo | |||
| Torcedor(a)/Adepto(a) | Colorado | |||
| Mascote | Pit bull Fênix Vovózinha | |||
| Principal rival | Anápolis Grêmio Anápolis Goiás | |||
| Fundação | 1 de janeiro de 1948 (78 anos) | |||
| Estádio | Jonas Duarte | |||
| Capacidade | 21.170 espectadores | |||
| Localização | Anápolis, Goiás, Brasil | |||
| Proprietário(a) | Fernando Aguiar SAF | |||
| Patrocinador(a) | Cristal Alimentos Arte Trigo | |||
| Material (d)esportivo | Tolledo Sports | |||
| Competição | Campeonato Goiano Campeonato Brasileiro - Série D Copa do Brasil | |||
| Ranking nacional | ||||
A Associação Atlética Anapolina SAF é um clube de futebol brasileiro sediado em Anápolis, município do interior de Goiás. Fundada em 1° de janeiro de 1948, é reconhecida como uma das equipes mais tradicionais do futebol goiano.
Após uma reconstrução entre o início da década de 1970 e 1980, a Anapolina ganhou notoriedade ao ser vice-campeã goiana em 1981 e 1983, e nacionalmente da Taça de Prata de 1981. Também realizou uma campanha histórica no Campeonato Brasileiro de 1982, ao chegar às oitavas de final, sendo uma de suas quatro participações na elite.Competitiva até meados de 2006, a Anapolina entrou em declínio a partir de 2007, acumulando rebaixamentos nacionais e chegando a ficar sem divisão. Em 2009, retornou ao cenário nacional com a criação da Série D. Em 2012, sofreu o primeiro rebaixamento estadual de sua história, mas conquistou o acesso já em 2013. Em 2015, voltou a disputar uma competição nacional, porém, em 2016, sofreu seu segundo rebaixamento estadual.
A recuperação foi rápida: em 2017 retornou à elite goiana e, em 2018, alcançou as semifinais do Campeonato Goiano, sendo eliminada pelo Goiás. Em 2019, disputou novamente a Série D, sem sucesso. A crise voltou em 2020, quando o clube sofreu seu terceiro rebaixamento estadual, permanecendo por cinco temporadas na Segunda Divisão.
Mesmo longe da elite, a torcida rubra, reconhecida como uma das mais tradicionais do futebol goiano., manteve seu apoio incondicional e médias de público comparáveis às de clubes da primeira divisão estadual. Após uma reestruturação, a Anapolina conquistou o título do Campeonato Goiano - Divisão de Acesso em 2025 e retornou à elite em 2026, temporada em que também conquistou o Campeonato Goiano do Interior, marcando o início de uma nova fase em sua história.
A Anapolina foi fundada no dia 1º de janeiro de 1948. É carinhosamente denominada Rubra ou Xata.
Rubra é a denominação originada pelo uniforme do time, nas cores vermelho e branco, em homenagem ao extinto Anápolis Sport Club.
Xata é uma denominação que vem desde a época do amadorismo, quando o clube montava equipes fracas, que sofriam frequentes derrotas, porém se reabilitava com vitórias surpreendentes contra adversários mais bem preparados. Na Copa do Mundo de 1966, a Seleção Brasileira fazia uma de suas piores campanhas de sua história, porém uma faixa no meio da torcida acabou chamando a atenção dos cronistas esportivos brasileiros: "A Rubra é Xata!", escrita de forma proposital com a letra "x".
Em 1981 o clube conquista o vice-campeonato do Brasileirão - Série B, perdendo na final para o Guarani. A Anapolina conquista o título goiano dentro de campo, mas perde para o Goiás no "tapetão". Na conquista do primeiro turno, a Anapolina consegue um feito inédito, ficando dez jogos invicta, com nove vitórias consecutivas e um empate.
Em 1982, participou brilhantemente do Campeonato Brasileiro de 1982, ficando na 11ª colocação, sendo desclassificada nas oitavas de final pelo São Paulo. Durante a campanha, a Anapolina obteve vitórias expressivas contra grandes clubes do futebol nacional, como o Cruzeiro por 1 a 0 e o Fluminense por 3 a 1. No primeiro jogo do play-off decisivo, a Anapolina venceu o São Paulo, em Anápolis, por 3 a 1.
