| Andrei Rodrigues | |
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Rodrigues em 2025 | |
| Nome completo | Andrei Augusto Passos Rodrigues |
| Nascimento | |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Alma mater | Universidade Federal de Pelotas |
| Ocupação | Delegado e diretor-geral da Polícia Federal |
Andrei Augusto Passos Rodrigues (nascido em Pelotas) é um delegado e diretor-geral da Polícia Federal (PF). Formado em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e em Gestão em Segurança Pública pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e a Fundação Getulio Vargas (FGV), possui mais de 20 anos de carreira na PF, além de atuação em outras áreas da corporação, tais quais em delegacias especializadas no combate ao tráfico de drogas e a crimes fazendários.
Ele também já comandou a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, em destaque à Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, e atuou como oficial de ligação da PF em Madri, na Espanha, onde tornou-se mestre em alta gestão em segurança internacional pelo Centro Universitário da Guardia Civil da Espanha e Universidade Carlos III de Madrid.
Em 2023, no terceiro mandato de Lula, foi indicado ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Durante sua atuação, a PF deflagrou esquemas de corrupção como a Operação Compliance Zero, que resultou na investigação e prisão do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; a Operação Transparência, sobre desvios de emendas; a Operação Carbono Oculto, contra lavagem de dinheiro; e o esquema de fraudes no INSS.
Em 8 de setembro de 2026, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do Caso Master, determinou, de forma monocrática, o afastamento preventivo de Andrei do comando da PF e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada. A decisão foi amplamente criticada pelo fato de essa ser uma competência do Presidente do Brasil (nomear ou exonerar diretor da PF). A Advocacia-Geral da União (AGU) destacou "invasão de competência" e diretores da Polícia Federal pelo Brasil classificaram o afastamento como "ataques injustificados" e colocaram seus cargos "à disposição do diretor-geral da PF" como forma de prostesto. No dia posterior, o ministro Flávio Dino reintegrou Andrei e Leandro aos seus respectivos cargos, criticou "decisão em causa própria" e apontou risco a investigações do caso Dark Horse, uma vez que Dino já tinha autorizado a Operação Make Up contra nomes ligados ao financiamento do filme no dia 3 de setembro, antes de Andrei ter sido afastado por Mendonça. Em seguida, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu as decisões de Mendonça e Dino, reintegrando Andrei ao cargo.
| Precedido por Márcio Nunes de Oliveira |
Diretor-Geral da Polícia Federal do Brasil 2023–presente |
Sucedido por — |