Em 1983 a Anapolina conquista pela segunda vez o vice-campeonato goiano, perdendo novamente na final para o Goiás. Os anapolinos reclamam muito de Antonio Pereira da Silva, que estreou como árbitro nos jogos finais. Anos mais tarde, ele se tornaria um dos melhores árbitros do Brasil.
A Anapolina participou do Campeonato Brasileiro de 1984, realizando uma fraca campanha. Esta foi a última participação do clube no campeonato brasileiro da primeira divisão.[carece de fontes]
No campeonato goiano de 1988, o clube inicia uma fase de ostracismo, e termina na penúltima colocação.[carece de fontes]
Em 1989, a Anapolina consegue chegar até a terceira fase do Série B, sendo eliminada pelo Remo.[carece de fontes]
Em 1999, novamente a Anapolina disputou a Série C, participando do grupo do Fluminense. A equipe realizou uma campanha destacada, que incluiu uma vitória no Maracanã, ao derrotar o Fluminense por 1 a 0, além de um triunfo em Anápolis por 3 a 2 contra o mesmo adversário no confronto entre as equipes naquele ano. Infelizmente, uma irregularidade na documentação do jogador Tupã acaba eliminando a Anapolina do campeonato.
No Campeonato Goiano, a Anapolina obtém uma belíssima campanha, ficando no final com a terceira colocação.
Em 2000 pelo Módulo Branco a Anapolina consegue uma brilhante classificação para a segunda fase, e é eliminada pelo Paraná Clube. No Campeonato Goiano, também consegue uma bela campanha, ficando novamente na terceira colocação. Porém, o time acaba beneficiado pela punição imposta ao Vila Nova, que se recusou a disputar a final contra o Goiás, e consegue pela terceira vez o vice-campeonato goiano, além de conquistar pela primeira vez uma vaga na Copa do Brasil.
Em 2001, a Anapolina terminou em oitavo lugar na primeira fase da Série B, Grupo Norte–Nordeste. Além da colocação final, outro destaque da campanha foi o desempenho ofensivo da equipe, que obteve o segundo melhor ataque da competição, com 45 gols, e a vitória por 3 a 2 sobre o Paysandu, em Anápolis, que encerrou uma invencibilidade de 12 partidas do adversário. Pela primeira vez, a Anapolina disputou a Copa do Brasil, sendo eliminada no segundo jogo pelo Santos.
Em 2002 o Juventude elimina a Anapolina no primeiro jogo da Copa do Brasil, vencendo em Anápolis por 3 a 1. No Campeonato Goiano, a Anapolina conquista a 1ª Fase do Campeonato (que não teve a participação do Goiás e do Vila Nova), e fica com o troféu Clomar Vieira. Na classificação final, fica novamente com o terceiro lugar. Na Copa Centro-Oeste, a Anapolina é eliminada pelo CENE no torneio de qualificação. Na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, o grande destaque da Anapolina é o atacante Espíndola, que termina como terceiro maior artilheiro do torneio, marcando 14 gols.
Em sua terceira participação na Copa do Brasil em 2003, a Anapolina é eliminada pelo Náutico. no segundo jogo, em Recife. No Campeonato Goiano, a Anapolina faz uma boa campanha na primeira fase, e termina em terceiro lugar. Porém, no "play-off" da segunda fase é surpreendentemente eliminada pelo Real de Itumbiara, que derrota a Rubra dentro do Jonas Duarte, quando a Anapolina precisava apenas do empate para se classificar. No Campeonato Brasileiro da Série B, a Anapolina enfrenta o Palmeiras. (1 a 2) e o Botafogo. (0 a 4), que haviam sido rebaixados no ano anterior, e conseguem retornar à primeira divisão, respectivamente como campeão e vice. Em 2004, a Anapolina chegou à semifinal do Campeonato Goiano, sendo eliminada pelo CRAC após derrota por 3 a 0 no jogo decisivo. Apesar da eliminação, o grande destaque da temporada foi a goleada histórica por 6 a 0 sobre o Anápolis, seu principal rival, resultado que marcou o clássico e ficou entre os mais expressivos da história do confronto.
Na Série B de 2005 o time realiza uma péssima campanha, sendo rebaixado para a Série C de 2006. Durante o torneio, o maior destaque foi a vitória sobre o Grêmio, em Anápolis, por 4 a 0. Em 2006, depois de vários anos, finalmente a Anapolina consegue disputar a fase final do campeonato goiano, depois de realizar uma excelente campanha na primeira fase. Na semifinal, o clube é eliminada pelo Atlético, e fica na terceira colocação. Na Série C, o clube consegue atingir até a terceira fase do torneio, realizando uma campanha muito irregular, e fica de fora do octogonal final do torneio.
Em 2011 no Brasileirão - Série D, a Anapolina protagonizou um confronto marcado por polêmicas contra o Tocantinópolis. No jogo de ida, disputado fora de casa, a Anapolina foi derrotada por 4 a 0. Na partida de volta, em Anápolis, a equipe venceu por 4 a 1; no entanto, o resultado ainda classificava o Tocantinópolis
no placar agregado, o que levou o adversário a adotar uma postura de excessiva demora e paralisações constantes, gerando confusão e forte contestação por parte da Anapolina. Diante dos acontecimentos ocorridos durante a partida, o confronto acabou sendo anulado pelas instâncias competentes. O jogo foi então remarcado, e, no novo duelo, a Anapolina venceu de forma contundente, aplicando uma goleada por 6 a 1 sobre o Tocantinópolis, confirmando a classificação e encerrando um dos episódios mais polêmicos da história recente do clube. Em 2012 a Anapolina foi rebaixada para a Segunda Divisão do Campeonato Goiano. Em 2013 foi a campeã da Divisão de Acesso.
Em 2025, a Anapolina é Bicampeã do Campeonato Goiano - Divisão de Acesso
Em 2026, a Anapolina é Bicampeã do Campeonato Goiano do Interior e conquista vaga no Brasileirão - Série D e Copa do Brasil de 2027

Evolução do escudo Desde sua fundação em 1948, a Associação Atlética Anapolina utilizou diferentes versões de seu escudo, mantendo como principal característica a presença das três letras "A", referência ao nome do clube. O primeiro emblema, utilizado em 1948, apresentava as três letras dispostas em círculos interligados.
Entre 1949 e 1960, o clube adotou versões estilizadas com as iniciais "AAA" formando um monograma circular. A partir da década de 1960, a Anapolina passou a utilizar modelos baseados em três círculos contendo as letras "A", formato que se tornaria a identidade visual mais reconhecida da equipe.
Durante as décadas de 1970 e 1980, ocorreram diversas alterações gráficas, incluindo versões simplificadas com apenas as letras "A" em fundo branco ou vermelho, além de modelos ovais e com estrela acima do escudo. Apesar das mudanças estéticas, a composição com as três letras permaneceu como elemento central.
Em 1989, o clube retornou a uma versão circular inspirada nos modelos históricos. Em 1997 foi adotado um escudo mais elaborado, contendo faixas e a inscrição "A.A. Anapolina". Desde 2004, a equipe utiliza uma versão modernizada desse desenho, incorporando a data de fundação e o nome completo do clube ao redor do emblema.
A trajetória da Associação Atlética Anapolina é marcada por gestões que elevaram o patamar técnico do clube no cenário nacional e por administrações recentes focadas na recuperação financeira e modernização institucional.
Considerada a "Era de Ouro" do clube, a gestão de Edmilson Torquato foi responsável pelas maiores glórias esportivas da Rubra. Sob seu comando, a Anapolina alcançou projeção nacional:
1981: Vice-campeã do Campeonato Brasileiro - Série B
1982: Campanha histórica na elite do futebol nacional alcançando as oitavas de final do Campeonato Brasileiro - Série A após eliminar clubes tradicionais.
1983: Novamente Vice-campeã do Campeonato Goiano, consolidando a força do interior frente à capital.
A administração de Pedro Canedo foi marcada pelo resgate da competitividade no início do milênio.
Em 2000, o clube conquistou o Vice-Campeonato Goiano.
Liderou o clube em campanhas de destaque no Campeonato Brasileiro Série B e Campeonato Brasileiro Série C, mantendo a Anapolina como um dos clubes mais respeitados da Região Centro-Oeste do Brasil no período.
Gestão focada no patrimônio e infraestrutura. Sua principal marca foi a construção do Centro de Treinamentos (CT) do clube, dotando a instituição de uma estrutura profissional para treinamentos e categorias de base, essencial para a sustentabilidade do futebol a longo prazo.
O período recente marca a transição da Anapolina para o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
Fernando Corrêa (Presidente do Clube): Assumiu a instituição em um dos momentos mais críticos de sua história, com dívidas acumuladas que ameaçavam o fechamento das portas. Sua gestão foi pautada pela responsabilidade fiscal e pela busca de parcerias para salvar o clube.
Fernando Aguiar (Presidente da SAF): Com a implementação da SAF, trouxe o investimento necessário para a recuperação técnica.
2025: Campeã do Campeonato Goiano - Divisão de Acesso, garantindo o retorno à elite estadual.
2026: Em seu retorno à primeira divisão do Campeonato Goiano, a equipe conquistou o título de Campeã do Campeonato Goiano do Interior, reafirmando sua força no futebol do interior de Goiás.
No mesmo ano, em 6 de agosto, o ex-presidente da Anapolina Fernando Correia Pereira, de 43 anos, foi encontrado morto após sofrer um mal súbito em seu apartamento, em Anápolis. Fernando havia presidido o clube entre 2023 e 2026 e participado do processo de transformação da Anapolina em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), além de ter acompanhado o retorno da equipe à elite do futebol goiano.
Assis: Um dos pilares da defesa na era de ouro.
Brasília: O nome de confiança sob as traves em grandes batalhas.
Dilon: Zagueiro central de muita força física.
Esquerdinha: Lateral-esquerdo lendário, ídolo absoluto da torcida.
Osmar Lima: Lateral versátil e seguro defensivamente.
Ribas: Defensor técnico que dava equilíbrio à área.
Sidney: Outro nome de peso no miolo de zaga.
Mateus: Meia de ligação com boa visão de jogo.
Mário: Peça importante na transição para o ataque.
Nei Ladeira: Meio-campista dinâmico e muito trabalhador.
Nilton: O volante clássico, responsável pela proteção à frente da zaga.
Paulo Nelli: Um dos maiores craques da história do clube; o cérebro do time.
Paulo Sérgio: Meia habilidoso que ajudava na construção das jogadas.
Sávio Guerreiro: Considerado o maior ídolo da história da Rubra, conhecido por sua eficiência artilheira nos anos 80.
Jorge Cruz: O grande goleador e símbolo de raça da Rubra.
Osmário: Atacante agudo que levava muito perigo aos adversários.
Rodrigues: Finalizador importante para o elenco.
Vinícius: Peça fundamental no setor ofensivo durante as campanhas nacionais.
A Associação Atlética Anapolina possui como principal centro de treinamentos o Centro de Treinamentos Associação Atlética Anapolina, localizado na cidade de Anápolis, no estado de Goiás.

O complexo é considerado um dos maiores centros de treinamento da Região Centro-Oeste do Brasil e é utilizado para as atividades do futebol profissional e das categorias de base do clube. O CT Associação Atlética Anapolina conta com diversos campos de treinamento, estrutura para preparação física, departamentos médicos e áreas administrativas destinadas ao funcionamento do futebol profissional e das divisões de base. O local também dispõe de alojamentos para atletas em formação e espaços de apoio utilizados durante a preparação das equipes.

Além do centro de treinamento, o clube manda suas partidas oficiais no Estádio Jonas Duarte, estádio municipal localizado em Anápolis, com capacidade aproximada para 21 mil espectadores. O estádio é administrado pelo município e tradicionalmente recebe os jogos da equipe colorada em competições estaduais e nacionais.

A estrutura do clube é utilizada tanto pelo futebol profissional quanto pelas categorias de base que disputam competições organizadas pela Federação Goiana de Futebol.

Torcida Organizada Rubra (Anapolina)
A Torcida Organizada Rubra (T.O.R.) é a principal torcida organizada da Associação Atlética Anapolina, fundada em 1979. Reconhecida como uma das torcidas mais tradicionais de Goiás, a T.O.R. é considerada a maior torcida do interior goiano, destacando-se pelo apoio massivo ao clube em jogos no Estádio Jonas Duarte e em caravanas pelo estado.
História
A T.O.R. surgiu no final da década de 1970, em um período em que a Anapolina já possuía grande identificação com a população de Anápolis. Criada por um grupo de torcedores apaixonados, a organizada tinha como objetivo fortalecer a presença rubra nos estádios, unificando cânticos, faixas e bandeiras. Nos anos 1980 e 1990, a torcida se consolidou como uma das mais fiéis do estado. A Anapolina, conhecida como "Xata", conta com um dos maiores públicos do Campeonato Goiano, superando inclusive equipes da capital em diversas partidas. Jogos no Jonas Duarte, como contra Goiás, Vila Nova e Atlético, reune multidões rubras, consolidando a fama da T.O.R. como à mais vibrante do interior.
Identidade e características
A Torcida Organizada Rubra sempre se destaca por:
Produzir grandes bandeirões e faixas que cobrem setores inteiros do Jonas Duarte;
Organizar cânticos que se tornaram parte da cultura popular de Anápolis;
Realizar caravanas para acompanhar a Anapolina em jogos decisivos fora de casa;
Estar presente em campanhas sociais e eventos da comunidade rubra.
A T.O.R. também marca presença em um dos maiores clássicos do interior brasileiro, o Clássico Anapolino, contra o Anápolis Futebol Clube. Nessas partidas, o estádio tradicionalmente recebe públicos expressivos, reforçando a força da torcida rubra.
Reconhecimento como maior torcida do interior
A tradição da T.O.R. e a ligação da cidade de Anápolis com a Anapolina renderam à organizada o título de maior torcida do interior goiano. Desde sua fundação, a presença de milhares de torcedores em jogos da Xata se tornou referência no futebol do estado, sendo lembrada como símbolo de paixão e fidelidade mesmo em momentos de crise esportiva.
Legado
Com mais de quatro décadas de história, a Torcida Organizada Rubra permanece como um dos maiores patrimônios culturais e esportivos de Anápolis. Reconhecida pela sua fidelidade e grandeza, é parte essencial da identidade da Anapolina e do futebol goiano.
A pesquisa Pop List 2025 confirmou à torcida da Anapolina como a maior torcida de Anápolis, consolidando sua força histórica na cidade.
Este jogo detém o recorde histórico de público do Jonas Duarte. Com um total de 19.640 presentes:
Torcida da Anapolina: 16.694 torcedores.
Torcida do Corinthians: 2.946 torcedores.
Pela segunda fase da Taça de Ouro, o Jonas Duarte recebeu 15.624 pessoas:
Torcida da Anapolina: 13.280 torcedores.
Torcida do Fluminense: 2.344 torcedores.
Nas oitavas de final do Brasileirão, o público pagante registrado no Jonas Duarte foi de 14.288 pessoas:
Torcida da Anapolina: 12.145 torcedores.
Torcida do São Paulo: 2.143 torcedores.
O Jonas Duarte recebeu 13.370 torcedores para este confronto decisivo:
Torcida da Anapolina: 11.815 torcedores.
Torcida do Cruzeiro: 1.555 torcedores.
O Jonas Duarte recebeu 10.000 torcedores para este confronto decisivo da semifinal:
Torcida da Anapolina: 9.000 torcedores.
Torcida do Goiás: 1.000 torcedores.
Diferente de outras rivalidades do interior de Goiás, o confronto entre a Associação Atlética Anapolina (Xata) e o Anápolis Futebol Clube (Galo) é considerado um dos maiores clássicos do Estado devido à sua capacidade de paralisar e dividir a cidade de Anápolis de forma absoluta.
Hostilidade e Divisão: A rivalidade não se limita às quatro linhas, manifestando-se em uma disputa ferrenha por espaço urbano, torcedores e influência política na cidade. O clima nos dias de jogo é de alta tensão, frequentemente exigindo esquemas especiais de segurança devido ao histórico de confrontos entre organizadas.
Enquanto o clássico local é uma disputa de território, a rivalidade com o Goiás é uma insurgência contra o sistema futebolístico da capital. É o confronto em que a Anapolina assume o papel de "adversária mais xata" do estado.
O ponto de ruptura na relação entre os clubes ocorreu no Campeonato Goiano de 1981. A Anapolina, que detinha o melhor time técnico da competição, foi impedida de conquistar o título nos tribunais.
O episódio do jogador Caxias resultou em uma manobra jurídica que retirou pontos cruciais da Rubra.
Para a torcida colorada, o Goiás utilizou de sua influência política na Federação Goiana de Futebol para "roubar" o troféu que deveria ter ido para o interior.
A história do confronto é pontuada por finais decididas sob forte contestação da arbitragem:
1983: Uma final marcada por erros grosseiros que impediram a vitória da Anapolina.
2000: No auge do Goiás na elite nacional, a Anapolina fez finais heróicas, mas acabou derrotada em jogos onde a arbitragem foi o centro das atenções, solidificando o ódio esportivo entre as agremiações.
| Estaduais | |||
|---|---|---|---|
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Copa Leonino Caiado | 1 | 1976 | |
| Copa Goiás | 1 | 1995 | |
| Campeonato Goiano do Interior | 2 | 2011 e 2026 | |
| Campeonato Goiano - Divisão de Acesso | 2 | 2013 e 2025 | |
| Outras Conquistas | |||
| Competição | Títulos | Temporadas | |
| Seletiva para o Campeonato Brasileiro | 2 | 1978 e 1979 | |
| Torneio Antônio Aleixo Junqueira | 1 | 1975 | |
| Troféu Clomar Vieira | 1 | 2002 | |
| Competição | Resultado | Ano | Observação |
|---|---|---|---|
| Oitavas de Final | 1982 | Superada pelo São Paulo (Venceu por 3 a 1 no Jonas Duarte mas perdeu por 4 a 0 no Morumbi). | |
| Vice-campeã | 1981 | Perdeu a final para o Guarani. | |
| Vice-campeã | 1981 | Título conquistado em campo, mas revertido judicialmente favoravelmente ao Goiás. | |
| Vice-campeã | 1983 | Superada pelo Goiás. | |
| Vice-campeã | 2000 | Superada pelo Goiás. |
| Participações em 2026 |
| Competição | Temporadas | Melhor campanha | Estreia | Última | P |
R | |
| Campeonato Goiano | 58 | Vice-campeã (3 vezes) | 1948 | 2027 | 3 | ||
| 2ª Divisão | 7 | Campeã (2013 e 2025) | 2013 | 2025 | 3 | – | |
| Campeonato Brasileiro | 4 | Oitavas de final (1982) | 1978 | 1984 | – | ||
| Série B | 13 | Vice-campeã (1981) | 1980 | 2005 | 1 | 1 | |
| Série C | 3 | 3ª colocada (1998) | 1998 | 2006 | 1 | – | |
| Série D | 5 | 7ª colocada (2011) | 2009 | 2027 | – | ||
| Copa do Brasil | 5 | 1ª fase (4 vezes) | 2001 | 2027 | |||
Anapolina é um show de futebol Anapolina brilha mais do que o sol
Anapolina é um show de futebol Anapolina brilha mais do que o sol
Eu sou Anapolina Na camisa e no coração Força, raça e adrenalina À mais forte emoção
É só a bola rolar Pra torcida ferver E a Rubra vencer
Viva a nossa bandeira Anapolina, paixão verdadeira.
Anapolina é um show de futebol Anapolina brilha mais do que o sol
Anapolina é um show de futebol Anapolina brilha mais do que o sol
Eu sou Anapolina Orgulho da nossa história Alegria que contamina Peito cheio de glória.
Dá-lhe Xata É gol, é gol! É mais um show
Viva a nossa bandeira Anapolina, paixão verdadeira.
Anapolina é um show de futebol Anapolina brilha mais do que o sol
Anapolina é um show de futebol Anapolina brilha mais do que o sol.